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Dois mecanismos que giram com velocidades angulares !$ \omega_1 !$ e !$ \omega_2 !$ constantes são usados para lançar horizontalmente duas partículas de massas !$ m_1=1kg !$ e !$ m_2 = 2kg !$ de uma altura !$ h = 30m !$ , como mostra a figura 1 abaixo.

Num dado momento em que as partículas passam, simultaneamente, tangenciando o plano horizontal !$ \alpha !$ , elas são desacopladas dos mecanismos de giro e, lançadas horizontalmente, seguem as trajetórias 1 e 2 (figura 1) até se encontrarem no ponto P.
Os gráficos das energias cinéticas, em joule, das partículas 1 e 2 durante os movimentos de queda, até a colisão, são apresentados na figura 2 em função de ( h − y ) , em m, onde y é a altura vertical das partículas num tempo qualquer, medida a partir do solo perfeitamente horizontal.

Desprezando qualquer forma de atrito, a razão !$ \large{ \omega_2 \over \omega_1} !$ é
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Uma figura de difração é obtida em um experimento de difração por fenda simples quando luz monocromática de comprimento de onda !$ \lambda_1 !$ passa por uma fenda de largura !$ d_1 !$. O gráfico da intensidade luminosa !$ I !$ em função da posição x ao longo do anteparo onde essa figura de difração é projetada, está apresentado na figura 1 abaixo.

Alterando-se neste experimento apenas o comprimento de onda da luz monocromática para um valor !$ \lambda_2 !$ , obtém-se o gráfico apresentado na figura 2. E alterando-se apenas o valor da largura da fenda para um valor !$ d_2 !$ , obtém-se o gráfico da figura 3.

Nessas condições, é correto afirmar que
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O diagrama abaixo ilustra os níveis de energia ocupados por elétrons de um elemento químico A.

Dentro das possibilidades apresentadas nas alternativas abaixo, a energia que poderia restar a um elétron com energia de 12,0 eV, após colidir com um átomo de A, seria de, em eV,
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Um cilindro adiabático vertical foi dividido em duas partes por um êmbolo de 6,0 kg de massa que pode deslizar sem atrito. Na parte superior, fez-se vácuo e na inferior foram colocados 2 mols de um gás ideal monoatômico. Um resistor de resistência elétrica ôhmica R igual a 1 !$ Ω !$ é colocado no interior do gás e ligado a um gerador elétrico que fornece uma corrente elétrica i, constante, de 400 mA, conforme ilustrado na figura abaixo.

Fechando-se a chave Ch durante 12,5 min, o êmbolo desloca-se 80 cm numa expansão isobárica de um estado de equilíbrio para outro. Nessas condições, a variação da temperatura do gás foi, em °C, de
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TEXTO I
Quarto de Despejo
“O grito da favela que tocou a consciência do mundo inteiro”
2 de MAIO de 1958. Eu não sou indolente. Há tempos que eu pretendia fazer o meu diario. Mas eu pensava que não tinha valor e achei que era perder tempo.
...Eu fiz uma reforma para mim. Quero tratar as pessoas que eu conheço com mais atenção. Quero enviar sorriso amavel as crianças e aos operarios.
...Recebi intimação para comparecer as 8 horas da noite na Delegacia do 12. Passei o dia catando papel. A noite os meus pés doiam tanto que eu não podia andar. Começou chover. Eu ia na Delegacia, ia levar o José Carlos. A intimação era para ele. O José Carlos tem 9 anos.
3 de MAIO. ...Fui na feira da Rua Carlos de Campos, catar qualquer coisa. Ganhei bastante verdura. Mas ficou sem efeito, porque eu não tenho gordura. Os meninos estão nervosos por não ter o que comer.
6 de MAIO. De manhã não fui buscar agua. Mandei o João carregar. Eu estava contente. Recebi outra intimação. Eu estava inspirada e os versos eram bonitos e eu esqueci de ir na Delegacia. Era 11 horas quando eu recordei do convite do ilustre tenente da 12ª Delegacia.
...o que eu aviso aos pretendentes a política, é que o povo não tolera a fome. É preciso conhecer a fome para saber descrevê-la.
Estão construindo um circo aqui na Rua Araguaia, Circo Theatro Nilo.
9 de MAIO. Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que estou sonhando.
10 de MAIO. Fui na Delegacia e falei com o Tenente. Que homem amavel! Se eu soubesse que ele era tão amavel, eu teria ido na Delegacia na primeira intimação. (...) O Tenente interessou-se pela educação dos meus filhos. Disse-me que a favela é um ambiente propenso, que as pessoas tem mais possibilidades de delinquir do que tornar-se util a patria e ao país. Pensei: se ele sabe disso, porque não faz um relatorio e envia para os politicos? O Senhor Janio Quadros, o Kubstchek, e o Dr Adhemar de Barros? Agora falar para mim, que sou uma pobre lixeira. Não posso resolver nem as minhas dificuldades.(...) O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome tambem é professora. Quem passa fome aprende a pensar no proximo e nas crianças.
11 de MAIO. Dia das mães. O céu está azul e branco. Parece que até a natureza quer homenagear as mães que atualmente se sentem infeliz por não realizar os desejos de seus filhos. (...) O sol vai galgando. Hoje não vai chover. Hoje é o nosso dia. (...) A D. Teresinha veio visitar-me. Ela deu-me 15 cruzeiros. Disse-me que era para a Vera ir no circo. Mas eu vou deixar o dinheiro para comprar pão amanhã, porque eu só tenho 4 cruzeiros.(...) Ontem eu ganhei metade da cabeça de um porco no frigorifico. Comemos a carne e guardei os ossos para ferver. E com o caldo fiz as batatas. Os meus filhos estão sempre com fome. Quando eles passam muita fome eles não são exigentes no paladar. (...) Surgiu a noite. As estrelas estão ocultas. O barraco está cheio de pernilongos. Eu vou acender uma folha de jornal e passar pelas paredes. É assim que os favelados matam mosquitos.
13 de MAIO. Hoje amanheceu chovendo. É um dia simpatico para mim. É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos. Nas prisões os negros eram os bodes expiatorios. Mas os brancos agora são mais cultos. E não nos trata com desprezo. Que Deus ilumine os brancos para que os pretos sejam feliz. (...) Continua chovendo. E eu tenho só feijão e sal. A chuva está forte. Mesmo assim, mandei os meninos para a escola. Estou escrevendo até passar a chuva para mim ir lá no Senhor Manuel vender os ferros. Com o dinheiro dos ferros vou comprar arroz e linguiça. A chuva passou um pouco. Vou sair. (...) Eu tenho dó dos meus filhos. Quando eles vê as coisas de comer eles brada: Viva a mamãe!. A manifestação agrada-me. Mas eu já perdi o habito de sorrir. Dez minutos depois eles querem mais comida. Eu mandei o João pedir um pouquinho de gordura a Dona Ida. Mandei-lhe um bilhete assim:
“Dona Ida peço-te se pode me arranjar um pouquinho de gordura, para eu fazer sopa para os meninos. Hoje choveu e não pude catar papel. Agradeço. Carolina”
(...) Choveu, esfriou. É o inverno que chega. E no inverno a gente come mais. A Vera começou a pedir comida. E eu não tinha. Era a reprise do espetaculo. Eu estava com dois cruzeiros. Pretendia comprar um pouco de farinha para fazer um virado. Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual – a fome!
(DE JESUS, Carolina Maria. Quarto de Despejo.)
Quanto ao uso dos pronomes, assinale a opção que traz uma INFRAÇÃO à norma padrão da língua.
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Um balão, cheio de um certo gás, que tem volume de 2,0 !$ m^3 !$, é mantido em repouso a uma determinada altura de uma superfície horizontal, conforme a figura abaixo.

Sabendo-se que a massa total do balão (incluindo o gás) é de 1,6 kg, considerando o ar como uma camada uniforme de densidade igual a 1,3 !$ kg/m^3 !$, pode-se afirmar que ao liberar o balão, ele
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Directions: Answer question according to the text.
TEXT
THE RELATIONSHIP BETWEEN FRIENDS AND TYPES OF FRIENDSHIP
Everyone has at least one best friend, some maybe even more. There are also those people who are just friends and also arch-enemies. People may think that just because they are your friends it means that they are your best friend. The thing is, even though they are your friend, the relationship between a best friend and a friend is different. Either way regardless of archenemies, friends or best friends, there are not many ways to compare any of these different types of friends, but you can easily contrast them from one another.
Arch-enemies often know more about each other than two friends. In a comparison of personal relationships, friendship is considered to be closer than association, although a wide range of degrees of intimacy exists in friendships, arch-enemies, and associations. Friendship and association can be thought of as spanning across the same continuum. The study of friendship is included in the fields of sociology, social psychology, anthropology, philosophy, and zoology. Even animals have familiars! Various academic theories of friendship have been proposed, among which are social exchange theory, equity theory, relational dialectics, and attachment styles. In Russia, one typically bestows very few people the status of “friend”.
These friendships, however, make up in intensity what they lack in number. Friends are entitled to call each other by their first names alone, and to use diminutives. A customary example of polite behavior is addressing "acquaintances" by full first name plus their patronymic. These could include relationships which elsewhere would be qualified as real friendships, such as workplace relationships of long standing, or neighbors with whom one shares an occasional meal or a social drink with.
Also in the Middle East and Central Asia, male friendships, while less restricted than in Russia, tend to be reserved and respectable in nature. They may use nicknames and diminutive forms of their first names. In countries like India, it is believed in some parts that friendship is a form of respect, not born out of fear or superiority. Friends are people who are equal in most standards, but still respect each other regardless of their attributes or shortcomings. Most of the countries previously mentioned (Russia, Asia, and even the Middle East) and even our own nation are suffering a decline in genuine friendships.
According to a study documented in the June 2006 issue of the Journal American Sociological Review, Americans are thought to be suffering a loss in the quality and quantity of close friendships since at least 1985. The study’s results state that twenty-five percent of Americans have no close confidants, and the average total number of confidants per citizen has dropped from four to two. According to the study, Americans' dependence on family as a safety net went up from fiftyseven percent to eighty percent; Americans dependence on a partner or spouse went up from five percent to nine percent.
Recent studies have found a link between fewer friendships, especially in quality, and psychological and physiological regression. In the sequence of the emotional development of the individual, friendships come after parental bonding and before the pair bonding engaged in at the approach of maturity. In the intervening period between the end of early childhood and the onset of full adulthood, friendships are often the most important relationships in the emotional life of the adolescent, and are often more intense than relationships experienced later in life.
Unfortunately, making friends seems to trouble many of people. Having no friends can be emotionally damaging for all ages, from young children to full grown adults. A study performed by researchers from Purdue University found that post-secondary-education friendships, college and university last longer than the friendships before it. Children with Asperger syndrome and autism usually have some difficulty forming friendships. Socially crippling conditions like these are just one way that the social world is so difficult to thrive in. This does not mean that they are not able to form friendships, however. With time, moderation and proper instruction, they are able to form friendships after realizing their own strengths and weaknesses.
There is a number of theories that attempt to explain the link, including that; Good friends encourage their friends to lead more healthy lifestyles; Good friends encourage their friends to seek help and access services, when needed; Good friends enhance their friend’s coping skills in dealing with illness and other health problems; and/or Good friends actually affect physiological pathways that are protective of health. Regardless of what we think, we can clearly see that there are some ways that friends, best friends and archenemies are the same, but in the end they are clearly more different. Nonetheless we all have every single type in our lives.
(Adapted from: http://www.ukessays.com/essays/philosophy/therelationship-between-friends-and-types-of-friendship-philosophyessay.php)
According to the last paragraph
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O lado EF de uma espira condutora quadrada indeformável, de massa m, é preso a uma mola ideal e não condutora, de constante elástica K. Na posição de equilíbrio, o plano da espira fica paralelo ao campo magnético !$ \vec{B} !$ gerado por um ímã em forma de U, conforme ilustra a figura abaixo.

O lado CD é pivotado e pode girar livremente em torno do suporte S, que é posicionado paralelamente às linhas de indução do campo magnético.
Considere que a espira é percorrida por uma corrente elétrica i, cuja intensidade varia senoidalmente, em função do tempo t, conforme indicado no gráfico abaixo.

Nessas condições, pode-se afirmar que a
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Em uma mesa há dois vasos com rosas. O vaso A contém 9 rosas das quais 5 tem espinhos e o vaso B contém 8 rosas sendo que exatamente 6 não tem espinhos.
Retira-se, aleatoriamente, uma rosa do vaso A e coloca-se em B. Em seguida, retira-se uma rosa de B.
A probabilidade de essa rosa retirada de B ter espinhos é
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Um bloco é lançado com velocidade !$ v_o !$ no ponto P paralelamente a uma rampa, conforme a figura. Ao escorregar sobre a rampa, esse bloco para na metade dela, devido à ação do atrito.

Tratando o bloco como partícula e considerando o coeficiente de atrito entre a superfície do bloco e da rampa, constante ao longo de toda descida, a velocidade de lançamento para que este bloco pudesse chegar ao final da rampa deveria ser, no mínimo,
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