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Foram encontradas 60 questões.

Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão).
Enunciado 629224-1
Com base nos dados apresentados na planilha anterior, é INCORRETO afirmar que, para obter o(a)
 

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621369 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Os governos, na função de agente equilibrador, interferem nos mercados de bens e serviços. Verifica-se que o governo, por um motivo qualquer, cobre do produtor um imposto de R$ 3,00 por unidade vendida. De acordo com as funções demanda e oferta dadas em função dos preços a seguir, assinale a alternativa que espelha o valor do ponto (x; p) que manterá essa economia em equilíbrio.
(Demanda: p = 100 – 0,50x e Oferta: p = 10 + 0,50x)
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Assinale a alternativa em que a frase apresenta problema na aplicação do acento indicativo de crase.
 

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608071 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Conhecendo a função de consumo (C) de uma família representativa de uma economia qualquer, dada por C = 0,60y + 500, assinale a alternativa que expressa sua renda mínima, de modo que a sua poupança seja não negativa.
 

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Considere as afirmativas sobre a ferramenta Microsoft Office PowerPoint 2007 (configuração padrão – idioma Português Brasil).
I. Para iniciar a apresentação, a partir do primeiro slide, deve-se pressionar a tecla F9.
II. Para iniciar a apresentação, a partir do slide atual, deve-se pressionar simultaneamente as teclas SHIFT e F5.
III. Na visualização de impressão não é possível organizar o conteúdo para visualizar como será impresso.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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582737 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Os Sistemas de Amortização foram criados para que credores e devedores acompanhassem a evolução de suas dívidas ao longo do tempo. As tabelas a seguir foram obtidas a partir de um financiamento pelo método Price e pelo método de amortização constante. Faça os cálculos e preencha os valores ausentes nas tabelas, marcados em cinza, de modo que os sistemas oferecidos zerem seus saldos finais, demonstrando, assim, a evolução da dívida.
Sistema Price
Valor financiado R$ 1.093,64
Taxa mensal de juros 5%
Número de pagamentos 5
Valor da prestação R$ 252,60
N Prestação Amortização Juros Saldo Devedor
0 R$ 1.093,64
1 R$ 252,60 R$ 197,92 R$ 54,68 R$ 895,72
2 R$ 252,60 R$ 207,82 R$ 44,79 R$ 687,90
3 R$ 252,60 R$ 218,21 R$ 34,40 R$ 469,69
4 R$ 252,60 R$ 23,48
5 R$ 252,60 R$ 252,60 R$ 0,00-
Sistema Constante
Valor financiado R$ 1.093,64
Taxa mensal de juros 5%
Número de pagamentos 5
Valor da prestação Variável
N Prestação Amortização Juros Saldo Devedor
0 R$ 1.093,64
1 R$ 273,41 R$ 218,73 R$ 54,68 R$ 874,91
2 R$ 262,47 R$ 218,73 R$ 43,75 R$ 656,18
3 R$ 251,54 R$ 218,73 R$ 32,81 R$ 437,46
4 R$ 21,87 R$ 21,87
5 R$ 218,73 R$ 218,73 R$ 0,00
Os valores faltantes nas tabelas anteriores são, correta e respectivamente,
 

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581984 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Sabe-se que o setor público exerce importante papel no desenvolvimento de suas economias, entretanto, a má gestão dos seus orçamentos tem provocado sucessivos desequilíbrios econômicos, que, em última análise, engessam suas economias, destacando-se nesse mister os altos défices no caixa do tesouro público. Vários são os conceitos de déficit, sendo o “primário” o mais estudado e divulgado na mídia nacional nos últimos tempos. Sabendo-se que, em um país hipotético, há um superávit primário de R$ 10 (trilhões), a correção monetária e cambial é de R$ 40 (trilhões) e os juros das dívidas públicas internas e externas dos governos totalizam R$ 90 (trilhões), assinale o valor exato do défice do tesouro nacional desse país.
 

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Considere a imagem a seguir extraída de um diretório do Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (configuração padrão).
Enunciado 581190-1
Para criar um atalho da pasta “Paraguai e Cataratas” na área de trabalho, o usuário deverá clicar com o botão direito do mouse sobre esta pasta,
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
O termo “convescote” não é dos mais frequentes na Língua Portuguesa, no entanto, não dominar plenamente o sentido desse termo não impede o entendimento do texto, uma vez que é possível apreendê-lo através da forma como se articula no texto. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa cujo conteúdo remete à ideia que essa palavra assume no texto.
 

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578342 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
O dono de uma carrocinha de cachorro quente observou que, quando o preço do hot dog era R$ 10,00, o número de hot dogs vendidos era 200 por semana. Verificou também que, quando reduzia o preço para R$ 7,00, o número de hot dogs vendidos passava para 400 unidades por semana.
Com base nesses dados, assinale a alternativa que expressa corretamente a função demanda, admitindo-a linear.
 

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