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A discussão acerca da influência do pensamento econômico na teoria moderna é aparentemente uma discussão metateórica, ou seja, de caráter metodológico. Mas, na ciência econômica, como de resto nas ciências sociais em geral, não há consenso sobre a forma de evolução dos paradigmas. Contrariamente ao que, em regra, acontece no mundo das ciências naturais, há aqui dúvidas a respeito de se o conhecimento mais recente é necessariamente o melhor, o mais verdadeiro, ou seja, aquele que incorporou produtivamente os desenvolvimentos teóricos até então existentes, tendo deixado de lado aqueles que não se mostraram adequados a seu objeto.
O economista Pérsio Arida tratou desse problema em um texto que se tornou clássico muito antes de ser publicado. Afirma ali que o aprendizado da teoria econômica tem sido efetuado de acordo com dois modelos distintos: o que ele chama de hard science, que ignora a história do pensamento e segundo o qual o estudante deve familiarizar-se de imediato com o estágio atual da teoria, e o que ele chama de soft science, que considera que o estudante deve conhecer bem, e, se possível, dominar, os clássicos do passado, mesmo que em prejuízo de sua familiaridade com os desenvolvimentos mais recentes. Acrescenta a esse enquadramento que, por trás do modelo hard science, está a ideia de uma “fronteira do conhecimento”: o estudante não precisaria perder tempo com antigos pensadores, porque todas as suas eventuais contribuições já estariam incorporadas ao estado atual da teoria. De outro lado, subjacente à visão do modelo soft science, estaria a ideia de que o conhecimento está disperso historicamente, ensejando a necessidade de os estudantes se dedicarem a esses pensadores.
Leda Maria Paulani. Internet: <www.fipe.org.br> (com adaptações).
Acerca do texto, julgue o item a seguir.
Pela leitura do texto, depreende-se que a hard science e a soft science correlacionam-se, respectivamente, às ciências naturais e às ciências humanas.
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A discussão acerca da influência do pensamento econômico na teoria moderna é aparentemente uma discussão metateórica, ou seja, de caráter metodológico. Mas, na ciência econômica, como de resto nas ciências sociais em geral, não há consenso sobre a forma de evolução dos paradigmas. Contrariamente ao que, em regra, acontece no mundo das ciências naturais, há aqui dúvidas a respeito de se o conhecimento mais recente é necessariamente o melhor, o mais verdadeiro, ou seja, aquele que incorporou produtivamente os desenvolvimentos teóricos até então existentes, tendo deixado de lado aqueles que não se mostraram adequados a seu objeto.
O economista Pérsio Arida tratou desse problema em um texto que se tornou clássico muito antes de ser publicado. Afirma ali que o aprendizado da teoria econômica tem sido efetuado de acordo com dois modelos distintos: o que ele chama de hard science, que ignora a história do pensamento e segundo o qual o estudante deve familiarizar-se de imediato com o estágio atual da teoria, e o que ele chama de soft science, que considera que o estudante deve conhecer bem, e, se possível, dominar, os clássicos do passado, mesmo que em prejuízo de sua familiaridade com os desenvolvimentos mais recentes. Acrescenta a esse enquadramento que, por trás do modelo hard science, está a ideia de uma “fronteira do conhecimento”: o estudante não precisaria perder tempo com antigos pensadores, porque todas as suas eventuais contribuições já estariam incorporadas ao estado atual da teoria. De outro lado, subjacente à visão do modelo soft science, estaria a ideia de que o conhecimento está disperso historicamente, ensejando a necessidade de os estudantes se dedicarem a esses pensadores.
Leda Maria Paulani. Internet: <www.fipe.org.br> (com adaptações).
Acerca do texto, julgue o item a seguir.
O texto constitui uma argumentação em defesa de determinada linha de pesquisa dentro das ciências econômicas.
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Julgue o item seguinte acerca das formas e de regulação de mercados.
Considere que para uma empresa monopolista o custo total de produção seja expresso por C(Q) = 50 + Q2. Nesse caso, em um mercado com demanda inversa expressa por P(Q) = 40 - Q, a empresa terá um lucro máximo L = 150 ao nível ótimo de produção Q = 10, correspondente ao preço P = 30.
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Acerca da teoria do consumidor, julgue o item subsequente.
Considere que os bens substitutos perfeitos x1 e x2 tenham preços iguais: p = p1 = p2. Nesse caso, a função de demanda pelo bem x1 de um consumidor de renda m será igual a !$ \dfrac{m}{p} !$.
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Acerca da teoria do consumidor, julgue o item subsequente.
Considere que os bens substitutos perfeitos, x1 e x2, sejam representados pela função de utilidade u(x1, x2) = x1 + x2. Nesse caso, a função de utilidade v(x1, x2) = (x1 + x2)2 não pode representar a preferência pelos mesmos dois bens substitutos.
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- LinuxPermissões de Arquivos e Diretórios no Linux
- WindowsArmazenamento no WindowsPermissões de Arquivos e Pastas no Windows
- WindowsEstrutura de Diretórios do Windows
- WindowsInterface Gráfica do WindowsPainel de Controle
No Linux, o aplicativo KDE Controle Center tem funcionalidades equivalentes ao Painel de controle do Windows, ambos permitindo o gerenciamento de pastas e arquivos e a configuração para a permissão de acesso aos usuários do computador.
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da informação, julgue os itens subsequentes.
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da informação, julgue os itens subsequentes.
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da informação, julgue os itens subsequentes.
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