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Texto 2
“ De repente, um índio jovem, neto do tuxaua Senembi, o Camaleão, que integrava a expedição de Carrasco, se aproxima de um dos cativos (que estava preso pela muçurana), bate nele brandamente, várias vezes, com a mão espalmada, e reivindica a sua posse, alegando que fora ele, neto de Senembi, quem primeiro tocara aquele inimigo, durante a luta – circunstância que lhe garantia o direito de executá-lo.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 129)
Trata-se de um fragmento (texto 2) predominantemente narrativo, caracterizado basicamente pela sequência cronológica de ações ou acontecimentos; duas formas verbais desse fragmento que marcam essa sucessão cronológica são:
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Texto 1
“Estamos na cena do crime. À frente de quem mira o levante, fica a praia, banhada pela baía de Guanabara. Atrás, indevassável e infinita, a floresta. À direita um pequeno manguezal, acompanhando o braço mais largo do rio que desce das serras altas da Tijuca para ali desembocar. Do outro lado, o outeiro do Leripe, onde existiu a aldeia indígena de Uruçumirim, por trás do qual corre o segundo braço do rio, formando a foz em delta. No centro, uma grande construção inabitada – a Casa de Pedra, única obra humana no enquadramento deserto da paisagem.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 17)
Quanto ao observador que nos faz a descrição lida no texto 1, podemos dizer dele que:
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Texto 1
“Estamos na cena do crime. À frente de quem mira o levante, fica a praia, banhada pela baía de Guanabara. Atrás, indevassável e infinita, a floresta. À direita um pequeno manguezala, acompanhando o braço mais largob do rio que desce das serras altasc da Tijuca para ali desembocar. Do outro lado, o outeiro do Leripe, onde existiu a aldeia indígenad de Uruçumirim, por trás do qual corre o segundo braço do rio, formando a foz em delta. No centro, uma grande construçãoe inabitada – a Casa de Pedra, única obra humana no enquadramento deserto da paisagem.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 17)
Tratando-se de um texto descritivo (texto 1), é natural que o autor empregue muitos adjetivos, que podem representar características, estados, qualidades e relações.
O adjetivo abaixo que pertence ao grupo dos adjetivos de relação é:
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Texto 1
“Estamos na cena do crime. À frente de quem mira o levante, fica a praia, banhada pela baía de Guanabara. Atrás, indevassável e infinita, a floresta. À direita um pequeno manguezal, acompanhando o braço mais largo do rio que desce das serras altas da Tijuca para ali desembocar. Do outro lado, o outeiro do Leripe, onde existiu a aldeia indígena de Uruçumirim, por trás do qual corre o segundo braço do rio, formando a foz em delta. No centro, uma grande construção inabitada – a Casa de Pedra, única obra humana no enquadramento deserto da paisagem.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 17)
Quanto ao modo de organização discursiva, o segmento do texto 1 é quase que exclusivamente descritivo; a descrição é feita:
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A frase abaixo que respeita integralmente a norma culta é:
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Em situações de formalidade, é conveniente evitar o uso de linguagem informal; a frase abaixo que se mostra inteiramente formal é:
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Se substituirmos, nas frases abaixo, as expressões sublinhadas, constituídas pelo verbo ter + substantivo por um só verbo de sentido equivalente, fazendo as adaptações necessárias, a única substituição correta é:
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Em todas as frases abaixo ocorre a substituição de um termo negativo sublinhado por outro com o mesmo sentido; a frase em que essa substituição está adequada é:
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Em todas as frases abaixo há a substituição de um termo sublinhado na frase por uma só palavra; a frase em que a substituição está adequada é:
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Em todas as frases abaixo há um termo sublinhado; se deslocarmos esse termo para o lugar na frase marcado por um asterisco, só NÃO vamos precisar obrigatoriamente empregar vírgulas em:
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