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Foram encontradas 35 questões.

2012807 Ano: 2020
Disciplina: Geografia
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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De acordo com o IBGE, no ano de 2017 o Município de Campos de Júlio obteve um PIB per capita de R$ 190.238,95, o maior dentre os 141 municípios de Mato Grosso e o 12ª mais elevado no ranking dos 5.570 municípios brasileiros. . Uma ponderada explicação para o valor exorbitante desse indicador no Município de Campos de Júlio é o (a):

 

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2012722 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Texto para a questão.

Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.

A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.

O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.

Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.

O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.

O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.

Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.

(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes

Em relação ao último parágrafo do texto, é possível dizer que:

 

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2012716 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Texto para a questão.

Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.

A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.(B)

O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade(A) é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.

Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia(C), levantando o tema das cotas raciais nas universidades.

O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.

O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso(D).

Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.

(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes

Assinale a alternativa que possua uma oração subordinada adjetiva.

 

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2012610 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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O Oriente Médio é uma das principais áreas estratégicas do planeta, mas também palco de diversos conflitos, configurando uma zona de tensões entre povos, nações e países. O início do ano de 2020 testemunhou um evento que gerou preocupação em diferentes governos do mundo pelos temores de uma guerra com potencial para assumir grandes proporções. Esse evento foi o

 

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2012577 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Texto para a questão.

Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.

A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.

O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.

Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.

O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.

O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.

Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.

(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes

No trecho "O evento ocorreu nos anos 2000" (terceiro parágrafo), a palavra em destaque tem como referente:

 

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2012472 Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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O subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observados os critérios estabelecidos na Constituição Federal e na respectiva Lei Orgânica. O município de Campos de Júlio.. de acordo com o último censo do IBGE, possui menos de 10 (dez) mil habitantes, desta forma, o subsídio máximo dos seus Vereadores corresponderá:

 

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2012414 Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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" A fiscalização operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta quanto à legalidade, legitimidade, economicidade aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo , mediante controle e pelo sistema de controle de cada Poder."

Escolha a opção que preenche respectivamente as lacunas do texto acima

 

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2012270 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Roberto Alvim, ex-secretário especial de Cultura, foi demitido por Jair Bolsonaro após:

 

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2012077 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Baseado nos princípios Constitucionais que regem a Administração Pública, analise as afirmativas abaixo e marque a incorreta:

 

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2011992 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
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Texto para a questão.

Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.

A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.

O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.

Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.

O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.

O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.

Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.

(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes

Na frase "O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes", o elemento coesivo em destaque tem o mesmo sentido do termo que consta na alternativa:

 

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