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Baseado em critérios e conhecimentos inerentes ao Código de Trânsito Brasileiro Complete com “
V” quando verdadeiro e “
F” para falso:
( ) Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à defesa da vida, nela incluída a preservação da saúde e do veículo.
( ) São vias terrestres urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais.
( ) O trânsito, em condições seguras, é um dever de todos e direito dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse dever.
( ) Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.
A alternativa que responde corretamente na ordem de cima para baixo é:
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AFINAL, QUEM MANDA NA FLORESTA?
Millôr Fernandes
Enfim resolveu o Leão sair para fazer sua pesquisa, verificar se ainda era o Rei dos Animais. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas para assegurar-se é uma das buscas constantes do espírito humano e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a repetida consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim, o Leão encontrou o Macaco e perguntou:
– Ei, você aí, Macaco, quem é o Rei dos Animais?
O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta:
– Claro que é você, Leão, claro que é você!
Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao Papagaio:
– Currupato, Papagaio. Quem, segundo o seu conceito, é o Senhor da Floresta, não é o Leão?
E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar mas apenas o de repetir, lá repetiu o Papagaio, rumorejando as asas:
– Currupato... é o Leão? Não é o Leão? Não é o Leão, currupato?
Cheio de si, o Leão penetrou mais ainda na floresta adentro, em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a Coruja e perguntou:
– Coruja velha, não sou eu o Maioral da Mata?
– Sim, ninguém duvida de que és tu – disse a Coruja. Mas disse de lábia, não crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça, sem nem mesmo perceber que a floresta se adensava e se espinhava. Encontrou o Tigre!
– Tigre – disse em voz de estentor, para impor-se ao rival terrível – não tens a menor dúvida de que sou o Rei da Floresta. Certo?
O Tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão queimando as folhas e disse:
– É.
E quando o Leão se afastou, rugiu de novo, ainda mais mal-humorado e já arrependido.
Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o Elefante. Perguntou:
– Elefante, quem manda na floresta, quem é o Rei, Imperador, Cônsul, Embaixador, Presidente da República, dono e senhor das árvores e seres dentro da mata?
O Elefante pegou-o pela tromba, deu voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro.
O Leão caiu no chão, tonto e humilhado, levantou-se lambendo uma pata quebrada e murmurou:
– Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado.
Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que entende.
Assinale a alternativa em que os substantivos são epicenos:
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No painel de instrumentos do veículo, a luz denominada manômetro indica:
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AFINAL, QUEM MANDA NA FLORESTA?
Millôr Fernandes
Enfim resolveu o Leão sair para fazer sua pesquisa, verificar se ainda era o Rei dos Animais. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas para assegurar-se é uma das buscas constantes do espírito humano e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a repetida consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim, o Leão encontrou o Macaco e perguntou:
– Ei, você aí, Macaco, quem é o Rei dos Animais?
O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta:
– Claro que é você, Leão, claro que é você!
Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao Papagaio:
– Currupato, Papagaio. Quem, segundo o seu conceito, é o Senhor da Floresta, não é o Leão?
E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar mas apenas o de repetir, lá repetiu o Papagaio, rumorejando as asas:
– Currupato... é o Leão? Não é o Leão? Não é o Leão, currupato?
Cheio de si, o Leão penetrou mais ainda na floresta adentro, em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a Coruja e perguntou:
– Coruja velha, não sou eu o Maioral da Mata?
– Sim, ninguém duvida de que és tu – disse a Coruja. Mas disse de lábia, não crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça, sem nem mesmo perceber que a floresta se adensava e se espinhava. Encontrou o Tigre!
– Tigre – disse em voz de estentor, para impor-se ao rival terrível – não tens a menor dúvida de que sou o Rei da Floresta. Certo?
O Tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão queimando as folhas e disse:
– É.
E quando o Leão se afastou, rugiu de novo, ainda mais mal-humorado e já arrependido.
Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o Elefante. Perguntou:
– Elefante, quem manda na floresta, quem é o Rei, Imperador, Cônsul, Embaixador, Presidente da República, dono e senhor das árvores e seres dentro da mata?
O Elefante pegou-o pela tromba, deu voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro.
O Leão caiu no chão, tonto e humilhado, levantou-se lambendo uma pata quebrada e murmurou:
– Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado.
Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que entende.
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas por serem proparoxítonas:
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AFINAL, QUEM MANDA NA FLORESTA?
Millôr Fernandes
Enfim resolveu o Leão sair para fazer sua pesquisa, verificar se ainda era o Rei dos Animais. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas para assegurar-se é uma das buscas constantes do espírito humano e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a repetida consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim, o Leão encontrou o Macaco e perguntou:
– Ei, você aí, Macaco, quem é o Rei dos Animais?
O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta:
– Claro que é você, Leão, claro que é você!
Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao Papagaio:
– Currupato, Papagaio. Quem, segundo o seu conceito, é o Senhor da Floresta, não é o Leão?
E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar mas apenas o de repetir, lá repetiu o Papagaio, rumorejando as asas:
– Currupato... é o Leão? Não é o Leão? Não é o Leão, currupato?
Cheio de si, o Leão penetrou mais ainda na floresta adentro, em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a Coruja e perguntou:
– Coruja velha, não sou eu o Maioral da Mata?
– Sim, ninguém duvida de que és tu – disse a Coruja. Mas disse de lábia, não crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça, sem nem mesmo perceber que a floresta se adensava e se espinhava. Encontrou o Tigre!
– Tigre – disse em voz de estentor, para impor-se ao rival terrível – não tens a menor dúvida de que sou o Rei da Floresta. Certo?
O Tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão queimando as folhas e disse:
– É.
E quando o Leão se afastou, rugiu de novo, ainda mais mal-humorado e já arrependido.
Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o Elefante. Perguntou:
– Elefante, quem manda na floresta, quem é o Rei, Imperador, Cônsul, Embaixador, Presidente da República, dono e senhor das árvores e seres dentro da mata?
O Elefante pegou-o pela tromba, deu voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro.
O Leão caiu no chão, tonto e humilhado, levantou-se lambendo uma pata quebrada e murmurou:
– Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado.
Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que entende.
Em relação ao gênero dos substantivos assinale a alternativa incorreta:
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Dirigindo em uma via arterial ao aproximar-se de um cruzamento você visualiza a seguinte placa
, nesta mesma interceptação a um semáforo (que pisca intermitentemente na cor amarela) e ainda um guarda de trânsito que lhe adverte com
um silvo breve, neste momento você:
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AFINAL, QUEM MANDA NA FLORESTA?
Millôr Fernandes
Enfim resolveu o Leão sair para fazer sua pesquisa, verificar se ainda era o Rei dos Animais. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas para assegurar-se é uma das buscas constantes do espírito humano e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a repetida consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim, o Leão encontrou o Macaco e perguntou:
– Ei você aí Macaco quem é o Rei dos Animais
O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta:
– Claro que é você, Leão, claro que é você!
Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao Papagaio:
– Currupato, Papagaio. Quem, segundo o seu conceito, é o Senhor da Floresta, não é o Leão?
E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar mas apenas o de repetir, lá repetiu o Papagaio, rumorejando as asas:
– Currupato... é o Leão? Não é o Leão? Não é o Leão, currupato?
Cheio de si, o Leão penetrou mais ainda na floresta adentro, em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a Coruja e perguntou:
– Coruja velha, não sou eu o Maioral da Mata?
– Sim, ninguém duvida de que és tu – disse a Coruja. Mas disse de lábia, não crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça, sem nem mesmo perceber que a floresta se adensava e se espinhava. Encontrou o Tigre!
– Tigre – disse em voz de estentor, para impor-se ao rival terrível – não tens a menor dúvida de que sou o Rei da Floresta. Certo?
O Tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão queimando as folhas e disse:
– É.
E quando o Leão se afastou, rugiu de novo, ainda mais mal-humorado e já arrependido.
Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o Elefante. Perguntou:
– Elefante, quem manda na floresta, quem é o Rei, Imperador, Cônsul, Embaixador, Presidente da República, dono e senhor das árvores e seres dentro da mata?
O Elefante pegou-o pela tromba, deu voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro.
O Leão caiu no chão, tonto e humilhado, levantou-se lambendo uma pata quebrada e murmurou:
– Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado.
Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que entende.
A pontuação do segundo parágrafo foi retirada.
Assinale a alternativa em que a pontuação está efetuada corretamente:
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(baseando-se no formato e desenho da placa) Qual dos seguintes símbolos representa uma
placa de regulamentação?
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Considere a seguinte situação hipotética e em seguida assinale a alternativa correta:
Na rodovia PR 323 entre Cianorte – PR e Umuarama – PR existe um local onde a sinalização que limita a velocidade é inexistente. Num fim de semana (domingo) de tempo bom (sem condições adversas) dois agentes de trânsito posicionaram um radar móvel neste trecho da via e flagraram condutores dirigindo seus respectivos veículos nas seguintes velocidades:
• Rogério dirigia um veículo de passeio mantendo velocidade constante de 50 km/h.
• Francisco conduzia um caminhão “Toco” a 80 km/h.
• João Carlos pilotava uma motocicleta a 100 km/h.
Segundo o CTB – Código de Trânsito Brasileiro qual dos condutores dirigia ou pilotava de maneira irregular, podendo inclusive a critério da autoridade de trânsito, ser advertido com uma multa de natureza media e quatro pontos negativos no seu prontuário da CNH – Carteira Nacional de Habilitação?
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Considere que Aldo mora em Maringá e seu irmão Carlos, reside a 90 km de distância, em Londrina. Aldo e Carlos desejam viajar para Curitiba, com o objetivo de visitar a casa de seus pais, localizada a 380 km de distância da casa de Carlos. Sabe-se que ambos partiram de suas respectivas casas às 8:30h e que a rota de viagem é Maringá-Londrina-Curitiba, de acordo com a figura abaixo:

Aldo, sabendo que precisa percorrer 90 km a mais que o irmão, desenvolve com seu veículo, uma velocidade média de 100 km/h, enquanto que Carlos viaja a uma velocidade média de 80 km/h. Seguindo nesse mesmo ritmo, Aldo alcançará Carlos às:
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