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2375898 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Até 2050, a expectativa de vida dos brasileiros, hoje de 71,7 anos, deve aumentar em uma década, conforme o IBGE, alcançando um índice semelhante ao dos japoneses (que, por sua vez, terão atingido uma expectativa de 85 anos). No passado, devia-se a curva ascendente da longevidade sobretudo a progressos básicos, como o acesso universal a vacinas ou à água tratada. A ascensão dos próximos anos será produzida por um fenômeno muito mais complexo – o progresso da medicina em novos campos, como o da prevenção de doenças pela análise do DNA, cirurgias até agora tecnicamente impossíveis e pesquisas para determinar com precisão o papel da má alimentação no surgimento de certas doenças.
O “papy boom”, nome dado ao choque demográfico que o envelhecimento da população provocará nos próximos anos (numa contraposição ao “baby boom” pós-II Guerra Mundial), terá um impacto ainda não equacionado na economia, afetando o futuro dos sistemas de aposentadoria. Se é difícil imaginar como a sociedade sustentará os futuros aposentados, é bem mais fácil prever a situação de saúde que eles terão: estarão em condições físicas bem melhores do que as gerações anteriores. Festejar o centésimo aniversário, privilégio atualmente de apenas 0,01% da população brasileira, será regalia para uma parcela bem maior em 2050. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, o número de centenários no mundo chegará a 2,2 milhões, quinze vezes mais do que o registrado atualmente. O Brasil deve alcançar a nona posição nesse ranking.
É justamente entre os centenários que pesquisadores vêm descobrindo lições preciosas a respeito dos fatores decisivos para uma vida prolongada e saudável. O papel da genética está cada vez mais bem estabelecido. Os estudos indicam que, até os 80 anos, muitos fatores individuais influem na longevidade; depois dos 80, a genética é fundamental. A biologia molecular tem ajudado a entender a predisposição de algumas pessoas a desenvolver doenças que afetam a saúde e a longevidade. Entretanto, a chave do envelhecimento bem-sucedido, com qualidade de vida, não está na ausência de doenças e, sim, na preocupação que o indivíduo tem com a manutenção do bem-estar desde a idade adulta.
(Adaptado de Roberta Viganó, Veja, 25 de outubro de 2006, p. 144-146)
A afirmativa correta em relação ao texto é:
 

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2375897 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Até 2050, a expectativa de vida dos brasileiros, hoje de 71,7 anos, deve aumentar em uma década, conforme o IBGE, alcançando um índice semelhante ao dos japoneses (que, por sua vez, terão atingido uma expectativa de 85 anos). No passado, devia-se a curva ascendente da longevidade sobretudo a progressos básicos, como o acesso universal a vacinas ou à água tratada. A ascensão dos próximos anos será produzida por um fenômeno muito mais complexo – o progresso da medicina em novos campos, como o da prevenção de doenças pela análise do DNA, cirurgias até agora tecnicamente impossíveis e pesquisas para determinar com precisão o papel da má alimentação no surgimento de certas doenças.
O “papy boom”, nome dado ao choque demográfico que o envelhecimento da população provocará nos próximos anos (numa contraposição ao “baby boom” pós-II Guerra Mundial), terá um impacto ainda não equacionado na economia, afetando o futuro dos sistemas de aposentadoria. Se é difícil imaginar como a sociedade sustentará os futuros aposentados, é bem mais fácil prever a situação de saúde que eles terão: estarão em condições físicas bem melhores do que as gerações anteriores. Festejar o centésimo aniversário, privilégio atualmente de apenas 0,01% da população brasileira, será regalia para uma parcela bem maior em 2050. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, o número de centenários no mundo chegará a 2,2 milhões, quinze vezes mais do que o registrado atualmente. O Brasil deve alcançar a nona posição nesse ranking.
É justamente entre os centenários que pesquisadores vêm descobrindo lições preciosas a respeito dos fatores decisivos para uma vida prolongada e saudável. O papel da genética está cada vez mais bem estabelecido. Os estudos indicam que, até os 80 anos, muitos fatores individuais influem na longevidade; depois dos 80, a genética é fundamental. A biologia molecular tem ajudado a entender a predisposição de algumas pessoas a desenvolver doenças que afetam a saúde e a longevidade. Entretanto, a chave do envelhecimento bem-sucedido, com qualidade de vida, não está na ausência de doenças e, sim, na preocupação que o indivíduo tem com a manutenção do bem-estar desde a idade adulta.
(Adaptado de Roberta Viganó, Veja, 25 de outubro de 2006, p. 144-146)
De acordo com o texto,
 

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2375896 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
A forma do verbo colocado entre parênteses deverá preencher corretamente no singular a lacuna da frase:
 

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2375895 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América...
Considere as afirmativas feitas a respeito do período acima:
I. Observa-se uma quebra na estrutura sintática, considerando-se o processo de subordinação das orações.
II. A frase grifada denota condição subjetiva, como hipótese apresentada pelo autor.
III. Não haverá alteração do sentido original se for feita a seguinte alteração: Todos parecem confirmar as observações de Phillips...
Está correto o que se afirma em
 

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2375894 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
... que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Os dois-pontos introduzem, no contexto,
 

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2375893 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
É correto identificar no contexto, relação de oposição semântica entre os seguintes pares de expressões:
 

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2375892 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Entende-se corretamente o 3º parágrafo do texto como
 

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2375891 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Infere-se corretamente do texto que
 

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Questão presente nas seguintes provas
1847852 Ano: 2007
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Traumatismo craniano, febre alta e uso de drogas de abuso são fatores que podem ocasionar a ocorrência de
 

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1847850 Ano: 2007
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FCC
Orgão: Câm. Deputados
Ausência de movimentos respiratórios, ausência de pulso, palidez, pele fria e úmida e cianose de extremidade são sinais de
 

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