Foram encontradas 40 questões.
O número decimal 0,42 pode ser representado na forma
fracionária por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para revestir duas paredes retangulares com 4m de
comprimento por 3m de altura, cada uma, o Sr. José
utilizará um tipo de azulejo quadrado de 20×20 cm em
uma das paredes e utilizará um tipo de azulejo retangular
de 25×30 cm na outra. Desconsiderando a quebra de
alguns azulejos e o espaço entre eles, o número de azulejos que ele necessita comprar é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um engenheiro desenhou o projeto de uma rua com 40 cm de comprimento e X cm de largura. Essa rua
foi construída, respeitando as mesmas proporções do
desenho, com 200 m de comprimento e 25 m de largura.
No desenho, a largura X dessa rua mede
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A soma das idades de meu filho, de meu pai e a minha,
hoje, resulta em 140 anos. Meu pai tem o dobro da
minha idade, e eu tenho o dobro da idade de meu filho.
A diferença entre as idades de meu pai e de meu filho
é de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para um concurso, foram disponibilizadas 12 vagas.
O número de candidatos inscritos nessas vagas é de
480. A razão entre o número de vagas e o número de
candidatos inscritos para esse concurso é de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da
palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu
tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse
ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que
a distância, numa capacidade de doação e compreensão.
E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um
amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas
quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é,
somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser
revisto, afinal de contas há um critério explícito para que
se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês
Thomas Fuller (1608-1661) registrou: “Homem nenhum pode
ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo
enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova
também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca
e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e
comemoração.
(Mário Sérgio Cortella, Vamos pensar um pouco?: lições ilustradas
com a turma da Mônica/Maurício de Souza. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da
palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu
tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse
ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que
a distância, numa capacidade de doação e compreensão.
E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um
amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas
quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é,
somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser
revisto, afinal de contas há um critério explícito para que
se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês
Thomas Fuller (1608-1661) registrou: “Homem nenhum pode
ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo
enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova
também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca
e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e
comemoração.
(Mário Sérgio Cortella, Vamos pensar um pouco?: lições ilustradas
com a turma da Mônica/Maurício de Souza. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da
palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu
tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse
ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que
a distância, numa capacidade de doação e compreensão.
E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um
amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas
quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é,
somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser
revisto, afinal de contas há um critério explícito para que
se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês
Thomas Fuller (1608-1661) registrou: “Homem nenhum pode
ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo
enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova
também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca
e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e
comemoração.
(Mário Sérgio Cortella, Vamos pensar um pouco?: lições ilustradas
com a turma da Mônica/Maurício de Souza. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da
palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu
tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse
ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que
a distância, numa capacidade de doação e compreensão.
E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um
amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas
quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é,
somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser
revisto, afinal de contas há um critério explícito para que
se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês
Thomas Fuller (1608-1661) registrou: “Homem nenhum pode
ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo
enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova
também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca
e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e
comemoração.
(Mário Sérgio Cortella, Vamos pensar um pouco?: lições ilustradas
com a turma da Mônica/Maurício de Souza. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da
palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu
tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse
ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que
a distância, numa capacidade de doação e compreensão.
E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um
amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas
quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é,
somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser
revisto, afinal de contas há um critério explícito para que
se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês
Thomas Fuller (1608-1661) registrou: “Homem nenhum pode
ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo
enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova
também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca
e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e
comemoração.
(Mário Sérgio Cortella, Vamos pensar um pouco?: lições ilustradas
com a turma da Mônica/Maurício de Souza. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container