Foram encontradas 50 questões.
Comprei embalagens de lápis a R$6,00 cada, e embalagens de borrachas a R$8,00 cada, num total de 12 embalagens. O preço final ficou em R$88,00. Quantas embalagens de lápis e quantas de borracha eu comprei?
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Fonte: http://oficinasdealfabetizacao.blogspot.com.br/2013/02/e-por-falar-em-diferentes-sentidos-de.html Acesso em 8 jan. 2013.
Em relação à tirinha, podemos inferir:
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NÃO PODEMOS SER UMA NAU SEM RUMO
Um amigo me telefonou para elogiar um artigo desta coluna porque era “um tom mais otimista do que o habitual”. Agradeci, mas na verdade esta não é uma coluna simpática, boazinha: é o meu depoimento sobre o que vejo e sinto no país ou nesta humanidade que somos.
Sou sujeita a erros, enganos, cegueiras momentâneas, porque afinal somos todos apenas humanos. Minha preocupação com o que acontece por aqui é intensa, e me esforço para que não sombreie minha vida e meu convívio com as pessoas. Não sou pessimista: tento ser realista. E faço aqui, num jogo não muito bom de palavras, uma breve “lista” de acontecimentos e atitudes que me assustam.
Por toda parte pipocam manifestações, e não me digam que resultam da felicidade do povo com melhorias de vida, que agora quer mais benefícios… não é permitido neste momento grave tapar o sol com nenhuma peneira, nem mesmo dourada. Descobrimos que podemos nos manifestar, e nos manifestamos, o que é ótimo, é democrático (nem sempre pacífico…).
Protestar é questão de respeito próprio. Muitos desses protestos terminam em violência, e não é meia dúzia de vândalos: boa parte deles participa desde o começo, abertamente mascarados e bem preparados para o que virá. Vidraças de lojas, bancos, invasão de hotel, farmácias, nada escapa à destruição. Temos reais punições para isso? Ingenuidade, inocência ou desviar os olhos neste momento é ruim. Os protestos se multiplicam, junto com tantas greves, que parece que tudo vai parar. Diálogos não funcionam, exigências são incorretas ou excessivas, autoridades ignoradas ou atônitas, ordens judiciais descumpridas.
A democracia, nosso fundamento, é difícil. Vivemos num estado de anarquia, pronunciou-se uma desembargadora. E queimam-se ônibus a torto e a direito: porque falta luz, água; porque as inundações são rotina e novamente perdemos tudo; porque esperamos horas com filho febril no colo e não somos atendidos; porque a condução é péssima; porque alguém foi morto; porque alguém foi preso; ou simplesmente porque perdemos a paciência. Fica a indagação: por que destruímos tantos ônibus, prejudicando o já tão maltratado povo? O que haverá por trás disso?
Um bando de torcedores de um clube de futebol invade a sede, os jogadores conseguem se esconder, um deles quase é surrado, mas ainda escapa para junto dos colegas. Os bandidos, pois são bandidos, rendem um funcionário, quebram, roubam. Reação do clube? Apenas, que eu visse, no primeiro momento, o treinador explicando: “Os jogadores se esforçaram muito…” Claro que no jogo seguinte o time perdeu. Imagine-se a condição psicológica dos atletas que, até em casa, recebem telefonemas ameaçadores. Se não tomarmos cuidado, se não houver punição rápida, e concreta, vira mais uma moda e perdeu-se o sentido do esporte.
Destruir bens públicos ou privados ou machucar pessoas raramente dá punição: os criminosos são logo soltos, ou tratados como vítimas (menores quase são pegos no colo, e policiais crucificados). Quadrilhas de bandidos comandam as cidades, a população está desamparada. Por que ninguém se interessa? Não! Porque as leis são anacrônicas ou descumpridas, na leniência geral, e a Justiça acaba favorecendo o criminoso. Mensaleiros condenados, se presos, continuam em redes sociais, atuam, aparecem na mídia, quase heróis.
Na saúde, de situação surreal, trazer médicos estrangeiros é ficção: o que falta são condições mínimas para um médico sério trabalhar. Muitas vezes não há leito, água, uma aspirina para dar aos pacientes. Na economia, nem me atrevo a falar. Vejam os dados reais. Na educação estamos entre os piores do mundo: creio obstinadamente que investir em educação (que é sempre a médio prazo) é essencial para sair desse atoleiro.
Mas precisamos melhorar logo, sem comissões inúteis, sem projetos impossíveis — a fim de que o país não lembre uma grande estrutura desconjuntada, com passageiros inertes ou alegrinhos, apavorados, aproveitadores ou descrentes, numa nau sem rumo sobre um mar de naufrágio.
(LUFT, Lya. Não podemos ser uma nau sem rumo. Revista Veja. São Paulo, 1º de fevereiro de 2014.)
“Se não tomarmos cuidado, se não houver punição rápida, e concreta, vira mais uma moda e perdeu-se o sentido do esporte.”
Em relação ao emprego do se no trecho acima, podemos afirmar:
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NÃO PODEMOS SER UMA NAU SEM RUMO
Um amigo me telefonou para elogiar um artigo desta coluna porque era “um tom mais otimista do que o habitual”. Agradeci, mas na verdade esta não é uma coluna simpática, boazinha: é o meu depoimento sobre o que vejo e sinto no país ou nesta humanidade que somos.
Sou sujeita a erros, enganos, cegueiras momentâneas, porque afinal somos todos apenas humanos. Minha preocupação com o que acontece por aqui é intensa, e me esforço para que não sombreie minha vida e meu convívio com as pessoas. Não sou pessimista: tento ser realista. E faço aqui, num jogo não muito bom de palavras, uma breve “lista” de acontecimentos e atitudes que me assustam.
Por toda parte pipocam manifestações, e não me digam que resultam da felicidade do povo com melhorias de vida, que agora quer mais benefícios… não é permitido neste momento grave tapar o sol com nenhuma peneira, nem mesmo dourada. Descobrimos que podemos nos manifestar, e nos manifestamos, o que é ótimo, é democrático (nem sempre pacífico…).
Protestar é questão de respeito próprio. Muitos desses protestos terminam em violência, e não é meia dúzia de vândalos: boa parte deles participa desde o começo, abertamente mascarados e bem preparados para o que virá. Vidraças de lojas, bancos, invasão de hotel, farmácias, nada escapa à destruição. Temos reais punições para isso? Ingenuidade, inocência ou desviar os olhos neste momento é ruim. Os protestos se multiplicam, junto com tantas greves, que parece que tudo vai parar. Diálogos não funcionam, exigências são incorretas ou excessivas, autoridades ignoradas ou atônitas, ordens judiciais descumpridas.
A democracia, nosso fundamento, é difícil. Vivemos num estado de anarquia, pronunciou-se uma desembargadora. E queimam-se ônibus a torto e a direito: porque falta luz, água; porque as inundações são rotina e novamente perdemos tudo; porque esperamos horas com filho febril no colo e não somos atendidos; porque a condução é péssima; porque alguém foi morto; porque alguém foi preso; ou simplesmente porque perdemos a paciência. Fica a indagação: por que destruímos tantos ônibus, prejudicando o já tão maltratado povo? O que haverá por trás disso?
Um bando de torcedores de um clube de futebol invade a sede, os jogadores conseguem se esconder, um deles quase é surrado, mas ainda escapa para junto dos colegas. Os bandidos, pois são bandidos, rendem um funcionário, quebram, roubam. Reação do clube? Apenas, que eu visse, no primeiro momento, o treinador explicando: “Os jogadores se esforçaram muito…” Claro que no jogo seguinte o time perdeu. Imagine-se a condição psicológica dos atletas que, até em casa, recebem telefonemas ameaçadores. Se não tomarmos cuidado, se não houver punição rápida, e concreta, vira mais uma moda e perdeu-se o sentido do esporte.
Destruir bens públicos ou privados ou machucar pessoas raramente dá punição: os criminosos são logo soltos, ou tratados como vítimas (menores quase são pegos no colo, e policiais crucificados). Quadrilhas de bandidos comandam as cidades, a população está desamparada. Por que ninguém se interessa? Não! Porque as leis são anacrônicas ou descumpridas, na leniência geral, e a Justiça acaba favorecendo o criminoso. Mensaleiros condenados, se presos, continuam em redes sociais, atuam, aparecem na mídia, quase heróis.
Na saúde, de situação surreal, trazer médicos estrangeiros é ficção: o que falta são condições mínimas para um médico sério trabalhar. Muitas vezes não há leito, água, uma aspirina para dar aos pacientes. Na economia, nem me atrevo a falar. Vejam os dados reais. Na educação estamos entre os piores do mundo: creio obstinadamente que investir em educação (que é sempre a médio prazo) é essencial para sair desse atoleiro.
Mas precisamos melhorar logo, sem comissões inúteis, sem projetos impossíveis — a fim de que o país não lembre uma grande estrutura desconjuntada, com passageiros inertes ou alegrinhos, apavorados, aproveitadores ou descrentes, numa nau sem rumo sobre um mar de naufrágio.
(LUFT, Lya. Não podemos ser uma nau sem rumo. Revista Veja. São Paulo, 1º de fevereiro de 2014.)
“Quadrilhas de bandidos comandam as cidades, a população está desamparada. Por que ninguém se interessa? Não! Porque as leis são anacrônicas ou descumpridas, na leniência geral, e a Justiça acaba favorecendo o criminoso.”
Acerca desse trecho, assinale a alternativa que explica corretamente o emprego dos porquês em destaque.
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TRÊS NÃO É DEMAIS
O primeiro filho nasce, esperado e planejado. O ritmo de vida muda, os gastos aumentam e o casal não está mais sozinho. Logo vem a dúvida: aumentar ou não a família? Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, com base no Censo 2010, indicam que, nos últimos anos, a maioria dos pais para por aí e fica com apenas um. Outra parte importante arrisca, no máximo, ter um segundo filho para fazer companhia ao primogênito. Mas há quem contrarie a regra. Na contramão da queda da taxa de fecundidade no país, um grupo de casais mostra que, com planejamento, é possível formar famílias numerosas como no passado, com três ou mais crianças.
As estatísticas mostram que ter muitos filhos deixou de ser tendência. Para muitos casais, porém, ter a casa cheia de crianças ainda é projeto de vida. Três filhos, eles dizem, não são demais – há quem ache até pouco. O engenheiro e professor universitário Ion Willer dos Santos, de 49 anos, pensa assim. Ele se casou com a pedagoga Marília França de Souza, de 46 anos, em 1995, depois de cinco anos de namoro. Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo. Tiveram 4 filhos (Vitor, hoje com 15 anos, depois Pedro,13, e Jade, agora com 10 anos). Marília até pensou que pararia por aí, mas, numa reunião com amigos e diante de repetidos sonhos com um bebê, decidiu aumentar a prole. Rapidamente ela engravidou de Luca, hoje com 5 anos.
A família está completa, mas Ion quer ter mais dois. Para dar conta dos quatro, o casal põe tudo na ponta do lápis. O mesmo planejamento que tiveram para tê-los aplicam agora nos gastos. Cada um tem uma agenda coordenada pela mãe, com as descrições sobre as atividades. Os filhos estudam em escola particular e fazem cursos extras. Quando querem fazer uma viagem ou comprar algum bem, fazem os cálculos juntos para analisar se será necessário fazer algum corte no orçamento. “Vivemos bem com simplicidade e ensinamos isso a eles. Não queremos ter muito, preferimos ser mais e isso é importante para sermos pais”, diz Ion. O casal conta com a ajuda de uma funcionária em casa, que é considerada a quinta filha. Remanejaram também os horários no trabalho para sempre estar com as crianças. “Priorizamos a família, esse foi o nosso foco. Agora, trabalho num período e ele em outro para estarmos mais em casa com eles”, conta Marília.
A médica Fabiane Dias Lopes, de 40 anos, e o publicitário Paulo Henrique Leal Soares, de 41, já ouviram dos colegas inúmeras vezes que são loucos. Mas não consideram loucura, apenas um objetivo. “Foi uma decisão mesmo, sempre quisemos ter três filhos”, disse. Quando tinham cinco anos de casados, o desafio começou. Paula nasceu em 2004, três anos depois chegou Mateus e, quando ele estava prestes a fazer 1 ano, veio Lara. Para Fabiane, o principal desafio para dar conta do recado é ter a ajuda do marido para tudo. “Fazemos tudo junto para dar certo, ele me ajuda demais. Nós dois trabalhamos fora e, dentro de casa, é um conjunto, ele faz tudo que eu também faço”, afirma.
A decisão financeira pesa na hora de tomar a decisão de ter a casa cheia. Desde que as crianças nasceram, Fabiane e Paulo contrataram empregada doméstica, babá e, até o semestre passado, tinham uma faxineira. E, antes, segundo ela, já tinham uma condição que permitia a chegada de mais filhos, por isso houve a escolha. A estrutura ainda permitiu que a médica retornasse ao trabalho um tempo depois do nascimento dos filhos.
Para a psicopedagoga Jane Patrícia Haddad, o que se percebe é um envolvimento maior dos pais quando é uma decisão comum ter muitos filhos. “Não vejo dificuldade em ter dois, três ou quatro, depende da dinâmica da família”, avalia. “Muitas vezes, quem tem vários filhos consegue administrar melhor do que quem tem apenas um. Muitos filhos não significa necessariamente aumento de problema”, acrescenta. A dica da especialista é que o casal planeje, principalmente financeiramente. Ter filhos, ela lembra, é sinônimo de muita dedicação, não é algo provisório e muitas vezes faz com que pais tenham de abrir mão de projetos pessoais.
(GIUDICE, Patrícia. Três não é demais. Estado de Minas. Belo Horizonte, 10 de novembro de 2013.)
Todas as afirmativas abaixo são ideias defendidas pela autora, EXCETO
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Um cilindro é chamado de equilátero quando sua altura é igual ao diâmetro de sua base. Se um cilindro equilátero tem volume !$ V = 16\pi cm^3 !$, sua altura mede
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“As estatísticas mostram que ter muitos filhos deixou de ser tendência. Para muitos casais, porém, ter a casa cheia de crianças ainda é projeto de vida.”
No trecho, podemos afirmar que o conectivo em destaque, nesse contexto, apresenta a ideia de
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Considere um número “todo ímpar” como sendo um número no qual todos os seus dígitos são ímpares. Sendo assim, a quantidade de números “todos ímpares” de três algarismos distintos é:
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Uma herança, no valor de R$120000,00, será dividida entre três irmãos. A vontade do pai era que cada um recebesse o valor diretamente proporcional à sua idade. Sabendo-se que eles têm 26, 21 e 13 anos, o irmão mais novo deve receber
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TRÊS NÃO É DEMAIS
O primeiro filho nasce, esperado e planejado. O ritmo de vida muda, os gastos aumentam e o casal não está mais sozinho. Logo vem a dúvida: aumentar ou não a família? Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, com base no Censo 2010, indicam que, nos últimos anos, a maioria dos pais para por aí e fica com apenas um. Outra parte importante arrisca, no máximo, ter um segundo filho para fazer companhia ao primogênito. Mas há quem contrarie a regra. Na contramão da queda da taxa de fecundidade no país, um grupo de casais mostra que, com planejamento, é possível formar famílias numerosas como no passado, com três ou mais crianças.
As estatísticas mostram que ter muitos filhos deixou de ser tendência. Para muitos casais, porém, ter a casa cheia de crianças ainda é projeto de vida. Três filhos, eles dizem, não são demais – há quem ache até pouco. O engenheiro e professor universitário Ion Willer dos Santos, de 49 anos, pensa assim. Ele se casou com a pedagoga Marília França de Souza, de 46 anos, em 1995, depois de cinco anos de namoro. Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo. Tiveram 4 filhos (Vitor, hoje com 15 anos, depois Pedro,13, e Jade, agora com 10 anos). Marília até pensou que pararia por aí, mas, numa reunião com amigos e diante de repetidos sonhos com um bebê, decidiu aumentar a prole. Rapidamente ela engravidou de Luca, hoje com 5 anos.
A família está completa, mas Ion quer ter mais dois. Para dar conta dos quatro, o casal põe tudo na ponta do lápis. O mesmo planejamento que tiveram para tê-los aplicam agora nos gastos. Cada um tem uma agenda coordenada pela mãe, com as descrições sobre as atividades. Os filhos estudam em escola particular e fazem cursos extras. Quando querem fazer uma viagem ou comprar algum bem, fazem os cálculos juntos para analisar se será necessário fazer algum corte no orçamento. “Vivemos bem com simplicidade e ensinamos isso a eles. Não queremos ter muito, preferimos ser mais e isso é importante para sermos pais”, diz Ion. O casal conta com a ajuda de uma funcionária em casa, que é considerada a quinta filha. Remanejaram também os horários no trabalho para sempre estar com as crianças. “Priorizamos a família, esse foi o nosso foco. Agora, trabalho num período e ele em outro para estarmos mais em casa com eles”, conta Marília.
A médica Fabiane Dias Lopes, de 40 anos, e o publicitário Paulo Henrique Leal Soares, de 41, já ouviram dos colegas inúmeras vezes que são loucos. Mas não consideram loucura, apenas um objetivo. “Foi uma decisão mesmo, sempre quisemos ter três filhos”, disse. Quando tinham cinco anos de casados, o desafio começou. Paula nasceu em 2004, três anos depois chegou Mateus e, quando ele estava prestes a fazer 1 ano, veio Lara. Para Fabiane, o principal desafio para dar conta do recado é ter a ajuda do marido para tudo. “Fazemos tudo junto para dar certo, ele me ajuda demais. Nós dois trabalhamos fora e, dentro de casa, é um conjunto, ele faz tudo que eu também faço”, afirma.
A decisão financeira pesa na hora de tomar a decisão de ter a casa cheia. Desde que as crianças nasceram, Fabiane e Paulo contrataram empregada doméstica, babá e, até o semestre passado, tinham uma faxineira. E, antes, segundo ela, já tinham uma condição que permitia a chegada de mais filhos, por isso houve a escolha. A estrutura ainda permitiu que a médica retornasse ao trabalho um tempo depois do nascimento dos filhos.
Para a psicopedagoga Jane Patrícia Haddad, o que se percebe é um envolvimento maior dos pais quando é uma decisão comum ter muitos filhos. “Não vejo dificuldade em ter dois, três ou quatro, depende da dinâmica da família”, avalia. “Muitas vezes, quem tem vários filhos consegue administrar melhor do que quem tem apenas um. Muitos filhos não significa necessariamente aumento de problema”, acrescenta. A dica da especialista é que o casal planeje, principalmente financeiramente. Ter filhos, ela lembra, é sinônimo de muita dedicação, não é algo provisório e muitas vezes faz com que pais tenham de abrir mão de projetos pessoais.
(GIUDICE, Patrícia. Três não é demais. Estado de Minas. Belo Horizonte, 10 de novembro de 2013.)
Analise o trecho abaixo:
“Ter filhos, ela lembra, é sinônimo de muita dedicação, não é algo provisório (...)”.
O termo em negrito poderá ser substituído, sem prejuízo de sentido, por todos os outros termos abaixo, EXCETO
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