Foram encontradas 80 questões.
Em relação à formação de palavras, a alternativa
que apresenta um caso de derivação
parassintética é:
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Em relação aos pronomes oblíquos, segundo os
termos gramaticais, assinale a alternativa que
está, segundo a gramática normativa, correta:
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Em um diálogo entre mãe e filho, lê-se o seguinte
trecho:
“Você pode sair, sim. Desde que volte antes das dez da noite.”
A locução “desde que” estabelece entre as orações uma relação de:
“Você pode sair, sim. Desde que volte antes das dez da noite.”
A locução “desde que” estabelece entre as orações uma relação de:
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Assinale a alternativa em que há erro quanto ao
uso do hífen, de acordo com a nova ortografia:
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Assinale a alternativa em que a função da
linguagem é predominantemente conativa:
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Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
O distanciamento entre pais e filhos em tempos de
redes sociais
As redes sociais, inicialmente celebradas como
pontes entre pessoas distantes, têm se tornado,
paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos
lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas
suas atenções estão cativas a telas que brilham mais
do que os olhos um do outro. A intimidade, antes
construída em torno de refeições, conversas noturnas
ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à
distração contínua.
Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física
com presentes ou permissividade digital, reforçam
uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez,
criam vínculos mais intensos com influenciadores do
que com os próprios responsáveis. Não se trata de
demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como
tal, depende de como é utilizada. O problema emerge
quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada
de “tempo de qualidade online”.
Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta
ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer
“agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para
quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio
contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar
junto — de verdade.
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Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
O distanciamento entre pais e filhos em tempos de
redes sociais
As redes sociais, inicialmente celebradas como
pontes entre pessoas distantes, têm se tornado,
paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos
lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas
suas atenções estão cativas a telas que brilham mais
do que os olhos um do outro. A intimidade, antes
construída em torno de refeições, conversas noturnas
ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à
distração contínua.
Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física
com presentes ou permissividade digital, reforçam
uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez,
criam vínculos mais intensos com influenciadores do
que com os próprios responsáveis. Não se trata de
demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como
tal, depende de como é utilizada. O problema emerge
quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada
de “tempo de qualidade online”.
Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta
ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer
“agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para
quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio
contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar
junto — de verdade.
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Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
O distanciamento entre pais e filhos em tempos de
redes sociais
As redes sociais, inicialmente celebradas como
pontes entre pessoas distantes, têm se tornado,
paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos
lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas
suas atenções estão cativas a telas que brilham mais
do que os olhos um do outro. A intimidade, antes
construída em torno de refeições, conversas noturnas
ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à
distração contínua.
Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física
com presentes ou permissividade digital, reforçam
uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez,
criam vínculos mais intensos com influenciadores do
que com os próprios responsáveis. Não se trata de
demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como
tal, depende de como é utilizada. O problema emerge
quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada
de “tempo de qualidade online”.
Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta
ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer
“agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para
quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio
contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar
junto — de verdade.
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O distanciamento entre pais e filhos em tempos de
redes sociais
As redes sociais, inicialmente celebradas como
pontes entre pessoas distantes, têm se tornado,
paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos
lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas
suas atenções estão cativas a telas que brilham mais
do que os olhos um do outro. A intimidade, antes
construída em torno de refeições, conversas noturnas
ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à
distração contínua.
Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física
com presentes ou permissividade digital, reforçam
uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez,
criam vínculos mais intensos com influenciadores do
que com os próprios responsáveis. Não se trata de
demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como
tal, depende de como é utilizada. O problema emerge
quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada
de “tempo de qualidade online”.
Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta
ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer
“agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para
quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio
contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar
junto — de verdade.
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O distanciamento entre pais e filhos em tempos de
redes sociais
As redes sociais, inicialmente celebradas como
pontes entre pessoas distantes, têm se tornado,
paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos
lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas
suas atenções estão cativas a telas que brilham mais
do que os olhos um do outro. A intimidade, antes
construída em torno de refeições, conversas noturnas
ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à
distração contínua.
Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física
com presentes ou permissividade digital, reforçam
uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez,
criam vínculos mais intensos com influenciadores do
que com os próprios responsáveis. Não se trata de
demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como
tal, depende de como é utilizada. O problema emerge
quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada
de “tempo de qualidade online”.
Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta
ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer
“agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para
quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio
contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar
junto — de verdade.
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