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Foram encontradas 55 questões.

A questão do terrorismo é um problema cada vez mais globalizado. Nos últimos tempos aumentou significativamente o número de atentados, ocorridos ou frustrados, em regiões onde não existe um conflito militar efetivo. Entre os grupos terroristas a seguir, assinale o que ganhou mais projeção internacional com atentados, principalmente em países europeus e na Síria.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2528550 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

De acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da língua, leia as afirmações sobre os verbos destacados em "Totalmente interessado, TIVE uma dessas exclamações de pasmo que LISONJEIAM sempre os informantes e nada EXPRIMEM de definitivo."

I. As três formas verbais são intransitivas.

II. A terceira forma destacada indica basicamente caracterização do estado das pessoas.

III. As duas primeiras formas indicam que o núcleo verbal necessita de complemento.

Está correto apenas o que se afirma em:

 

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2528342 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

O texto aponta para a ideia de que os agentes funerários podem ser considerados "Urubus".

"- Oh! não conhece? São os urubus!
- Urubus?
- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto".

Ao fazer essa construção, faz uso de uma figura, denominada:

 

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2528137 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

Sobre o texto, é correto afirmar que a(o):

 

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2527836 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

No ambiente MS Windows, um aplicativo que trabalha de forma direta com arquivos, possuindo extensões .ppa, .pps, .pot, .odp e .potm, é identificado como sendo usado para:

 

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2527362 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

Sobre o texto leia as afirmativas a seguir.

I. O narrador conta a história, colocando-se como testemunha das cenas tristes que viu.

II. O texto mostra a luta pela sobrevivência dos trabalhadores de pequenos serviços ingratos ligados à morte.

III. Assim como o narrador pretende informar seu leitor, um funcionário do serviço mortuário enfoca a questão dos agenciadores da morte a fim de informar seu interlocutor.

Está correto o que se afirma em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2526906 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Em um plano de mídia, na elaboração de sua estratégia, a função do meio de apoio é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2526123 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

É um elemento que será decidido após a análise em um composto de marketing:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2525449 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Em qual fase do processo de pesquisa propõem-se explicações provisórias para o problema, relacionando duas ou mais das variáveis fixadas na fase anterior?

 

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No mês de maio de 2016 um dos aplicativos de comunicação mais utilizados no Brasil foi bloqueado por determinação da justiça. O bloqueio, que perdurou por mais de 24 horas, foi ao seguinte aplicativo:

 

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