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Foram encontradas 30 questões.

2523296 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ

Assinale a alternativa onde houve ERRO no emprego ou não do acento indicativo de crase.

 

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2522474 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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Enquanto aguarda a chegada do resgate, a pessoa que socorre vítimas de uma colisão entre dois carros deverá soltar o cinto de segurança, sem movimentar o corpo delas, quando:

 

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2522446 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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O Código de Trânsito Brasileiro define sinalização de trânsito como sendo um conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada, possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior segurança dos veículos e pedestres que nela circulam. Sobre o tema, assinale a opção INCORRETA.

 

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2522319 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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Numa pousada foram gastos R$ 33.000,00 para a alimentação de 60 hóspedes durante 10 dias. Se o dono da pousada hospedar um grupo de 90 pessoas por 15 dias, então o gasto com alimentação, em reais, será de:

 

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2521528 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações, EXCETO:

 

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2521233 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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A aquaplanagem pode acontecer com qualquer tipo de veículo e em qualquer piso. Para evitar tal situação de perigo, deve-se, EXCETO:

 

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2521001 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ

OS NAMORADOS DA FILHA

Quando a filha adolescente anunciou que ia dormir com o namorado, o pai não disse nada. Não a recriminou, não lembrou os rígidos padrões morais de sua antiga juventude. Homem avançado, já esperava que aquilo acontecesse um dia. Só não esperava que acontecesse tão cedo.
Mas tinha uma exigência, além das clássicas recomendações. A moça podia dormir com o namorado:
─ Mas aqui em casa.
Ela, por sua vez, não protestou. Até ficou contente. Aquilo resultava em inesperada comodidade. Vida amorosa em domicílio, o que mais podia desejar? Perfeito.
O namorado não se mostrou menos satisfeito. Entre outras razões, porque passaria a partilhar o abundante café da manhã da família. Aliás, seu apetite era espantoso: diante do olhar assombrado e melancólico do dono da casa, devorava toneladas do melhor requeijão, do mais fino presunto, tudo regado a litros de suco de laranja.
Um dia, o namorado sumiu. Brigamos, disse a filha, mas já estou saindo com outro. O pai pediu que ela trouxesse o rapaz. Veio, e era muito parecido com o anterior: magro, cabeludo, com apetite descomunal.
Brevemente, o homem descobriria que constância não era uma característica fundamental de sua filha. Os namorados começaram a se suceder em ritmo acelerado. Cada manhã de domingo, era uma nova surpresa: este é o Rodrigo, este é o James, este é o Tato, este é o Cabeça. Lá pelas tantas, ele desistiu de memorizar nomes ou mesmo fisionomias. Se estava na mesa do café da manhã, era namorado. Às vezes, também acontecia ─ ah, essa próstata, essa próstata ─ que ele levantava à noite para ir ao banheiro e cruzava com um dos galãs no corredor. Encontro insólito, mas os cumprimentos eram sempre gentis.
Uma noite, acordou, como de costume, e, no corredor, deu de cara com um rapaz que o olhou apavorado. Tranquilizou-o:
─ Eu sou o pai da Melissa. Não se preocupe, fique à vontade. Faça de conta que a casa é sua.
E foi deitar.
Na manhã seguinte, a filha desceu para tomar café. Sozinha.
─ E o rapaz? ─ perguntou o pai.
─ Que rapaz? ─ disse ela.
Algo lhe ocorreu, e ele, nervoso, pôs-se de imediato a checar a casa. Faltava o CD player, a máquina fotográfica, a impressora do computador. O namorado não era namorado. Paixão poderia nutrir, mas era pela propriedade alheia.
Um único consolo restou ao perplexo pai: aquele, pelo menos, não fizera estrago no café da manhã.

(Moacyr Scliar. Crônica extraída da Revista Zero Hora, 26/4/1998)

Quando a filha adolescente anunciou que ia dormir com o namorado, o pai não disse nada. Não a recriminou, não lembrou os rígidos padrões morais de sua antiga juventude”. As palavras sublinhadas são, respectivamente:

 

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2520987 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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Sobre as normas de ultrapassagem, segundo o CTB, assinale a opção INCORRETA.

 

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2520669 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ
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Dizer “Não é verdade que aquele objeto não é azul” equivale a dizer:

 

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2520240 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IAN
Orgão: Câm. Miguel Pereira-RJ

OS NAMORADOS DA FILHA

Quando a filha adolescente anunciou que ia dormir com o namorado, o pai não disse nada. Não a recriminou, não lembrou os rígidos padrões morais de sua antiga juventude. Homem avançado, já esperava que aquilo acontecesse um dia. Só não esperava que acontecesse tão cedo.
Mas tinha uma exigência, além das clássicas recomendações. A moça podia dormir com o namorado:
─ Mas aqui em casa.
Ela, por sua vez, não protestou. Até ficou contente. Aquilo resultava em inesperada comodidade. Vida amorosa em domicílio, o que mais podia desejar? Perfeito.
O namorado não se mostrou menos satisfeito. Entre outras razões, porque passaria a partilhar o abundante café da manhã da família. Aliás, seu apetite era espantoso: diante do olhar assombrado e melancólico do dono da casa, devorava toneladas do melhor requeijão, do mais fino presunto, tudo regado a litros de suco de laranja.
Um dia, o namorado sumiu. Brigamos, disse a filha, mas já estou saindo com outro. O pai pediu que ela trouxesse o rapaz. Veio, e era muito parecido com o anterior: magro, cabeludo, com apetite descomunal.
Brevemente, o homem descobriria que constância não era uma característica fundamental de sua filha. Os namorados começaram a se suceder em ritmo acelerado. Cada manhã de domingo, era uma nova surpresa: este é o Rodrigo, este é o James, este é o Tato, este é o Cabeça. Lá pelas tantas, ele desistiu de memorizar nomes ou mesmo fisionomias. Se estava na mesa do café da manhã, era namorado. Às vezes, também acontecia ─ ah, essa próstata, essa próstata ─ que ele levantava à noite para ir ao banheiro e cruzava com um dos galãs no corredor. Encontro insólito, mas os cumprimentos eram sempre gentis.
Uma noite, acordou, como de costume, e, no corredor, deu de cara com um rapaz que o olhou apavorado. Tranquilizou-o:
─ Eu sou o pai da Melissa. Não se preocupe, fique à vontade. Faça de conta que a casa é sua.
E foi deitar.
Na manhã seguinte, a filha desceu para tomar café. Sozinha.
─ E o rapaz? ─ perguntou o pai.
─ Que rapaz? ─ disse ela.
Algo lhe ocorreu, e ele, nervoso, pôs-se de imediato a checar a casa. Faltava o CD player, a máquina fotográfica, a impressora do computador. O namorado não era namorado. Paixão poderia nutrir, mas era pela propriedade alheia.
Um único consolo restou ao perplexo pai: aquele, pelo menos, não fizera estrago no café da manhã.

(Moacyr Scliar. Crônica extraída da Revista Zero Hora, 26/4/1998)

De acordo com o texto, assinale a opção CORRETA.

 

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