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Foram encontradas 140 questões.

3781464 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?
   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
    [...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
No título, que adjetivo mostra ao leitor de qual tipo de brincadeira a reportagem fala?
 

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3781463 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?
   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
    [...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
De acordo com essa reportagem, quem brinca de “queimada”, “esconde-esconde” , “roda”, “cotia”:
 

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3781462 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?
   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
    [...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Complete as palavras a seguir com c, ç, ss:
Crian—a; crian---ada; crian---ice; crian---ola.

Marque a alternativa correta:
 

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3781461 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?
   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
    [...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Releia este trecho: “Mas e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?”
Nessa frase, o adjetivo “sofisticados” é o mesmo que:
 

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3781460 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?
   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
    [...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Algo que “caminha para o esquecimento” é algo que:
 

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3781459 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Por fim o corvo abriu o bico...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “bico”, nesse contexto:
 

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3781458 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Um corvo roubou um belo pedaço de carne...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “belo” nesse contexto:
 

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3781457 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Considere o trecho: “A raposa suspirou e acabou dizendo...” Marque a alternativa que apresenta o modo e o tempo nos quais está flexionado o verbo “dizendo”
 

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3781456 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Considere a frase: “Por fim o corvo abriu o bico e crocitou”. O vocábulo crocitou pode ser substituído, nesse contexto, sem prejuízo de sentido, por:
 

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3781455 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
O texto em estudo é predominantemente:
 

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