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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o
esquecimento?
É pouco provável que pais e avós da atualidade
não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou
“Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos
sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?
Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo
isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
[...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para
o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto
adaptado.)
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o
esquecimento?
É pouco provável que pais e avós da atualidade
não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou
“Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos
sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?
Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo
isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
[...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para
o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto
adaptado.)
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o
esquecimento?
É pouco provável que pais e avós da atualidade
não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou
“Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos
sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?
Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo
isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
[...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para
o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto
adaptado.)
Crian—a; crian---ada; crian---ice; crian---ola.
Marque a alternativa correta:
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o
esquecimento?
É pouco provável que pais e avós da atualidade
não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou
“Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos
sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?
Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo
isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
[...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para
o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto
adaptado.)
Nessa frase, o adjetivo “sofisticados” é o mesmo que:
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TEXTO II
As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o
esquecimento?
É pouco provável que pais e avós da atualidade
não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou
“Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos
sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?
Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo
isso, será que criança ainda brinca como antigamente?
[...]
(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para
o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto
adaptado.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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