Foram encontradas 30 questões.
1400477
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Assinale a alternativa que apresenta o nome “popular” do esportista brasileiro que, a partir dos Jogos Pan-americanos de 2015, passou a ser o detentor do recorde de maior número de medalhas na soma das 17 edições desse evento.
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1398072
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o estado de Minas Gerais tem aproximadamente 20 milhões de habitantes, sendo o segundo mais populoso do país.
Assinale a alternativa que apresenta a posição do estado de Minas Gerais considerando o número total de habitantes de cada um dos estados da região Sudeste.
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Analise a frase a seguir.
Ana Paula avançou o sinal em um cruzamento, cometendo, assim, uma ______ gravíssima.
A palavra que completa corretamente a frase anterior, segundo a norma-padrão da língua portuguesa, é:
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1396240
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Assinale a alternativa que apresenta a microrregião à qual, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Nova Serrana pertence no estado de Minas Gerais.
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O acessório do Windows 7 que permite observar e organizar os arquivos gravados na memória do computador é o(a):
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Tecnologia
Luis Fernando Verissimo
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré- eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais,tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou”. “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Disponível em: <http://pensador.uol.com.br/
cronicas_de_luis_ fernando_verissimo>. Acesso em: 25 ago. 2015 (Adaptação).
Esse texto é
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Paulo comprou uma TV e pagou mais 10% do seu valor pela garantia estendida. Além disso, comprou também um aparelho de som, que custou a metade do valor da TV.
Sabendo-se que Paulo gastou R$ 3 200,00 nessas compras, o preço sem garantia da TV era de:
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De acordo com norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância verbal e / ou nominal está INCORRETA.
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Tecnologia
Luis Fernando Verissimo
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré- eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais,tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou”. “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Disponível em: <http://pensador.uol.com.br/
cronicas_de_luis_ fernando_verissimo>. Acesso em: 25 ago. 2015 (Adaptação).
Leia a frase a seguir.
“Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele.”
Na frase anterior, a expressão destacada exprime uma:
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Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase foi empregado incorretamente.
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