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Hoje, por meio da internet, é possível acessar conteúdos completos de trabalhos científicos nacionais. São importantes fontes de informação em teses e em artigos de periódicos, respectivamente,
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Como a assinatura é a garantia de validade dos documentos e, por isso, requer legitimidade, em um documento administrativo, o servidor deve indicar abaixo da assinatura seu
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Para fazer referências bibliográficas de patentes, devem ser considerados como elementos essenciais: “entidade responsável e/ou autor, título, número da patente e datas”. As datas que devem constar são as referentes ao período
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O software que permite realizar comunicação grátis pela internet por voz, mensagens instantâneas e vídeo) é o
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Dos 11 vereadores presentes a uma sessão, 6 votaram a favor de um Projeto. A fração que representa a quantidade de vereadores que não votaram a favor desse projeto é igual a
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Sobre a linguagem no radiojornalismo, aconselha-se
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Linguistas de instituições como a USP ponderam. Marcelo Módolo informa que, embora pareça recente, "presidenta" é termo antigo. Ao menos desde o dicionário de Cândido de Figueiredo (1899):
"Presidenta, f. (neol.) mulher que preside; mulher de um presidente. (Fem. de presidente.)"
-"Presidenta" já está consignado no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), no Houaiss; por isso, para mim, é indiferente o uso – diz Módolo. Sua colega, Elis Cardoso de Almeida, concorda.
- Tanto faz qualquer uma das formas. O dicionário as aceita, embora se saiba que substantivos formados por -nte são comuns de dois gêneros, invariáveis, portanto: (o,a) estudante, assistente, etc. Por essa lógica, deveríamos ter (o,a) presidente. Na prática, é improvável que a questão cause crises, e é esperado que a preferência se resolva nas situações comunicativas.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12196>
Ao dizer que o termo "presidenta", embora pareça recente, é antigo, Marcelo Módolo
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1410944
Ano: 2011
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Constitui postura profissional recomendável
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Fontes de informação como livros, patentes, teses e artigos, dentre outras, são classificadas em primárias, secundárias ou terciárias. Tal classificação se fundamenta no princípio ou critério da
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"A CHAGA DA EDUCAÇÃO"
Carlos José Marques

Extenuante, incompatível com o excepcional momento de avanço do País, a tragédia da educação brasileira – que se arrasta secularmente desde a colonização – continua a exibir sem retoques suas marcas. Na semana passada, de maneira vergonhosa, o Brasil voltou a figurar no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos. Estava na rabeira! Entre as 65 nações analisadas, o Brasil era o 53º colocado!$ ^{a)} !$. Segundo a organização que elabora o levantamento, os jovens brasileiros estão ao menos três anos defasados em relação aos chineses no campo da leitura!$ ^{d)} !$. A maior parte deles (69,1% do total) ficou no Nível 1 de conhecimento de matemática, em uma escala com seis graus de pontuação!$ ^{c)} !$. A qualidade de ensino por aqui se mostrou tão ruim que, entre os 20 mil alunos brasileiros participantes da bateria de provas, mais da metade não passou da primeira etapa. Um desempenho sofrível tanto de alunos de escolas públicas como de escolas privadas. Enquanto a média mundial de pontos no exame girou no patamar de 496 acertos, a brasileira ficou na casa de 401. Demonstração inequívoca de que o País relegou sim a um segundo plano o preparo adequado de seu futuro. Os candidatos brasileiros apanharam feio e situaram-se atrás de estudantes da Tailândia, do Uruguai, da Colômbia, do Azerbaijão, da Turquia, do Casaquistão, de Trinidad e Tobago, do Chile. É melhor parar por aqui para estancar a humilhação. A síntese do problema chama-se investimento no aprendizado. A capacitação, o conhecimento dos alunos que saem de colégios nacionais e das inúmeras faculdades que não param de aparecer – como caça-níqueis enganosos, vendendo diploma em troca de nada – é, para dizer o mínimo, lamentável. Invariavelmente, os que almejam galgar melhores posições no mercado precisam passar por cursos extracurriculares, quase sempre no Exterior. Curiosamente, hoje no mundo corporativo a grande discussão trata da falta de mão de obra qualificada!$ ^{b)} !$. Um mal para o qual a única saída é uma mobilização geral – de governantes, instituições de ensino e, especialmente, empresas – que priorize recursos para a área. O diagnóstico da chaga não é novo. Surpreendente é a apatia, o descaso, a quase inércia que toma conta do País diante do mal maior, que conspira contra o seu próprio desenvolvimento.
Disponível em:<http://www.istoe.com.br>.
Não há referência ao desempenho sofrível dos estudantes brasileiros no PISA em:
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