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Foram encontradas 40 questões.

2558567 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
Os termos destacados estão corretamente interpretados entre parênteses, EXCETO em:
 

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2558487 Ano: 2018
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
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O nome da pasta que o Windows Server 2012 R2 utiliza para armazenar todos os módulos do sistema operacional que ele pode precisar instalar posteriormente é:
 

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2558281 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
Considerando as opções do grupo “Configurar Página” da guia “LAYOUT DA PÁ- GINA” do Microsoft Word, versão português do Office 2013, correlacione as colunas a seguir:
Enunciado 3037979-1
Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:
 

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2558277 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
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Considere a planilha a seguir do Microsoft Excel, versão português do Office 2013:
Enunciado 3037692-1
Todos os resultados das fórmulas a seguir estão corretos, EXCETO:
 

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2558151 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
São exemplos de tarefas disponíveis na categoria “Hardware e Sons” do Painel de Controle do Microsoft Windows 7, versão português, EXCETO:
 

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2557978 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
Medos à beira do abismo
"De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes.
Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava?
Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma.
Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio.
A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?
Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.
Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.
Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar.
Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada.
Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira- do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018
Sobre o título do texto, é correto afirmar, EXCETO que
 

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2554749 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
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Função do Microsoft Excel, versão português do Office 2013, que retorna um número específico de caracteres de uma cadeia de texto, começando na posição especificada, com base no número de caracteres especificado:
 

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2554677 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
Medos à beira do abismo
"De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes.
Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava?
Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma.
Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio.
A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?
Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.
Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.
Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar.
Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada.
Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira- do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018
O propósito do texto é, EXCETO:
 

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2554601 Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
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Considerando os tipos de backup que podem ser utilizados em uma organização, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
 

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2553540 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pedro Leopoldo-MG
São exemplos de estilos de formatação disponíveis no grupo “Estilo” da guia “PÁ- GINA INICIAL”, de acordo com a instalação padrão do Microsoft Word, versão português do Office 2013, EXCETO:
 

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