Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Câm. Tietê-SP
Em qual das cidades abaixo ocorrerão as Olimpíadas de 2016:
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Quando dividimos dois números, encontramos exatamente o quociente 5, e quando somamos encontramos 72. O maior desses números é:
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Certo número multiplicado por 8, dá 160; multiplicado por 4, quanto dará:
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Assinale a alternativa que apresenta palavras proparoxiítonas.
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A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega a mandou parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no dentista, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou que a velhinha fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas à vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou: - Olha vovozinha, eu sou fiscal da Alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não vou dar parte, não apreendo não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia”? - quis saber a velhinha,
- Juro - respondeu o fiscal.
- É lambreta.
(Stanislaw Ponte Preta)
Que adjetivos (qualidades) você daria à velhinha:
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Um número mais sua metade mais sua quarta parte é igual a 63. Esse número é:
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Durante a Temporada Natalina, uma instituição de caridade distribuiu presentes para os meninos e meninas de um orfanato, num total de 100 presentes. Cada presente das meninas custou R$ 3,00 e dos meninos R$ 4,50 cada, tendo a instituição despendido ao todo R$ 360,00. A quantia gasta com os meninos foi de:
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A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega a mandou parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no dentista, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou que a velhinha fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas à vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou: - Olha vovozinha, eu sou fiscal da Alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não vou dar parte, não apreendo não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia”? - quis saber a velhinha,
- Juro - respondeu o fiscal.
- É lambreta.
(Stanislaw Ponte Preta)
O final da história surpreende por quê:
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O M.M.C. entre 3,27 e 60 é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Câm. Tietê-SP
Na última Copa do Mundo realizada em 2014, a seleção Alemã sagrou-se campeã jogando a final no estádio:
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