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Cérebro humano
Preste atenção. Ler este pedido é possível porque os olhos traduziram a imagem de cada letra em centenas de milhares de sinais elétricos que, em linha quase reta, escorregaram até a parte de trás da massa gelatinosa abrigada na caixa do crânio. Daquela região, próxima à nuca, foram disparados outros milhares de mensagens que se esparramaram pelas laterais, encontrando na superfície rugosa da massa uma área capaz de reconhecer as letras e montar palavras. Em seguida, partiram dali, em todas as direções, ondas elétricas que, ao varrer a víscera cinzenta, encontraram o significado da frase, escondido em um canto qualquer da memória.
Compreendida, a ordem foi comparada a outras mensagens, desde relatórios sobre o organismo a informações sobre o ambiente, que chegam a todo instante ao cérebro humano - uma construção tão complexa que os melhores cérebros que se dedicaram a estudá-la concluíram, sem preocupação com a modéstia, que não existe nada igual em todo o Universo conhecido. Então, se ao cérebro que defrontou com a primeira linha deste texto nada pareceu mais importante do que o pedido de prestar atenção, se por algum motivo não brotou na memória uma forte saudade nem irrompeu no organismo uma dor de dente, é bem capaz que o sistema nervoso tenha decidido escalar mais células para interpretar a leitura, atendendo à solicitação. E, caso todo o processo tenha ocorrido, durou exatamente o tempo necessário para ler as quatro primeiras palavras do texto.
De uma célula para outra, no entanto, a informação trafega no cérebro 1 milhão de vezes mais devagar do que um sinal de computador. Apesar da desvantagem inicial, porém, o cérebro consegue reconhecer um rosto em fração de segundo; portanto, no final das contas, está um corpo à frente da Informática. A diferença é possível porque bilhões de células nervosas, os neurônios, podem trabalhar ao mesmo tempo na solução de um único problema, como identificar uma forma ou compreender uma ordem, enquanto um computador processa, passo a passo, as informações que recebe. Só recentemente começaram experiências para fazê-los trabalhar em paralelo, como o cérebro humano.
Apenas nos últimos dez anos, os cientistas começaram a desvendar para valer os mecanismos cerebrais que tornam o homem inteligente. E as últimas descobertas aconselham apagar da memória a gasta analogia do computador. Parece muito mais adequado comparar o cérebro humano a um movimentado pregão da Bolsa ou a um igualmente agitado debate estudantil em que as informações pipocam de forma desorganizada e, muitas vezes, prevalece quem fala mais alto. No ano passado, cientistas americanos concluíram que qualquer estímulo que chega ao cérebro não segue uma rota definida, mas percorre diversos caminhos de neurônios, e alguns vão levar a dados que nada têm a ver com o assunto tratado.
Mas sempre que determinado estímulo encontra uma espécie de eco em algum dado estocado na memória, esse circuito passa a ser mais ativado, como se gritasse alto e bom som uma pista. No final, é como se o cérebro escolhesse as pistas e, por intuição, decidisse em favor de uma resposta, mesmo que incompleta, pelos dados de que dispõe. Graças a essa maneira aparentemente desajeitada de ser inteligente, às vezes nem com muito esforço o homem resolve equações cuja solução uma calculadora de bolso daria em um zás-trás.
Em contrapartida, é essa fórmula de sempre trabalhar simultaneamente com um grande número de informações que dá à inteligência humana toda a flexibilidade, fazendo com que o homem seja capaz de reconhecer depois de muito tempo um amigo que deixou crescer a barba, ou de imaginar um passeio de gôndola sem nunca ter pisado em Veneza e, principalmente, de lidar com toda sorte de imprevistos. Para chegar a essa compreensão dos mecanismos da inteligência, os americanos criaram um computador programado de acordo com os conhecimentos que se tem sobre a anatomia cerebral, ou seja, a forma como os neurônios se distribuem. É que na geometria dessas células de 1 centésimo de milímetro de diâmetro e de seus prolongamentos pode estar o segredo de ser humano.
Texto adaptado. Disponível em:
http://super.abril.com.br/
A expressão “ou seja”, no último parágrafo do texto, NÃO pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:
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Para os fins da Lei das Licitações (Lei nº. 8.666, de 21 de junho de 1993), considera-se, EXCETO:
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Cérebro humano
Preste atenção. Ler este pedido é possível porque os olhos traduziram a imagem de cada letra em centenas de milhares de sinais elétricos que, em linha quase reta, escorregaram até a parte de trás da massa gelatinosa abrigada na caixa do crânio. Daquela região, próxima à nuca, foram disparados outros milhares de mensagens que se esparramaram pelas laterais, encontrando na superfície rugosa da massa uma área capaz de reconhecer as letras e montar palavras. Em seguida, partiram dali, em todas as direções, ondas elétricas que, ao varrer a víscera cinzenta, encontraram o significado da frase, escondido em um canto qualquer da memória.
Compreendida, a ordem foi comparada a outras mensagens, desde relatórios sobre o organismo a informações sobre o ambiente, que chegam a todo instante ao cérebro humano - uma construção tão complexa que os melhores cérebros que se dedicaram a estudá-la concluíram, sem preocupação com a modéstia, que não existe nada igual em todo o Universo conhecido. Então, se ao cérebro que defrontou com a primeira linha deste texto nada pareceu mais importante do que o pedido de prestar atenção, se por algum motivo não brotou na memória uma forte saudade nem irrompeu no organismo uma dor de dente, é bem capaz que o sistema nervoso tenha decidido escalar mais células para interpretar a leitura, atendendo à solicitação. E, caso todo o processo tenha ocorrido, durou exatamente o tempo necessário para ler as quatro primeiras palavras do texto.
De uma célula para outra, no entanto, a informação trafega no cérebro 1 milhão de vezes mais devagar do que um sinal de computador. Apesar da desvantagem inicial, porém, o cérebro consegue reconhecer um rosto em fração de segundo; portanto, no final das contas, está um corpo à frente da Informática. A diferença é possível porque bilhões de células nervosas, os neurônios, podem trabalhar ao mesmo tempo na solução de um único problema, como identificar uma forma ou compreender uma ordem, enquanto um computador processa, passo a passo, as informações que recebe. Só recentemente começaram experiências para fazê-los trabalhar em paralelo, como o cérebro humano.
Apenas nos últimos dez anos, os cientistas começaram a desvendar para valer os mecanismos cerebrais que tornam o homem inteligente. E as últimas descobertas aconselham apagar da memória a gasta analogia do computador. Parece muito mais adequado comparar o cérebro humano a um movimentado pregão da Bolsa ou a um igualmente agitado debate estudantil em que as informações pipocam de forma desorganizada e, muitas vezes, prevalece quem fala mais alto. No ano passado, cientistas americanos concluíram que qualquer estímulo que chega ao cérebro não segue uma rota definida, mas percorre diversos caminhos de neurônios, e alguns vão levar a dados que nada têm a ver com o assunto tratado.
Mas sempre que determinado estímulo encontra uma espécie de eco em algum dado estocado na memória, esse circuito passa a ser mais ativado, como se gritasse alto e bom som uma pista. No final, é como se o cérebro escolhesse as pistas e, por intuição, decidisse em favor de uma resposta, mesmo que incompleta, pelos dados de que dispõe. Graças a essa maneira aparentemente desajeitada de ser inteligente, às vezes nem com muito esforço o homem resolve equações cuja solução uma calculadora de bolso daria em um zás-trás.
Em contrapartida, é essa fórmula de sempre trabalhar simultaneamente com um grande número de informações que dá à inteligência humana toda a flexibilidade, fazendo com que o homem seja capaz de reconhecer depois de muito tempo um amigo que deixou crescer a barba, ou de imaginar um passeio de gôndola sem nunca ter pisado em Veneza e, principalmente, de lidar com toda sorte de imprevistos. Para chegar a essa compreensão dos mecanismos da inteligência, os americanos criaram um computador programado de acordo com os conhecimentos que se tem sobre a anatomia cerebral, ou seja, a forma como os neurônios se distribuem. É que na geometria dessas células de 1 centésimo de milímetro de diâmetro e de seus prolongamentos pode estar o segredo de ser humano.
Texto adaptado. Disponível em:
http://super.abril.com.br/
Em “No final, é como se o cérebro escolhesse as pistas e, por intuição, decidisse em favor de uma resposta, mesmo que incompleta, pelos dados de que dispõe”, os verbos destacados conjugam-se no modo verbal:
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Fui ao mercado e paguei minha compra de R$ 324,00 com 7 notas de R$ 50,00. Qual foi o meu troco?
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Prefeito de Porto Alegre confirma aumento na tarifa dos ônibus em 2014
As passagens do transporte público em Porto Alegre terão um aumento em 2014. Conforme afirmou o prefeito José Fortunati em entrevista à Rádio Gaúcha nesta sexta-feira, não há como manter o valor atual, de R$ 2,80. A capital gaúcha está com o transporte coletivo paralisado em função da greve dos rodoviários, que começou há 12 dias. Entre as exigências da categoria para voltar a trabalhar está o reajuste salarial – o que, em conjunto com os exigidos aumento no vale-alimentação e redução na participação do plano de saúde, além do aumento no preço do óleo diesel, tornaria inevitável uma elevação na tarifa.
O prefeito disse que o reajuste somente será apresentado quando houver uma solução para o impasse entre rodoviários e empresas de ônibus. Ontem, um julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou que a forma de cálculo das tarifas do transporte coletivo vai mudar. Com o novo cálculo, havia a expectativa de que o valor das passagens caísse, mas o prefeito garantiu que haverá um aumento na tarifa – apenas com percentual menor.
O aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,05 foi o estopim de protestos entre março e abril do ano passado em Porto Alegre, que acabaram se espalhando para o resto do Brasil. A prefeitura anunciou, na época, que "a decisão reduziu o preço em relação aos R$ 3,0698 (7,37%) votados pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu), após análise dos cálculos da planilha tarifária, encaminhada aos conselheiros pela Secretaria Municipal dos Transportes (SMT)". O pedido dos empresários do transporte coletivo era de R$ 3,30, aumento de 15,8% sobre os R$ 2,85 da passagem em vigor então.
Disponível em: http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades
Releia: “Ontem, um julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou que a forma de cálculo das tarifas do transporte coletivo vai mudar”. As palavras em destaque são exemplo de:
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Prefeito de Porto Alegre confirma aumento na tarifa dos ônibus em 2014
As passagens do transporte público em Porto Alegre terão um aumento em 2014. Conforme afirmou o prefeito José Fortunati em entrevista à Rádio Gaúcha nesta sexta-feira, não há como manter o valor atual, de R$ 2,80. A capital gaúcha está com o transporte coletivo paralisado em função da greve dos rodoviários, que começou há 12 dias. Entre as exigências da categoria para voltar a trabalhar está o reajuste salarial – o que, em conjunto com os exigidos aumento no vale-alimentação e redução na participação do plano de saúde, além do aumento no preço do óleo diesel, tornaria inevitável uma elevação na tarifa.
O prefeito disse que o reajuste somente será apresentado quando houver uma solução para o impasse entre rodoviários e empresas de ônibus. Ontem, um julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou que a forma de cálculo das tarifas do transporte coletivo vai mudar. Com o novo cálculo, havia a expectativa de que o valor das passagens caísse, mas o prefeito garantiu que haverá um aumento na tarifa – apenas com percentual menor.
O aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,05 foi o estopim de protestos entre março e abril do ano passado em Porto Alegre, que acabaram se espalhando para o resto do Brasil. A prefeitura anunciou, na época, que "a decisão reduziu o preço em relação aos R$ 3,0698 (7,37%) votados pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu), após análise dos cálculos da planilha tarifária, encaminhada aos conselheiros pela Secretaria Municipal dos Transportes (SMT)". O pedido dos empresários do transporte coletivo era de R$ 3,30, aumento de 15,8% sobre os R$ 2,85 da passagem em vigor então.
Disponível em: http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades
Exemplo de encontro vocálico, encontro consonantal e dígrafo, nas sílabas em destaque, respectivamente:
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NÃO faz parte do rol de princípios previstos no artigo 37 da Constituição Federal de 1988, que a Administração Pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deve obedecer:
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Sabendo que um quilolitro (kl) possui 1000 litros. Então quantos quilolitros possuem 21 litros?
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De acordo com a figura, qual é a área da figura hachurada?
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2495282
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Toledo-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Toledo-PR
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Assinale a alternativa que apresenta o trecho do Hino Nacional brasileiro escrito de forma INCORRETA:
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