Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2351520 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Veganismo para leigos
O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considere as seguintes assertivas sobre a abordagem feita ao veganismo segundo o texto:
I. O texto nos informa que o veganismo já existiu com um sentido diferente do que lhe é atribuído hoje.
II. A causa vegana tem argumentos impactantes, como as notícias sobre os prejuízos causados à saúde pelo consumo de produtos animais, como carne e leite contaminados.
III. Defensores do veganismo difundem a crença de que a exploração dos animais pelo homem é, principalmente, um traço cultural, que deve ser abolido, pois há possibilidades para isso.
IV. Há o entendimento, dos defensores do veganismo, de que os animais são seres sencientes; ou seja, assim como os seres humanos, podem sentir emoções como medo e prazer.
Quais encontram respaldo no texto?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2351519 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Veganismo para leigos
O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari) anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considerando a concordância dos elementos do texto, assinale a alternativa que completa – correta e respectivamente – as lacunas tracejadas das linhas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2351518 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Veganismo para leigos
O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente ....................... apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como ........................ somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e ......................... diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considerando o sentido e os elementos textuais do primeiro parágrafo, assinale a alternativa que apresenta os verbos adequados para completar as lacunas pontilhadas das linhas respectivamente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236433 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
No Windows 8.1, uma forma de acessar um menu que possibilite o acesso ao Gerenciador de Tarefas é através do atalho:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236432 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
O grupo Iniciar Mala Direta se encontra na guia:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236430 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Considerando que seja utilizado um teclado que possua a tecla WIN (aquela que possui um desenho semelhante ou igual ao logotipo do Windows) e que o sistema operacional em uso seja o Windows 8.1 (idioma Português), o que deve ocorrer ao serem pressionadas concomitantemente as teclas WIN e R?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236429 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Suponha que haja um texto que preencha uma página inteira e que o cursor esteja no meio texto. Ao pressionar e manter pressionada a tecla Shift e depois pressionar a tecla End, o que deve ocorrer?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236428 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Suponha que o Google Chrome Versão 59 esteja sendo usado, conforme mostra a Figura 2 abaixo, e que o mouse esteja configurado para destro, o que deve ocorrer ao clicar duas vezes com o botão esquerdo do mouse onde aponta a seta?
Enunciado 1236428-1
Figura 2 – Google Chrome 59 em um sistema operacional Windows 8.1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236426 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Enunciado 1236426-1
Figura – 1 Microsoft Excel 2007
Qual será o resultado da fórmula =SOMASE(C3:E9;">1")?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1236425 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Viamão-RS
Provas:
Enunciado 1236425-1
Figura – 1 Microsoft Excel 2007
Qual será o resultado da fórmula =MÉDIA(D4:E6)?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas