Foram encontradas 119 questões.
Julgue o item a seguir, relativo à Bíblia Hebraica (BH).
A BH é composta de três partes: as duas primeiras são a Lei (ou Torá) e os Profetas.
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Julgue o item a seguir, relativo à Bíblia Hebraica (BH).
Segundo a tradição judaica, Abraão teria sido o autor da Torá.
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Somos animais de postura ereta, por isso é cansativo permanecer muito tempo de cabeça para baixo e, portanto, temos uma noção comum de alto e baixo, tendendo a privilegiar o primeiro sobre o segundo. Igualmente temos noções de direita e esquerda, do estar parado e do caminhar, do estar em pé ou deitado, do arrastar-se e do saltar, da vigília e do sono. Como todos temos membros, sabemos o que significa bater em uma matéria resistente, penetrar em uma substância mole e líquida, esmagar, tamborilar, amassar, chutar, talvez até dançar. A lista poderia continuar longamente e compreender o ver, ouvir, comer ou beber, ingurgitar ou expelir. E certamente todo homem tem noção de que coisa significa perceber, recordar, sentir desejo, medo, tristeza ou alívio, prazer ou dor, e emitir sons que exprimam estes sentimentos. Portanto (e já entramos na esfera do direito) temos concepções universais acerca do constrangimento: não se deseja que alguém nos impeça de falar, ver, ouvir, dormir, ingurgitar ou expelir, ir aonde quisermos; sofremos se alguém nos amarra ou mantém-nos segregados, nos bate, fere ou mata, nos sujeita a torturas físicas ou psíquicas que diminuam ou anulem nossa capacidade de pensar. (...) Notemos que até agora coloquei em cena apenas uma espécie de Adão bestial e solitário, que ainda não sabe o que seja a relação sexual, o prazer do diálogo, o amor pelos filhos, a dor da perda de uma pessoa amada; mas já nessa fase, pelo menos para nós (se não para ele ou ela), esta semântica já tornou-se a base de uma ética: devemos, antes de tudo, respeitar o direito da corporalidade do outro, entre os quais o direito de pensar e falar. Se nossos semelhantes tivessem respeitado esses “direitos do corpo” não teríamos tido o massacre dos Inocentes, os cristãos no circo, a noite de São Bartolomeu, a fogueira para os hereges, os campos de extermínio, a censura, as crianças nas minas, os estupros na Bósnia.
Umberto Eco. Cinco escritos morais. São Paulo: Record, 1998, p. 93-4.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item subseqüente.
O direito à corporalidade independe da consciência da universalidade de uma semântica da corporeidade.
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Acerca da genealogia de Jesus, descrita no Novo Testamento, no Evangelho de Mateus (1, 1-17), e com base nos conhecimentos bíblicos correlatos, julgue o item a seguir.
Tamar travestiu-se de prostituta para seduzir o genro Judá.
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Sara Oliveira, com 32 anos de idade, funcionária de uma agência de propaganda em Salvador, já gastou cerca de R$ 20 mil, nos últimos dois anos, com medicamentos e psicólogos. Sem auto-estima e motivação, a ida ao trabalho se transformou em um pesadelo diário.“Quando comecei na agência, estava superentusiasmada, com vontade de produzir, de mostrar serviço. Mas nada do que fazia agradava o meu chefe, que reclamava de tudo, nunca estava satisfeito com meu trabalho e me ofendia diariamente, insinuando incompetência”, conta a publicitária. Por causa dos transtornos no trabalho, ela desenvolveu um princípio de síndrome do pânico (distúrbio psíquico de ansiedade) e passou a usar medicação controlada.
Instituto Observatório Social. Internet: <www.observatoriosocial.org.br>.
A partir da situação relatada, julgue o seguinte item.
A cobrança por resultados cria uma forma velada de violência nas organizações.
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Acerca de João Calvino e a Reforma, julgue o próximo item.
A estrutura da igreja calvinista de Genebra era eclesiástica, baseada no Concistoro, órgão colegiado dos pastores da cidade.
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O historiador que lida com fontes cristãs primitivas na busca pelo Jesus histórico se sente tantas vezes como o homem que corta a cebola à procura do miolo. As tiras se seguem umas às outras até não sobrar mais nada que se constitua como núcleo. Na pesquisa do Jesus da história, são tantos os filtros intermediários deformadores — o filtro da fase oral da transmissão de ditos e atos de Jesus, o filtro chamado de redacional (das intenções autoral-literárias dos evangelistas), o filtro deformador das recensões dos copistas dos manuscritos do Novo Testamento (NT) — que a investigação acerca do perfil religioso do judeu Jesus se torna um desafio. O terceiro filtro intermediário deformador, mencionado acima, constitui talvez o maior dos desafios na reconstituição de tradições a respeito de Jesus de Nazaré, pois são muitos os codex, os papiros, as versões antigas do NT, as citações do NT na patrística a serem pesquisados para a aferição de tradições primitivas.
Luiz Felipe Coimbra Ribeiro. Livres são os filhos (Mt 17:24-27). In: VVAA.
Jesus de Nazaré: uma outra história. Fapesp/Annablume, 2006, p. 341-2 (com adaptações).
Julgue o item subseqüente com base no texto acima, na história e na hermenêutica bíblicas.
A intenção redacional de cada um dos evangelistas influiu na apresentação do perfil de Jesus.
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Somos animais de postura ereta, por isso é cansativo permanecer muito tempo de cabeça para baixo e, portanto, temos uma noção comum de alto e baixo, tendendo a privilegiar o primeiro sobre o segundo. Igualmente temos noções de direita e esquerda, do estar parado e do caminhar, do estar em pé ou deitado, do arrastar-se e do saltar, da vigília e do sono. Como todos temos membros, sabemos o que significa bater em uma matéria resistente, penetrar em uma substância mole e líquida, esmagar, tamborilar, amassar, chutar, talvez até dançar. A lista poderia continuar longamente e compreender o ver, ouvir, comer ou beber, ingurgitar ou expelir. E certamente todo homem tem noção de que coisa significa perceber, recordar, sentir desejo, medo, tristeza ou alívio, prazer ou dor, e emitir sons que exprimam estes sentimentos. Portanto (e já entramos na esfera do direito) temos concepções universais acerca do constrangimento: não se deseja que alguém nos impeça de falar, ver, ouvir, dormir, ingurgitar ou expelir, ir aonde quisermos; sofremos se alguém nos amarra ou mantém-nos segregados, nos bate, fere ou mata, nos sujeita a torturas físicas ou psíquicas que diminuam ou anulem nossa capacidade de pensar. (...) Notemos que até agora coloquei em cena apenas uma espécie de Adão bestial e solitário, que ainda não sabe o que seja a relação sexual, o prazer do diálogo, o amor pelos filhos, a dor da perda de uma pessoa amada; mas já nessa fase, pelo menos para nós (se não para ele ou ela), esta semântica já tornou-se a base de uma ética: devemos, antes de tudo, respeitar o direito da corporalidade do outro, entre os quais o direito de pensar e falar. Se nossos semelhantes tivessem respeitado esses “direitos do corpo” não teríamos tido o massacre dos Inocentes, os cristãos no circo, a noite de São Bartolomeu, a fogueira para os hereges, os campos de extermínio, a censura, as crianças nas minas, os estupros na Bósnia.
Umberto Eco. Cinco escritos morais. São Paulo: Record, 1998, p. 93-4.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item subseqüente.
A igualdade moral de cada um depende de haver compartilhamento das mesmas sensações corporais.
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O historiador que lida com fontes cristãs primitivas na busca pelo Jesus histórico se sente tantas vezes como o homem que corta a cebola à procura do miolo. As tiras se seguem umas às outras até não sobrar mais nada que se constitua como núcleo. Na pesquisa do Jesus da história, são tantos os filtros intermediários deformadores — o filtro da fase oral da transmissão de ditos e atos de Jesus, o filtro chamado de redacional (das intenções autoral-literárias dos evangelistas), o filtro deformador das recensões dos copistas dos manuscritos do Novo Testamento (NT) — que a investigação acerca do perfil religioso do judeu Jesus se torna um desafio. O terceiro filtro intermediário deformador, mencionado acima, constitui talvez o maior dos desafios na reconstituição de tradições a respeito de Jesus de Nazaré, pois são muitos os codex, os papiros, as versões antigas do NT, as citações do NT na patrística a serem pesquisados para a aferição de tradições primitivas.
Luiz Felipe Coimbra Ribeiro. Livres são os filhos (Mt 17:24-27). In: VVAA.
Jesus de Nazaré: uma outra história. Fapesp/Annablume, 2006, p. 341-2 (com adaptações).
Julgue o item subseqüente com base no texto acima, na história e na hermenêutica bíblicas.
As primeiras tradições sobre Jesus de Nazaré circularam oralmente.
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Deve-se levar em conta, na análise do mundo bíblico, que sua literatura foi construída a partir de relações de ordem social, econômica, política e cultural. Assim sendo, é possível dizer que, nos tempos bíblicos, houve fundamentalmente três tipos de economia, ou seja, três modos de produção, denominados de tribal, tributário e escravista. Isso implica dizer que a construção da literatura bíblica está indelevelmente marcada pelo tipo de economia e de sociedade em que as pessoas viviam. O modo de produção tribal pode ser entendido como uma economia de partilha. Há troca de serviços e não há comercialização de produtos. Tudo é visto em função do bem comum. Valoriza-se o coletivo. A terra é percebida como de propriedade comum, impedindo, assim, o título de propriedade privada. A apropriação do produto dá-se em base igualitária. Intercâmbios comerciais são quase inexistentes. Não se apresenta ainda uma estrutura de classe. Na produção do campo, quando há excedentes, são revertidos em favor do povo. É um modo de produção próprio ao campo. A terra na sociedade camponesa, as pastagens e os rebanhos na sociedade pastoril são propriedades do clã ou da tribo. A única condição para o uso dos meios de produção e para o acesso à produção social é que se pertença à comunidade.
Luiz Alexandre Solano Rossi. Modo de produção escravista e a sua influência na
percepção da sociedade judaica no pós-exílio. In: Revista Mirabilia, n. 4, dez./2004.
Julgue o item que se segue, a partir das informações histórico-econômicas contidas no texto acima.
As classes sociais são proibidas pela literatura bíblica.
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