Foram encontradas 20 questões.
Calcule X na equação abaixo:
\( X = \dfrac{1}{10} + \dfrac{\dfrac{1}{10}}{\dfrac{2}{100}} \)
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O resultado da expressão abaixo é:
0,1÷0,02
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Efetuando corretamente os cálculos da expressão abaixo resulta em:
((5+3).12) ÷ ((5-3).4) = ?
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Uma ação cotada a R$ 1,00 na bolsa de valores caiu 50% de seu valor. No dia seguinte ela subiu 50%. O valor final da ação será de:
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São 10h45min e seu voo está decolando. Ele terá uma duração de 1 hora e meia. O avião chegará ao aeroporto de destino às:
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Leia o Texto a segui, para responder a questão abaixo.
FERAS DE ESTIMAÇÃO
Cora Rónai
25/04/2024
Uma vez entrevistei Orlando Orfei. Foi em outra vida, num mundo em que ainda existiam circos com animais, e ele era considerado um dos maiores treinadores do mundo. Orfei era italiano, dono de um circo famoso que rodava o Brasil e de um parque de diversões na Lagoa, o Tivoli, que deixou saudades.
Me lembro que conversamos muito, e longamente, sobre os animais. Eu não gostava de ver animais amestrados, mas não estava lá como militante. Orfei era um homem do seu meio e do seu tempo: quando nasceu, em 1920, a família trabalhava com circo há mais de cem anos. Ele era um domador sui generis, que conversava com os bichos e não acreditava no medo como ferramenta didática. Eu o vi interagir com os leões e ali havia amor.
Antes de ir embora quis fazer carinho nos bichos, mas Orfei deu o contra: com certos animais, explicou, não se brinca.
Algum tempo depois ele foi atacado durante um espetáculo e quase morreu. Sua primeira preocupação no hospital foi com os leões — eles não tinham culpa.
———
Durante anos, uma das atrações mais populares de Las Vegas foi o show de Siegfried & Roy, mágicos e domadores que se apresentavam com tigres e leões brancos. Um dia Roy foi atacado por um tigre chamado Mantacore e, como Orlando Orfei, ficou seriamente ferido. A caminho do hospital, também pediu que nada fosse feito ao tigre: ele não tinha culpa.
———
Há inúmeras histórias assim — com tigres, leões, ursos.
E pitbulls. Muitos pitbulls.
Os animais nunca têm culpa.
A culpa é única e exclusivamente dos humanos, que não aprendem que com certos animais não se brinca.
———
Penso todos os dias na escritora Roseana Murray, que foi atacada por três pitbulls quando saía de casa para dar uma volta. Perdeu o braço direito, teve o corpo todo mordido e ainda assim deu sorte, porque sobreviveu. (Roseana é um exemplo de resiliência. A internet fez uma roda à sua volta, “lute como uma poeta”. Ela luta. E definiu os cuidados da equipe médica como o trabalho de aranhas douradas sobre o seu corpo.)
Os pitbulls não têm culpa do que fizeram. Eles descendem de animais que foram desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães, com o propósito singular de distrair ingleses entediados no século XIX. Isso está no seu DNA e, o que é pior, está no DNA de muitos tutores que ainda entendem os seus animais como símbolos de status e de poder.
ADAPTADO. https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2024/04/25/feras-de-estimacao.ghtml
Para que se estabeleça a concordância verbal, a necessidade do acento circunflexo na conjugação do verbo ter em “Os animais nunca têm culpa” também pode ser observada na conjugação do verbo:
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FERAS DE ESTIMAÇÃO
Cora Rónai
25/04/2024
Uma vez entrevistei Orlando Orfei. Foi em outra vida, num mundo em que ainda existiam circos com animais, e ele era considerado um dos maiores treinadores do mundo. Orfei era italiano, dono de um circo famoso que rodava o Brasil e de um parque de diversões na Lagoa, o Tivoli, que deixou saudades.
Me lembro que conversamos muito, e longamente, sobre os animais. Eu não gostava de ver animais amestrados, mas não estava lá como militante. Orfei era um homem do seu meio e do seu tempo: quando nasceu, em 1920, a família trabalhava com circo há mais de cem anos. Ele era um domador sui generis, que conversava com os bichos e não acreditava no medo como ferramenta didática. Eu o vi interagir com os leões e ali havia amor.
Antes de ir embora quis fazer carinho nos bichos, mas Orfei deu o contra: com certos animais, explicou, não se brinca.
Algum tempo depois ele foi atacado durante um espetáculo e quase morreu. Sua primeira preocupação no hospital foi com os leões — eles não tinham culpa.
———
Durante anos, uma das atrações mais populares de Las Vegas foi o show de Siegfried & Roy, mágicos e domadores que se apresentavam com tigres e leões brancos. Um dia Roy foi atacado por um tigre chamado Mantacore e, como Orlando Orfei, ficou seriamente ferido. A caminho do hospital, também pediu que nada fosse feito ao tigre: ele não tinha culpa.
———
Há inúmeras histórias assim — com tigres, leões, ursos.
E pitbulls. Muitos pitbulls.
Os animais nunca têm culpa.
A culpa é única e exclusivamente dos humanos, que não aprendem que com certos animais não se brinca.
———
Penso todos os dias na escritora Roseana Murray, que foi atacada por três pitbulls quando saía de casa para dar uma volta. Perdeu o braço direito, teve o corpo todo mordido e ainda assim deu sorte, porque sobreviveu. (Roseana é um exemplo de resiliência. A internet fez uma roda à sua volta, “lute como uma poeta”. Ela luta. E definiu os cuidados da equipe médica como o trabalho de aranhas douradas sobre o seu corpo.)
Os pitbulls não têm culpa do que fizeram. Eles descendem de animais que foram desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães, com o propósito singular de distrair ingleses entediados no século XIX. Isso está no seu DNA e, o que é pior, está no DNA de muitos tutores que ainda entendem os seus animais como símbolos de status e de poder.
ADAPTADO. https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2024/04/25/feras-de-estimacao.ghtml
A forma plural da palavra cão pode ser observada no trecho “(...) desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães (...)”,. Outra palavra que, quando escrita no plural, possui a mesma terminação do vocábulo destacado no trecho é:
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FERAS DE ESTIMAÇÃO
Cora Rónai
25/04/2024
Uma vez entrevistei Orlando Orfei. Foi em outra vida, num mundo em que ainda existiam circos com animais, e ele era considerado um dos maiores treinadores do mundo. Orfei era italiano, dono de um circo famoso que rodava o Brasil e de um parque de diversões na Lagoa, o Tivoli, que deixou saudades.
Me lembro que conversamos muito, e longamente, sobre os animais. Eu não gostava de ver animais amestrados, mas não estava lá como militante. Orfei era um homem do seu meio e do seu tempo: quando nasceu, em 1920, a família trabalhava com circo há mais de cem anos. Ele era um domador sui generis, que conversava com os bichos e não acreditava no medo como ferramenta didática. Eu o vi interagir com os leões e ali havia amor.
Antes de ir embora quis fazer carinho nos bichos, mas Orfei deu o contra: com certos animais, explicou, não se brinca.
Algum tempo depois ele foi atacado durante um espetáculo e quase morreu. Sua primeira preocupação no hospital foi com os leões — eles não tinham culpa.
———
Durante anos, uma das atrações mais populares de Las Vegas foi o show de Siegfried & Roy, mágicos e domadores que se apresentavam com tigres e leões brancos. Um dia Roy foi atacado por um tigre chamado Mantacore e, como Orlando Orfei, ficou seriamente ferido. A caminho do hospital, também pediu que nada fosse feito ao tigre: ele não tinha culpa.
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Há inúmeras histórias assim — com tigres, leões, ursos.
E pitbulls. Muitos pitbulls.
Os animais nunca têm culpa.
A culpa é única e exclusivamente dos humanos, que não aprendem que com certos animais não se brinca.
———
Penso todos os dias na escritora Roseana Murray, que foi atacada por três pitbulls quando saía de casa para dar uma volta. Perdeu o braço direito, teve o corpo todo mordido e ainda assim deu sorte, porque sobreviveu. (Roseana é um exemplo de resiliência. A internet fez uma roda à sua volta, “lute como uma poeta”. Ela luta. E definiu os cuidados da equipe médica como o trabalho de aranhas douradas sobre o seu corpo.)
Os pitbulls não têm culpa do que fizeram. Eles descendem de animais que foram desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães, com o propósito singular de distrair ingleses entediados no século XIX. Isso está no seu DNA e, o que é pior, está no DNA de muitos tutores que ainda entendem os seus animais como símbolos de status e de poder.
ADAPTADO. https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2024/04/25/feras-de-estimacao.ghtml
O termo destacado na seguinte frase “Roseana é um exemplo de resiliência” poderia, a partir da leitura do texto, ser substituído pela palavra:
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FERAS DE ESTIMAÇÃO
Cora Rónai
25/04/2024
Uma vez entrevistei Orlando Orfei. Foi em outra vida, num mundo em que ainda existiam circos com animais, e ele era considerado um dos maiores treinadores do mundo. Orfei era italiano, dono de um circo famoso que rodava o Brasil e de um parque de diversões na Lagoa, o Tivoli, que deixou saudades.
Me lembro que conversamos muito, e longamente, sobre os animais.A Eu não gostava de ver animais amestrados, mas não estava lá como militante. Orfei era um homem do seu meio e do seu tempo: quando nasceu, em 1920, a família trabalhava com circo há mais de cem anos. Ele era um domador sui generis, que conversava com os bichos e não acreditava no medo como ferramenta didática. Eu o vi interagir com os leões e ali havia amor.
Antes de ir embora quis fazer carinho nos bichos, mas Orfei deu o contra: com certos animais, explicou, não se brinca.
Algum tempo depois ele foi atacado durante um espetáculo e quase morreu.B Sua primeira preocupação no hospital foi com os leões — eles não tinham culpa.
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Durante anos, uma das atrações mais populares de Las Vegas foi o show de Siegfried & Roy, mágicos e domadores que se apresentavam com tigres e leões brancos. Um dia Roy foi atacado por um tigre chamado Mantacore e, como Orlando Orfei, ficou seriamente ferido. A caminho do hospital, também pediu que nada fosse feito ao tigre: ele não tinha culpa.
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Há inúmeras histórias assim — com tigres, leões, ursos.
E pitbulls. Muitos pitbulls.
Os animais nunca têm culpa.
A culpa é única e exclusivamente dos humanos, que não aprendem que com certos animais não se brinca.
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Penso todos os dias na escritora Roseana Murray, que foi atacadaC por três pitbulls quando saía de casa para dar uma volta. Perdeu o braço direito, teve o corpo todo mordido e ainda assim deu sorte, porque sobreviveu. (Roseana é um exemplo de resiliência. A internet fez uma roda à sua volta, “lute como uma poeta”. Ela luta. E definiu os cuidados da equipe médica como o trabalho de aranhas douradas sobre o seu corpo.)
Os pitbulls não têm culpa do que fizeram. Eles descendem de animais que foram desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães, com o propósito singular de distrair ingleses entediados no século XIX. Isso está no seu DNA e, o que é pior, está no DNA de muitos tutores D que ainda entendem os seus animais como símbolos de status e de poder.
ADAPTADO. https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2024/04/25/feras-de-estimacao.ghtml
Uma crônica pode apresentar partes argumentativas, que expressam a opinião de quem a escreve. Um exemplo de trecho extraído da crônica “Feras de estimação” que expõe uma opinião é:
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FERAS DE ESTIMAÇÃO
Cora Rónai
25/04/2024
Uma vez entrevistei Orlando Orfei. Foi em outra vida, num mundo em que ainda existiam circos com animais, e ele era considerado um dos maiores treinadores do mundo. Orfei era italiano, dono de um circo famoso que rodava o Brasil e de um parque de diversões na Lagoa, o Tivoli, que deixou saudades.
Me lembro que conversamos muito, e longamente, sobre os animais. Eu não gostava de ver animais amestrados, mas não estava lá como militante. Orfei era um homem do seu meio e do seu tempo: quando nasceu, em 1920, a família trabalhava com circo há mais de cem anos. Ele era um domador sui generis, que conversava com os bichos e não acreditava no medo como ferramenta didática. Eu o vi interagir com os leões e ali havia amor.
Antes de ir embora quis fazer carinho nos bichos, mas Orfei deu o contra: com certos animais, explicou, não se brinca.
Algum tempo depois ele foi atacado durante um espetáculo e quase morreu. Sua primeira preocupação no hospital foi com os leões — eles não tinham culpa.
———
Durante anos, uma das atrações mais populares de Las Vegas foi o show de Siegfried & Roy, mágicos e domadores que se apresentavam com tigres e leões brancos. Um dia Roy foi atacado por um tigre chamado Mantacore e, como Orlando Orfei, ficou seriamente ferido. A caminho do hospital, também pediu que nada fosse feito ao tigre: ele não tinha culpa.
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Há inúmeras histórias assim — com tigres, leões, ursos.
E pitbulls. Muitos pitbulls.
Os animais nunca têm culpa.
A culpa é única e exclusivamente dos humanos, que não aprendem que com certos animais não se brinca.
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Penso todos os dias na escritora Roseana Murray, que foi atacada por três pitbulls quando saía de casa para dar uma volta. Perdeu o braço direito, teve o corpo todo mordido e ainda assim deu sorte, porque sobreviveu. (Roseana é um exemplo de resiliência. A internet fez uma roda à sua volta, “lute como uma poeta”. Ela luta. E definiu os cuidados da equipe médica como o trabalho de aranhas douradas sobre o seu corpo.)
Os pitbulls não têm culpa do que fizeram. Eles descendem de animais que foram desenvolvidos para lutar, para investir contra touros e outros cães, com o propósito singular de distrair ingleses entediados no século XIX. Isso está no seu DNA e, o que é pior, está no DNA de muitos tutores que ainda entendem os seus animais como símbolos de status e de poder.
ADAPTADO. https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2024/04/25/feras-de-estimacao.ghtml
Ao longo da crônica, Cora Rónai narra três fatos que envolvem animais. O uso desses episódios auxilia na construção do texto, porque essas histórias:
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