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Foram encontradas 59 questões.

1431896 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Deus, na sua bondade infinita, desejou salvar o mundo. O acontecimento único, totalmente singular e originário da encarnação do filho de Deus acontece na pessoa de Jesus Cristo: “O Verbo se fez carne e habitou no meio de nós.” (Jo, 1.14). No processo de salvação, Jesus se apresenta como natureza

 

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1431856 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A morte do Senhor Jesus Cristo ocupa lugar de destaque em todo o Novo Testamento. Os três últimos dias de seu ministério terreno ocupam cerca de um quinto da narrativa dos Evangelhos. Se todos os três anos e meio de seu ministério tivessem sido relatados tão minuciosamente quanto os três últimos dias, teríamos uma “vida de Cristo” com cerca de 8.400 páginas. A morte de Cristo é “boas novas” porque nos leva a crer que não mais precisamos morrer por Ele, pois Cristo pagou o preço por nós. Não temos mais nenhuma dívida a ser paga. Considerando a reflexão exposta no texto a respeito da importância do tema fundamental do Evangelho verifica-se que

 

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1431834 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A teologia cristã reúne as informações extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes contradições e fornece um sistema explicativo que engloba ramos como a teologia doutrinal, a teologia dogmática e a teologia filosófica. Qual teologia cristã formula uma descrição ordenada, racional e coerente da fé e crenças cristãs?

 

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1431397 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio é o primeiro testemunho escrito dos mandamentos, “leis” e “instruções”, como fundamento obrigatório da vida e do comportamento do povo judeu. Nesse sentido, qual é o nome dado a esses livros pelo Judaísmo?

 

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1431303 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Na Eclesiologia temos as definições de dois tipos de igreja: a visível e a invisível. Dá-se o nome de Igreja visível ao grupo de pessoas chamadas membros, unidos na mesma fé em Cristo Jesus, devidamente batizados nas águas, separados do mundo. (At. 9:32). A Igreja é definida como um projeto de Deus, implantado na terra pelo próprio Senhor. Marque a alternativa que define o conceito de Igreja invisível.

 

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1431083 Ano: 2017
Disciplina: Teologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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O livro de Hebreus é um verdadeiro manual de Cristologia. Todo ele está voltado para uma descoberta esplêndida do Senhor Jesus. Faz-se necessário conhecer bem os livros de Êxodo, Levítico e Números para assimilar mais profundamente seus ensinamentos. O autor de Hebreus mostra um Cristo identificado de maneira harmoniosa e perfeita, com o Antigo Testamento em geral e, mais especificamente, com esses três livros mencionados. Ele descreve uma revelação definitiva de Cristo: sai da revelação do passado e entra na definitiva. Parte da palavra do Pai e termina na palavra fina do Filho. É com esse princípio que em (Hb 1. 1-4), têm-se quatro caracterizações de Cristo.

Marque a alternativa correta no que se refere às palavras do autor de Hebreus e sua respectiva interpretação.

 

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Há significantes que não possuem marcas de número, quer no singular quer no plural, pois se mostram alheios à classe gramatical de número. Qual das palavras citadas exemplifica esse enunciado?
 

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Analise o texto publicitário a seguir, considerando o gênero textual.
Enunciado 1408780-1
Qual interpretação é possível?
 

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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Assinale a alternativa em que o sentido do termo em destaque, de acordo com o texto, está adequadamente interpretado nos colchetes.
 

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Na relação entre termos regentes e termos regidos, há verbos transitivos que necessitam de uma preposição para estabelecer um nexo de dependência sintático-semântica entre as palavras, como em “Os povos indígenas respondem às indagações da natureza”.
Em qual das frases abaixo o verbo apresenta a mesma transitividade daquele que aparece no exemplo dado?
 

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