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Foram encontradas 60 questões.

408935 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Bill Introduction Limits. State legislators are faced with two conflicting pressures. On the one hand, lawmakers are asked to sponsor a great deal of legislation because constituents and interest groups insist “there ought to be a law” for every public problem. enunciado 408935-1, legal provisions specify the length of time that most legislative bodies may remain in session. The ability to consider a steadily increasing volume of bills is not necessarily compatible with restricted session time. In response, many chambers have experimented with ways to curb the amount of legislation that enters the process. The most direct approach is to set a numerical limit on bill introductions.


(Adapted from: http://www.ncsl.org/documents/legismgt/ILP/96Tab3Pt1.pdf)
A expressão que preenche corretamente a lacuna é
 

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408904 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Considere o texto abaixo para responder à questão.

O nascimento da retórica é tradicionalmente atribuído ao siciliano Córax e remonta ao século V a.C., a um período histórico caracterizado pela transição de um governo tirânico para um regime democrático. Nesse período, inúmeros conflitos judiciários foram travados por cidadãos que, despojados de seus bens pela tirania, recorriam à justiça na tentativa de reavê-los. Contudo, não se conhecia a figura do profissional da advocacia como se conhece nos dias atuais, de forma que os cidadãos que buscassem a solução de seus conflitos no judiciário deveriam providenciar por si mesmos a sustentação de suas teses.

Atentos a essa crescente necessidade prática de elaboração discursiva, Córax e seu discípulo Tísias, por volta de 465 a.C., lançaram o primeiro tratado metódico sobre a arte da palavra – um manual que apresentava, de forma didática, lições de como bem sustentar uma tese em juízo, com vistas a vencer qualquer demanda. Nesse momento, a retórica, entendida como a arte de persuadir, adquiria cada vez mais prestígio, pois existia a crença de que aquele que dominasse suas técnicas seria capaz de convencer qualquer pessoa de qualquer coisa.

Da Sicília, então dominada pelos gregos, a retórica migrou para Atenas e lá encontrou terreno fértil para o desenvolvimento de seus postulados, com o florescimento da polis grega, onde as decisões políticas eram tomadas mediante ampla participação popular.

Considerando esse contexto em que nasceu e se desenvolveu a retórica, torna-se plenamente compreensível o realce que os pesquisadores dão a seu caráter sociocultural de instrumento de exercício da cidadania.


(Adaptado de: PAULINELLI, Maysa de Pádua Teixeira. Retórica, argumentação e discurso em retrospectiva. Linguagem em (Dis)curso – LemD. Tubarão, SC, v. 14, n. 2, p. 391-409, maio/ago. 2014, p. 394. Disponível em: www.scielo.br)
De acordo com as informações do texto,
 

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408901 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Para responder a questão, leia o texto a seguir, adaptado de “Responsabilidade coletiva”, da filósofa política alemã Hannah Arendt (1906-1975), uma das mais influentes pensadoras do século XX. Neste texto, ela dialoga com o trabalho do “senhor Feinberg”.
enunciado 408901-1
(Responsabilidade e julgamento. Trad. Rosaura Einchenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 216-217)
O texto legitima a aceitabilidade do seguinte raciocínio:
 

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408900 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Considere o texto abaixo para responder à questão.

Lagoa

Eu não vi o mar.

Não sei se o mar é bonito,

não sei se ele é bravo.

O mar não me importa.


Eu vi a lagoa.

A lagoa, sim.

A lagoa é grande

e calma também.

Na chuva de cores

da tarde que explode

a lagoa brilha

a lagoa se pinta

de todas as cores.

Eu não vi o mar.

Eu vi a lagoa...

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia 1930-62. São Paulo, Cosac Naify, 2012, p. 79)

Uma interpretação adequada do poema está expressa em:
 

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408899 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Está escrito com coesão, coerência e em conformidade com a norma-padrão da língua o seguinte fragmento de um possível discurso de posse de um prefeito recém-eleito:
 

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408895 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Para responder a questão, leia o texto a seguir, adaptado de “Responsabilidade coletiva”, da filósofa política alemã Hannah Arendt (1906-1975), uma das mais influentes pensadoras do século XX. Neste texto, ela dialoga com o trabalho do “senhor Feinberg”.
enunciado 408895-1
(Responsabilidade e julgamento. Trad. Rosaura Einchenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 216-217)
É correta a seguinte assertiva:
 

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408888 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Conforme a norma-padrão, uma frase escrita com correção, clareza e concisão é
 

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408884 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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A questão refere-se ao texto que segue.

No belíssimo ensaio em que trata das representações utópicas no século XVIII, Bronislaw Baczko1 assinala que a vontade de redimir a civilização moderna dos males que a afligem e de erguer uma ‘boa vida’ coletiva está presente nas mais variadas formas do imaginário social, constituindo um marco do ‘espírito do tempo’. A busca de um modelo ideal de convivência humana evidencia-se não só na proliferação de textos redigidos nos moldes tradicionais da literatura utópica, narrando viagens a um país feliz e/ou elaborando projetos para um governo justo, mas, também, na abundância de imagens e ideias para a reforma social em uma imensa quantidade de escritos e documentos pertencentes seja à cultura douta, seja à popular (cf. Baczko, 1979, passim).

A esse respeito, lembra o comentador, a bibliografia especializada no assunto registra cerca de 80 relatos de viagens imaginárias, publicados na França entre 1676 e 1789, número que apresenta um crescimento impressionante, chegando a mais de 2 mil textos, se forem consideradas as múltiplas e diferentes projeções utópicas presentes na literatura da época.

A imagem de homens livres e iguais que vivem fraternalmente em comunhão de bens, sem leis nem governos, representa, em geral, o ideal de sociedade entre as correntes progressistas da época, fascinando inclusive escritores políticos como Voltaire, Montesquieu e Diderot, que nunca defenderam a abolição da propriedade e do Estado, circunscrevendo suas propostas de reforma do poder ao âmbito de um despotismo esclarecido, fiscalizado por uma opinião pública letrada, ou de uma monarquia constitucional inspirada no modelo vigente na Inglaterra após a Revolução Gloriosa2.

De modo análogo, Charles Rihs3, em seu livro sobre os utopistas do século XVIII, chama a atenção para essas ‘antinomias’, lembrando, por exemplo, o descompasso entre o ideário social elitista de Voltaire e suas observações, feitas ao historiar os costumes, a respeito da felicidade dos povos do Novo Mundo e das tribos africanas que ignoram “o meu e o teu” (cf. Rihs, 1970, p. 14). Na mesma linha, Montesquieu, rígido defensor do ‘espírito das leis’ em sua obra principal, retrata com entusiasmo, nas Cartas persas, a organização social do pequeno reino árabe dos Trogloditas, onde todos trabalham jocosa e espontaneamente pelo bem comum. Além das divagações utópicas suscitadas pela investigação geográfica e histórica de culturas não-europeias, os homens das Luzes empreendem também a aventura filosófica, suspensa entre o real e o imaginário, como o Suplemento à Viagem de Bougainville, de Diderot, ou o Eldorado, em Cândido, de Voltaire, visões de paraísos onde os homens vivem felizes, sem brigas pela riqueza e pelo poder.

(Adaptado de PIOZZI, Patrizia. Os arquitetos da ordem anárquica: de Rousseau a Proudhon e Bakunin. São Paulo: Editora UNESP, 2006, p.73-74)


Obs.: 1Bronislaw Baczko (1924-2016), filósofo e historiador de ideias polonês

2Revolução Gloriosa ou Segunda Revolução Inglesa: movimento revolucionário de caráter pacífico, ocorrido na Inglaterra entre os anos de 1688 e 1689, que gerou a troca do absolutismo monárquico pela monarquia parlamentar.

3Charles Rihs, autor de obra sobre os filósofos utopistas.

Nesse texto, a autora,
 

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408882 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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Considere o texto abaixo para responder à questão.

O nascimento da retórica é tradicionalmente atribuído ao siciliano Córax e remonta ao século V a.C., a um período histórico caracterizado pela transição de um governo tirânico para um regime democrático. Nesse período, inúmeros conflitos judiciários foram travados por cidadãos que, despojados de seus bens pela tirania, recorriam à justiça na tentativa de reavê-los. Contudo, não se conhecia a figura do profissional da advocacia como se conhece nos dias atuais, de forma que os cidadãos que buscassem a solução de seus conflitos no judiciário deveriam providenciar por si mesmos a sustentação de suas teses.

Atentos a essa crescente necessidade prática de elaboração discursiva, Córax e seu discípulo Tísias, por volta de 465 a.C., lançaram o primeiro tratado metódico sobre a arte da palavra – um manual que apresentava, de forma didática, lições de como bem sustentar uma tese em juízo, com vistas a vencer qualquer demanda. Nesse momento, a retórica, entendida como a arte de persuadir, adquiria cada vez mais prestígio, pois existia a crença de que aquele que dominasse suas técnicas seria capaz de convencer qualquer pessoa de qualquer coisa.

Da Sicília, então dominada pelos gregos, a retórica migrou para Atenas e lá encontrou terreno fértil para o desenvolvimento de seus postulados, com o florescimento da polis grega, onde as decisões políticas eram tomadas mediante ampla participação popular.

Considerando esse contexto em que nasceu e se desenvolveu a retórica, torna-se plenamente compreensível o realce que os pesquisadores dão a seu caráter sociocultural de instrumento de exercício da cidadania.


(Adaptado de: PAULINELLI, Maysa de Pádua Teixeira. Retórica, argumentação e discurso em retrospectiva. Linguagem em (Dis)curso – LemD. Tubarão, SC, v. 14, n. 2, p. 391-409, maio/ago. 2014, p. 394. Disponível em: www.scielo.br)
O texto organiza-se de acordo com o raciocínio
 

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408868 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: CL-DF
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A questão refere-se ao trecho a seguir.

De todos os fenômenos da cultura humana, o mito e a religião são os mais refratários a uma análise meramente lógica. O mito, à primeira vista, parece apenas caos − uma massa disforme de ideias incoerentes. Procurar as “razões” para tais ideias parece fútil e vão. Se existe alguma coisa que seja característica do mito, é o fato de que ele “não tem pé, nem cabeça”. Quanto ao pensamento religioso, não está de modo algum em oposição, necessariamente, ao pensamento racional ou filosófico. Determinar a verdadeira relação entre esses dois modos de pensamento foi uma das principais tarefas da filosofia medieval. Nos sistemas do alto escolasticismo, o problema parecia ter sido solucionado. Segundo Tomás de Aquino, a verdade religiosa é supranatural e suprarracional; mas não é “irracional”. Com base apenas na razão, não podemos penetrar os mistérios da fé. No entanto, esses mistérios não contradizem, mas completam e aperfeiçoam a razão.

(CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o Homem: introdução a uma filosofia da cultura. Trad. Tomás Rosa Bueno. São Paulo: Martins Fontes, 1994, Coleção Tópicos, p. 121)

A alternativa que apresenta os pontos mais relevantes do trecho acima, de modo claro, conciso e em conformidade com a norma-padrão da língua é:
 

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