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Foram encontradas 50 questões.

2399720 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Ao receber a solicitação do Conselho Federal de Enfermagem – Cofen – para organizar um evento de caráter científico para que especialistas de projeção e elevado grau de qualificação técnica da área possam discutir um tema específico, e suas diversas variações com os demais participantes de mesmo nível, a Assessoria de Comunicação vai organizar um(a):
 

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2399408 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
No que diz respeito aos armamentos e tecnologias nucleares, é correto afirmar:
 

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2399384 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
A melhoria dos contatos – ou dos resultados advindos desses contatos – passa pelo entendimento das motivações que as organizações e a imprensa têm. Isso envolve compreender o porquê do contato, manter no discurso as key messages (...), definir o público-alvo da mensagem, (...)” Qual das definições melhor define a palavra sublinhada no trecho anterior:
 

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2398965 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sobre o estudo da teoria Hipodérmica, marque a afirmativa INCORRETA:
 

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2398135 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Em teoria da comunicação, analise as afirmativas sobre a Indústria Cultural:
I. Acreditam que a civilização contemporânea opta pela semelhança em tudo.
II. Assim como na arte popular, na indústria cultural os produtos são adaptados ao consumo de massas.
III. Dá importância à padronização da produção, por esta ofertar mais possibilidade de lucro.
IV. O consumidor é o sujeito desta indústria, sendo visto como um rei pelos produtores.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2398096 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Na comunicação integrada pode-se apontar como integrantes da Comunicação Institucional:
 

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2397696 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Técnica desenvolvida por Alex Osborn, em 1963, que significa literalmente tempestade cerebral e consiste na reunião de um grupo de pessoas em torno de um tema em busca de novas ideias.” Trata-se:
 

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2396868 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Em tempos de globalização, as organizações voltaram atenção especial ao meio ambiente social e assumiram novas estratégias de comunicação com as seguintes providências e ações, EXCETO:
 

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2396592 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

Assinale a opção em que a partícula “o” sublinhada aparece com o mesmo emprego que se apresenta no seguinte trecho “... já que o que é tramado por organizações...” (1º§):

 

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2396551 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

Assinale a alternativa em que NÃO há relação entre o pronome destacado e a palavra ou expressão enunciada entre parênteses:

 

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