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Conhecer as ferramentas tecnológicas existentes para fins antropológicos é fundamental para o adequado desempenho de atividades periciais, uma vez que a prática pericial moderna se beneficiou do surgimento de softwares específicos para análise dos parâmetros relacionados à estimativa da afinidade populacional, sexo, estatura e/ou idade. Tendo em vista a necessidade de conhecimento e aplicação destes pelos peritos em Odontologia Legal, marque a alternativa que correlaciona corretamente os nomes dos softwares enumerados na coluna da esquerda (I a X) com o(s) parâmetro(s) do perfil biológico enumerados na coluna da direita (1 a 4), considerando a especificidade da sua utilização em antropologia forense, conforme quadro abaixo.
| Software |
Parâmetro do perfil biológico |
| I. AncesTrees |
1) Estimativa da afinidade populacional |
| II. Ossa |
2) Estimativa da estatura |
| III. Cronothus |
3) Estimativa do sexo |
| IV. Osteomics - rASUDAS |
3) Estimativa do sexo |
| V. Osteomics - Hefner |
4) Estimativa da idade |
| VI. DSP2 |
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| VII. Fordisc |
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| VIII. 3D-ID |
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| IX. IDADE2 |
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| X. London Atlas Software |
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No âmbito da traumatologia forense, distinguir se uma lesão foi produzida antes, próxima ou depois do momento da morte é fundamental para orientar a investigação criminal. Considerando as características de lesões vitais (antemortem), perimortem e pós-mortais (postmortem) que podem ser identificadas no exame cadavérico, analise as afirmativas a seguir.
I. As lesões tanto em tecido mole quanto em tecido ósseo podem ser classificadas em antemortem, perimortem e postmortem.
II. As lesões ósseas antemortem são aquelas em que é possível identificar a presença de coágulo aderido ao trabeculado ósseo.
III. A presença de fragmentos ósseos aderidos ao foco da fratura é indicativa de lesão perimortem.
IV. Uma fratura em galho verde ou uma fratura com curvatura do osso indicam uma lesão postmortem.
Após análise, admite-se como correta(s)
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Uma perícia antropológica forense se inicia com diferenciação entre restos humanos e não humanos, uma vez que ossos fragmentados ou de pequenas dimensões, apresentam um grau maior de dificuldade para a sua análise pericial. Especificamente, sobre a análise óssea para a diferenciação da espécie em âmbito forense, analise as afirmativas a seguir.
I. A análise do fechamento das epífises dos ossos longos é inadequada para diferenciar ossos humanos de bebês/crianças, de ossos de animais adultos, de pequeno porte, pois nos animais, as epífises ósseas persistem com soldadura incompleta por toda a sua vida.
II. No esqueleto apendicular, a forma da clavícula humana (no esqueleto fetal ou adulto) em “S” itálico, é única e não se repete em outra espécie animal.
III. Na análise osteológica microscópica, apenas a espécie humana apresenta sistemas de Havers circulares, sendo que em várias espécies animais, o formato dos sistemas de Havers é elíptico.
Após análise, admite-se como correta(s)
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PCR, qPCR, RT-qPCR… Sopa de letrinhas científica? Siglas como PCR, qPCR, RT-PCR e similares estão presentes na mídia, mas é importante saber o que elas significam. Essas técnicas permitem a identificação de qualquer fragmento de material genético escolhido, a partir da produção de grandes volumes desse fragmento. A técnica de PCR (do inglês Polimerase Chain Reaction) foi criada em 1983 e rendeu um prêmio Nobel em 1993. A RT-qPCR (do inglês Reverse Transcriptase Quantitative PCR), é um método molecular para diagnosticar um paciente de COVID-19.
Texto: https://ilhadoconhecimento.com.br/pcr-qpcr-rt-qpcr-sopa-de-letrinhas-cientifica/ (com adaptações)
Sabendo-se que qPCR é a reação de PCR em Tempo Real, marque a alternativa correta, que contém uma aplicação da qPCR nos casos de amostras forenses coletadas em local de crime e processadas em laboratório de Genética Forense.
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No local de crime ou no Instituto de Medicina Legal, durante o processo de coleta e acondicionamento dos vestígios é necessário buscar a manutenção de sua integridade, evitando assim a contaminação por contato, por mistura ou por material biológico do coletor. Já dentro do Laboratório de Genética Forense é importante buscar um ambiente adequado e adotar protocolos de limpeza e desinfecção que evitem, ao máximo, qualquer tipo de contaminante nas amostras analisadas. Sobre a coleta, armazenamento e transporte dos vestígios biológicos, assinale a alternativa correta que contém o tipo de amostra, procedimento de coleta mais adequado e a justificativa para embasar os procedimentos realizados.
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No Brasil, o Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública, criou um protocolo de padronização de exames na perícia criminal no ano de 2006, onde utiliza o CODIS (Combined DNA System Index) de pelo menos 13 loci de STRs, requeridos à elaboração dos perfis de DNA: CSF1PO, FGA, TH01, TPOX, vWA, D3S1358, D5S818, D7S820, D8S1179, D13S317, D16S539, D18S51 e D21S11. Esse protocolo é de uso obrigatório na análise forense no Brasil, porém fica na responsabilidade do laboratório, estabelecer sua própria regulamentação, podendo utilizar mais marcadores além dos 13 supracitados. Identifique o tipo de amostra que não pode ter seu perfil genético inserido no CODIS no Brasil.
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Em caso de morte violenta, identifique, corretamente, as medidas a serem executadas.
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Em situação hipotética de morte por disparo de projétil de arma de fogo, pode-se afirmar que
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De acordo com a asfixia provocada por monóxido de carbono (CO), é correto afirmar que
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Havendo soterramento, a vítima pode vir a falecer, exceto por
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