Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

4166892 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO II para a questão.

 

Enunciado 4715389-1

 

(Disponível em: https://nanquim.com.br/category/tirinhas/page/2/. Acesso em: 31 ago 2025. Adaptado)

 

As falas do último quadrinho demonstram, a partir da interação entre as personagens, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166891 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO II para a questão.

 

Enunciado 4715388-1

 

(Disponível em: https://nanquim.com.br/category/tirinhas/page/2/. Acesso em: 31 ago 2025. Adaptado)

 

Observando as palavras destacadas no trecho “Ela é mais terrível e insensível que a vilã desta história!”, percebe-se que consta nele um(a):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166890 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO II para a questão.

 

Enunciado 4715387-1

 

(Disponível em: https://nanquim.com.br/category/tirinhas/page/2/. Acesso em: 31 ago 2025. Adaptado)

 

De acordo com o texto II, analise as afirmativas:

 

I. A palavra destacada no trecho “Mas eu me apeguei!” (2º quadrinho) estabelece a relação de finalidade no contexto em que foi inserida.

 

II. No trecho ”Está na hora de devolver o livro!” (1º quadrinho), há uma indagação explícita.

 

III. O pronome presente no trecho “Ele faz parte da biblioteca.” (3º quadrinho) foi utilizado para manter a coesão textual.

 

IV. No último quadrinho, há uma comparação entre dois elementos.

 

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166889 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

No contexto “E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela.” (6º parágrafo), a palavra destacada tem seu significado corretamente indicado em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166888 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

Analise os seguintes trechos e marque a alternativa correta.

 

I. “– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos.” (15º parágrafo)

 

II. “Já que sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa...” (17º parágrafo)

 

III. “Contar nos dedos, como faziam os antigos.” (14º parágrafo)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166887 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

No fragmento “E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver” (2º parágrafo), a forma verbal destacada encontra-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166886 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

No decorrer do texto I, há o uso recorrente do travessão, como no fragmento abaixo.

 

“Um dia, um garoto perguntará ao pai: (3º parágrafo)

 

– Pai, quanto é dois mais dois? (4º parágrafo)

 

– Não pergunte a mim...” (5º parágrafo)

 

A função desse sinal de pontuação é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166885 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

No fragmento “As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais” (2º parágrafo), os termos destacados atribuem à ação a ideia de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166884 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

Em relação aos elementos da narrativa presentes no texto I, é CORRETO afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4166883 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife
Provas:

TEXTO I para a questão.

Dois mais dois

O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.

Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo, a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.

Um dia, um garoto perguntará ao pai:

– Pai, quanto é dois mais dois?

– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.

E o garoto digitará os botões apropriados e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:

– Como é que sei que a resposta é certa?

– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.

– E se Ele estiver errado?

– Ele nunca erra.

– Mas se estiver?

– Sempre podemos contar nos dedos.

– O quê?

– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.

– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:

– Jamais saberemos…

O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e…

Aí foi a vez da professora suspirar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois. In: VERISSIMO, Luis Fernando.Santinho.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017, p. 2..)

 

A ideia principal apresentada no texto I é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas