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Foram encontradas 50 questões.

4164509 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Uma entidade pública criada por lei específica, com personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, destinada a prestar serviços públicos descentralizados, como fiscalização de atividades econômicas, integra a administração indireta. Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação dessa entidade.

 

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4164508 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Em uma central de manutenção urbana, o número de solicitações atendidas por três equipes, nos turnos da manhã e da tarde, foi registrado em dois dias consecutivos. No primeiro dia, esses dados foram organizados na matriz \( A= \) \( \begin{pmatrix} 12 & 9 \\ 8 & 11 \\ 10& 7 \\ \end{pmatrix} \) , e, no segundo dia, na matriz \( B= \) \( \begin{pmatrix} 7 & 6 \\ 9 & 5 \\ 4& 8 \\ \end{pmatrix} \).

Nessas matrizes, as linhas representam, respectivamente, as equipes I, II e III, e as colunas representam os turnos da manhã e da tarde. Assinale a alternativa que apresenta o número total de solicitações atendidas pelas três equipes nesses dois dias.

 

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4164507 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Assinale a alternativa que apresenta uma proposição logicamente equivalente à proposição “Gabriela é médica ou Natasha não é psicóloga”.

 

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4164506 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos

 

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4164505 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No último período do primeiro parágrafo, a expressão “a perda auditiva” exerce, na oração em que se insere, a função sintática de

 

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4164504 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

Mantendo-se os sentidos e a correção gramatical do último período do primeiro parágrafo, o termo “estimou” poderia ser substituído por

 

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4164503 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No trecho “A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida” (último parágrafo), a forma verbal “é” está flexionada no singular porque concorda com

 

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4164502 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No primeiro período do primeiro parágrafo, a palavra “declínio” está empregada com o mesmo sentido de

 

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4164501 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, o trecho “diversos prejuízos podem ocorrer” (terceiro período do primeiro parágrafo) poderia ser reescrito como

 

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4164500 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Em um processo de contratação de serviços de limpeza e vigilância em uma autarquia federal, o técnico administrativo deve observar as regras para execução indireta. De acordo com a IN/MPOG n.º 5/2017 e a IN/SEGES/ME n.º 98/2022, assinale a alternativa correta sobre as diretrizes aplicáveis.

 

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