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Foram encontradas 50 questões.

2282788 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Após a complementação da anestesia local para bloqueio do nervo alveolar inferior em paciente que estava se queixando que ainda sentia dor, este passa a relatar uma dormência bilateral da língua.
Este sintoma é característico de
 

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2282657 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Enquanto vários alimentos estão implicados com maior risco de cárie, outros podem reduzir a produção de ácidos e, assim, ter um efeito protetor contra o desenvolvimento da cárie, como é o caso
 

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2282330 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Quando se está realizando um procedimento restaurador ou endodôntico em pré-molares ou primeiro molar inferior, mesmo após ter sido realizada a anestesia por bloqueio do nervo alveolar inferior, o paciente ainda pode relatar sensibilidade dolorosa. Neste caso, geralmente há necessidade de anestesiar o nervo acessório
 

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2281921 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
De acordo com o texto,
 

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2281455 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

“Nada do que um dentista faz por um paciente é mais importante que a administração de uma droga para evitar dor durante o tratamento odontológico. No entanto, o ato de administrar um anestésico local frequentemente causa grande ansiedade ou está associado a dor no paciente. Os pacientes frequentemente mencionam que prefeririam qualquer coisa à injeção ou ‘agulhada’” (MALAMED, Manual de Anestesia Local, 2005, p.159). Os anestésicos tópicos produzem anestesia com profundidade de mm na mucosa superficial. Para tanto, o anestésico tópico deve ficar em contato com a mucosa por um tempo mínimo de ou, idealmente, de para assegurar a eficácia.

 

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2281349 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O diagnóstico diferencial entre as formas mais leves de fluorose dentária e opacidades de esmalte não fluoróticas merece especial atenção. Relacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Fluorose dentária.
2. Opacidades do esmalte.
( ) São afetadas geralmente todas as superfícies do esmalte ou perto das pontas das cúspides e bordas incisais.
( ) Claramente diferenciadas do esmalte adjacente normal.
( ) Mais comum nas superfícies vestibulares de um único dente ou, eventualmente, dos dentes homólogos.
 

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2281273 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A ANVISA utiliza a classificação de Spaulding para avaliar a que processos os artigos devem ser submetidos para garantir a segurança de seu
múltiplo uso. Para isso, artigos não críticos devem passar minimamente por
 

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2281249 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Em “Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região.”, a oração destacada estabelece, com a subsequente, relação sintático-semântica de
 

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2280929 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Ainda há um certo receio por parte dos cirurgiões-dentistas em atender gestantes. No entanto, sabe-se que seu atendimento permite a resolução definitiva de condições que a levariam a consumir medicamentos por tempo prolongado caso manobras clínicas não fossem realizadas.
O atendimento odontológico geralmente requer a utilização de anestésicos locais. Depois da lidocaína, o anestésico local melhor indicado para gestantes é a , também classificada pela FDA (Food and Drug Administration) como categoria B, ou seja, .
 

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2280820 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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No atendimento a gestantes, pode ser necessária a prescrição de antibióticos. Para uma gestante no primeiro trimestre de gestação, alérgica às penicilinas, o antibiótico melhor indicado para uma infecção odontogênica típica é
 

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