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Em relação ao câncer infantojuvenil e às emergências por ele provocadas, julgue o item subsequente.
A hiperleucocitose é uma condição presente em pacientes com leucemia linfoide aguda, quando há um número excessivo de leucócitos circulantes (maior que 100.000/μL), e tem como possíveis complicações: convulsões, hemorragia cerebral e síndrome de lise tumoral, pois interfere na viscosidade sanguínea.
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Em relação ao câncer infantojuvenil e às emergências por ele provocadas, julgue o item subsequente.
A síndrome de lise tumoral, que acontece como consequência da lise celular espontânea ou induzida por quimioterapia, é considerada uma emergência oncológica; ocorre mais frequentemente em doenças de rápido crescimento tumoral, como leucemias e linfomas; e caracteriza-se por um conjunto de alterações metabólicas: hiperuricemia, hiperfosfatemia, hipercalemia, uremia e hipercalcemia.
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Em relação ao câncer infantojuvenil e às emergências por ele provocadas, julgue o item subsequente.
A neutropenia é uma das complicações mais comuns decorrentes do uso de quimioterapia em doentes oncológicos. Esse quadro ocorre quando a contagem de neutrófilos maduros é inferior a 1.500/mm3. Nesse caso, o risco de infecção será maior quanto menor for a contagem de neutrófilos, da seguinte forma: mínimo risco de infecção (1.000 < neutrófilos < 1.500); moderado risco de infecção (500 < neutrófilos < 1.000); e alto risco de infecção (neutrófilos < 500).
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Em relação ao câncer infantojuvenil e às emergências por ele provocadas, julgue o item subsequente.
A sobrevida de pacientes com câncer depende principalmente da localização do tumor; da histologia e da biologia deste; do estadiamento da doença; e do diagnostico. Pacientes com doença localizada têm pior prognóstico que aqueles com doença avançada.
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Em relação ao câncer infantojuvenil e às emergências por ele provocadas, julgue o item subsequente.
O câncer pediátrico não é uma doença prevenível. Para o biênio 2018/2019, são estimados 12.500 casos novos de câncer em crianças/jovens até dezenove anos de idade, tornando essa patologia a primeira causa de morte por doença na população pediátrica nessa faixa etária.
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Julgue o item seguinte relativo a situações de urgência e emergência em pediatria.
A absorção e a biodisponibilidade de diversas drogas administradas pela via intravenosa são equivalentes comparativamente à sua administração pela via intraóssea, como, por exemplo, o sulfato de morfina. Uma das limitações quanto à utilização da via intraóssea como via de acesso refere-se ao tempo máximo de permanência do acesso, que é de 36 h
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Julgue o item seguinte relativo a situações de urgência e emergência em pediatria.
O acesso vascular por via intraóssea em emergências pediátricas representa uma via de acesso não colapsável, ou seja, que sofre pouca influência a despeito do estado hemodinâmico que o paciente apresenta, sendo uma técnica de fácil e rápida execução. Apesar de a indicação desse procedimento ser uma atribuição médica, o enfermeiro poderá realizar a punção intraóssea, desde que se sinta preparado para isso e tenha realizado capacitações específicas sobre o tema.
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Julgue o item seguinte relativo a situações de urgência e emergência em pediatria.
A sequência da ressuscitação cardiorrespiratória é a mesma para todas as faixas etárias: C-A-B, em que C corresponde à circulação (compressões torácicas); A, a o manejo da via aérea; B, à ventilação.
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Julgue o item seguinte relativo a situações de urgência e emergência em pediatria.
Na ressuscitação cardiorrespiratória de indivíduos com até um ano completo de idade, a técnica das compressões torácicas a ser utilizada é a de dois dedos ou dois polegares e a relação compressões/ventilações deverá ser 30:2 no caso de um socorrista e 15:2 no caso de dois socorristas. Nesse caso, o pulso a ser checado será o pulso braquial ou o carotídeo.
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Julgue o item seguinte relativo a situações de urgência e emergência em pediatria.
No procedimento de ressuscitação cardiorrespiratória de indivíduos na faixa entre os com mais de um ano de idade e os que ainda não entraram na puberdade, a técnica das compressões torácicas a ser utilizada é a de duas mãos ou uma mão, e a relação compressões/ventilações deverá ser de 30:2 no caso de um socorrista e de 15:2 no caso de dois socorristas. Nesse caso, o pulso a ser checado será o pulso carotídeo ou o femoral.
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