Foram encontradas 80 questões.
Um paciente de 35 anos comparece à consulta com um
otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda
e roncos noturnos que incomodam a esposa. Nega sonolência
excessiva diurna ou apneia presenciada. Traz polissonografia tipo
I com IAH de 3.
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
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Um paciente de 50 anos, com IMC 37 e história de roncos
noturnos altos e sonolência excessiva diurna, leva para consulta
um exame de polissonografia tipo I, com IAH de 54.
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta:
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta:
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Uma paciente de 45 anos comparece à consulta médica com
queixa de globus faríngeo, pigarro e disfonia leve. Uma
videolaringoscopia revela hiperemia de aritenoide, espessamento
interaritenoideo e edema retrocricoide.
O diagnóstico mais provável dessa paciente é:
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Um paciente de 65 anos procura um otorrinolaringologista
devido a um quadro de disfonia e disfagia há 2 meses. Nega
infecção de via aérea prévia e uso abusivo da voz. É tabagista
desde os 30 anos (1 maço/dia). Uma videolaringoscopia evidencia
paralisia da prega vocal esquerda.
A hipótese diagnóstica mais provável para esse paciente é:
A hipótese diagnóstica mais provável para esse paciente é:
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Uma paciente de 57 anos foi submetida a cordectomia à direita
devido a um carcinoma in situ de prega vocal direita há 3 anos.
Tem feito acompanhamento regular no ambulatório de
otorrinolaringologia, sem sinal de recidiva de doença. Com queixa
de disfonia após a cirurgia laríngea, a paciente já fez fonoterapia,
sem resultado satisfatório. Uma videolaringoscopia evidencia
perda de massa da prega vocal direita como sequela pósoperatória, gerando uma grande fenda mesmo em adução
máxima.
A cirurgia indicada para melhora da qualidade vocal nesse caso é:
A cirurgia indicada para melhora da qualidade vocal nesse caso é:
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Uma paciente de 65 anos, com história de cefaleia, dor ocular,
diplopia e diminuição progressiva da acuidade visual, foi
submetida a uma tomografia computadorizada de seios da face,
que evidenciou uma massa cística, encapsulada, sem captação de
contraste e sem destruição óssea no interior do seio esfenoidal.
Diante do exposto acima, a principal hipótese diagnóstica é:
Diante do exposto acima, a principal hipótese diagnóstica é:
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Um paciente de 49 anos, com quadro de rinopatia alérgica e
asma, apresenta um quadro de obstrução nasal crônica e
rinorreia escurecida tipo mucina. A videoendoscopia nasal
evidenciou a presença de pólipos em ambas as fossas nasais e
secreção nasal amarronzada.
Diante do exposto acima, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Diante do exposto acima, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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Uma paciente de 60 anos, com obesidade grau II (IMC de 37) e
história de 3 episódios de meningite bacteriana, é encaminhada
ao otorrinolaringologista para investigação diagnóstica. A
paciente apresenta-se com quadro de rinorreia hialina frequente
pela fossa nasal esquerda, que foi atribuída a quadro de rinite
alérgica, mas não teve melhora com tratamento antialérgico.
Ao exame, identifica-se, na fossa nasal esquerda, a presença de rinorreia tipo “água de rocha”, que surge após a inclinação da cabeça para frente.
Com base nesse cenário clínico, a conduta correta é encaminhar o paciente para o seguinte exame:
Ao exame, identifica-se, na fossa nasal esquerda, a presença de rinorreia tipo “água de rocha”, que surge após a inclinação da cabeça para frente.
Com base nesse cenário clínico, a conduta correta é encaminhar o paciente para o seguinte exame:
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Um paciente de 50 anos foi submetido a cirurgia endoscópica
nasossinusal para tratamento de uma rinossinusite crônica com
polipose nasossinusal. Evoluiu no pós-operatório imediato com
equimose periorbital, sem alteração da motilidade ocular ou
alteração visual.
Essa complicação foi consequente à:
Essa complicação foi consequente à:
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Um paciente de 50 anos, sem doenças crônicas, apresenta
história de obstrução nasal, secreção nasal e hiposmia há mais de
12 semanas. Realizou tratamento com antibiótico sem resposta
adequada. A tomografia computadorizada de cavidades
paranasais evidenciou presença de velamento em seio maxilar
esquerdo com material hiperdenso de permeio com calcificações
lineares em seu interior.
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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