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Paciente em ventilação mecânica por síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) apresenta hipoxemia refratária. Já está em ventilação protetora.
A próxima conduta recomendada é
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Uma mulher de 60 anos com DPOC moderado apresenta exacerbações frequentes, apesar do uso de LABA/ICS. Gasometria em repouso mostra PaO2 = 58 mmHg.
A conduta mais adequada é
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Homem de 28 anos, sem comorbidades, inicia quadro de tosse seca, febre e dispneia progressiva. Radiografia mostra infiltrado bilateral. Está em uso de sulfassalazina por artrite reumatoide. Saturação em ar ambiente: 88%.
O exame complementar inicial mais indicado, nesse caso, é
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Paciente de 52 anos com queixa de dispneia aos esforços. Espirometria com padrão restritivo. Tomografia de alta resolução mostra vidro fosco difuso com bronquiectasias por tração e faveolamento.
O diagnóstico mais provável é
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Um paciente de 45 anos, portador de asma moderada persistente, comparece à consulta com queixas de piora da dispneia e uso frequente de SABA. Refere adesão ao uso de budesonida/formoterol duas vezes ao dia.
No manejo da asma desse paciente, é mais adequado
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O diagnóstico mais provável para esse paciente e a medida mais indicada para reduzir a progressão da doença são, respectivamente,
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A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 ºC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 °C; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO₂: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.
A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é
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Ao exame físico, nota-se presença de microcefalia, fenda labial bilateral, polidactilia pós-axial em ambas as mãos, hipotonia generalizada e sopro cardíaco holossistólico audível em borda esternal esquerda. A ultrassonografia transfontanela revelou holoprosencefalia, e o ecocardiograma evidenciou comunicação interventricular ampla.
Assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada para esse caso.
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A recomendação atual, segundo o PNI e a SBP, é
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Com base nos achados clínicos e laboratoriais, a hipótese diagnóstica e a conduta mais apropriada são
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