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Foram encontradas 80 questões.

Homem, 71 anos, queixas de astenia, dispneia aos grandes esforços e infecções de repetição, há cercade 6 meses. Hemograma: anemia macrocítica (hemoglobina: 8g/dL), neutropenia e plaquetopenia discretas. O mielograma mostrou displasia multilinear, blastos 6%.

O diagnóstico provável é
 

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Uma paciente de 68 anos de idade procura o hematologista e relata que seus últimos hemogramas mostravam sempre aumento do número de linfócitos, sem nenhuma outra anormalidade. Além disso, diz ser assintomática até duas semanas antes, e levar vida ativa. Duas semanas antes da consulta, passou a apresentar dispneia ao subir escadas ou ao andar num passo mais acelerado.
Ao exame físico, palidez (++/4+), leve icterícia (+/4+), LDH elevada, teste de Coombs direto positivo. O hemograma feito após a consulta mostrou uma hemoglobina era de 9g/dL, com VCM de 95fL. Havia reticulocitose relativa (8%).
Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é
 

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Um paciente de 3 anos de idade, portador de hemofilia A grave, em uso regular de profilaxia com concentrado de fator VIII recombinante desde os 6 meses de idade, na dose 35 UI/kg de peso, 3 vezes por semana. Subitamente, começa a apresentar hemartrose recorrente de joelho.
Na cidade onde mora não há laboratório de hemostasia de referência, mas o laboratório geral realiza um coagulograma, que revela um T.P. normal e um PTTa muito alargado. O laboratório faz também um teste da mistura, que não resultou em nenhuma melhora no alargamento do PTTa.

A melhor explicação para essa situação clínica é
 

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Um indivíduo do sexo masculino, 47 anos de idade, procura atendimento médico com queixas de astenia, dispneia aos grandes esforços e saciedade pós-prandial precoce, surgidas 3 meses antes e que vêm piorando desde então.
Ao exame físico, volumosa esplenomegalia, palidez (+/4+). O hemograma mostra uma dosagem de hemoglobina de 11,5g/dL; a leucometria global era de 120.000/µL, com desvio escalonado (presença de mielócitos e metamielócitos e de basofilia) e a contagem de plaquetas, de 520.000/µL.

O exame a ser solicitado para confirmar o diagnóstico e a terapêutica a ser proposta são, respectivamente,
 

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Uma mulher de 32 anos, com queixas de mialgia, epistaxe, petéquias e equimoses, procura um hematologista, que solicita um hemograma e um coagulograma. Os resultados desses exames mostram: hemoglobina 8,4 g/dL; leucócitos 9.500/µL, com 25% de blastos; contagem de plaquetas de 28.000/µL; TP de 19 segundos (controle 13s), com RNI de 2; PTTa de 44 s (controle 32); fibrinogênio 90 mg/dL; PDF elevados. O esfregaço do sangue periférico mostra bastonetes de Auer.

Diante desse quadro, a conduta inicial recomendada é
 

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Uma gestante O Negativo, 15 anos de idade, dá à luz uma criança que nasce com sinais de sofrimento fetal. O grupo sanguíneo da criança é A Negativo, e ela apresenta anemia intensa e hiperbilirrubinemia indireta de 18 mg/dL (no sangue do cordão umbilical). O teste de Coombs indireto da criança, feito também no sangue do cordão umbilical, foi levemente positivo (+/4+). A pesquisa de anticorpos irregulares na mãe foi negativa. Decidiu-se pela realização de uma exsanguineotransfusão.

O sangue a ser utilizado deve ser sangue total
 

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Homem de 24 anos de idade procura a emergência com quadro de febre, fadiga e sangramento gengival. Apresenta palidez cutâneo-mucosa, petéquias e adenomegalias cervicais bilaterais. Seu hemograma mostra uma dosagem de hemoglobina de 6,8 g/dL, 52.000 leucócitos/µL (70% blastos), com 48.000 células mononucleares/µL, e plaquetas de 22.000/µL.

Diante desse quadro, a principal hipótese diagnóstica é
 

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Em relação à síndrome hemolítica-urêmica clássica, é correto afirmar que
 

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Um paciente de 12 anos de idade, portador da síndrome de Rendu-Osler-Weber (teleangiectasia hereditária hemorrágica) apresenta epistaxe de vulto, que já durava 12 horas, e é levado pela família ao hospital, durante a noite. Lá, o médico plantonista constata que o paciente está hipovolêmico, com instabilidade hemodinâmica, e prescreve transfusão emergencial de 3 bolsas de concentrados de hemácias. Ele pede ao serviço de hemoterapia que a primeira bolsa seja enviada antes mesmo da realização de prova cruzada, e informa que a criança tem uma carteirinha em que está registrado que o seu grupo sanguíneo é A+. O serviço envia então uma bolsa A+, enquanto realiza as provas de compatibilidade pré-transfusionais.

A respeito da conduta do serviço de hemoterapia, nesse caso, é correto afirmar que
 

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Uma criança de 7 anos de idade é encaminhada para consulta com hematopediatra devido ao aparecimento freqüente de equimoses nos membros inferiores. A avaliação da coagulação solicitada pelo médico mostra que se trata de um caso de doença de Von Willebrand do tipo 1.

Uma vez confirmado esse diagnóstico, o passo seguinte no seguimento da criança consiste em
 

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