Foram encontradas 60 questões.
Um paciente de 78 anos foi submetido a amputação acima do joelho por doença vascular.
Dos fatores prognósticos para protetização apresentados a seguir, assinale aquele que indica pior prognóstico funcional para uso de prótese.
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No processo de envelhecimento, ocorrem alterações fisiológicas no sistema respiratório que devem ser consideradas na avaliação e no planejamento da reabilitação respiratória do idoso.
Assinale a opção que descreve uma mudança respiratória esperada no envelhecimento normal.
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Ao elaborar um programa de reabilitação para um paciente com patologia do quadril, o médico fisiatra deve considerar fatores biomecânicos que influenciam diretamente a descarga de peso e as forças articulares incidentes sobre essa articulação durante as atividades funcionais.
Nesse contexto, o seguinte fator interfere diretamente na descarga de peso sobre a articulação do quadril:
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Paciente com diagnóstico de bexiga neurogênica espástica, secundária a lesão do sistema nervoso central, apresenta dificuldade de esvaziamento vesical adequado, com risco de retenção urinária e complicações do trato urinário superior.
Nessa condição clínica, o método recomendado para o esvaziamento vesical é
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Paciente idoso apresenta distúrbio progressivo da marcha associado a comprometimento cognitivo de grau variável, quadro sugestivo de hidrocefalia de pressão normal. É solicitada tomografia computadorizada (TC) de encéfalo para investigação diagnóstica.
Em relação aos achados esperados nesse exame de imagem, é correto afirmar que pode-se observar
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Durante a avaliação ambulatorial, um paciente idoso apresenta queixa de dificuldade progressiva para caminhar, com instabilidade postural, associada a alterações cognitivas de intensidade variável. Não há relato de cefaleia intensa nem sinais focais neurológicos agudos.
Considerando os achados clínicos clássicos, o seguinte sinal leva o médico fisiatra a suspeitar de hidrocefalia de pressão normal (HPN):
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Paciente adulto é admitido após trauma raquimedular, evoluindo com paralisia flácida, arreflexia e perda sensitivo-motora abaixo do nível da lesão, quadro compatível com choque medular. Durante a evolução clínica, realiza-se acompanhamento neurológico seriado para identificação do término dessa fase aguda.
No exame físico, o seguinte achado define o término da fase de choque medular:
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Criança de 5 anos, com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresenta dificuldades de comunicação, prejuízo na interação social e atraso no desenvolvimento de habilidades funcionais. Encontra-se em acompanhamento multiprofissional e é encaminhada para avaliação em serviço de Medicina Física e Reabilitação (Fisiatria).
Considerando o papel do médico fisiatra no acompanhamento dessa criança, é correto afirmar que sua atuação deve priorizar
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Paciente do sexo feminino, 45 anos, com diagnóstico clínico e funcional de disfunção da articulação sacroilíaca, encontra-se em acompanhamento há alguns meses, tendo realizado fisioterapia convencional, sem resposta satisfatória em relação ao controle da dor. Mantém limitação funcional e dor localizada em região lombossacra, sem sinais neurológicos associados.
Diante da falha do tratamento conservador inicial, a modalidade terapêutica mais indicada é
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Adolescente de 14 anos, sexo masculino, em acompanhamento ortopédico por escoliose idiopática do adolescente, apresenta curva torácica com ângulo de Cobb de 30°, mensurada em radiografia panorâmica da coluna, e sinal de Risser 2, indicando esqueleto ainda em fase de crescimento. O paciente é assintomático do ponto de vista neurológico e não apresenta queixas dolorosas relevantes.
Considerando o quadro clínico e os critérios atuais de manejo da escoliose idiopática do adolescente, a melhor conduta terapêutica é
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