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Respondida
Uma das emergências oncológicas que ocorrem durante a evolução do câncer é a síndrome de compressão medular (SCM), com incidência entre 5% a 14%. Em relação à esta condição clínica assinale a alternativa incorreta :
Respondida
Quanto à etiologia do câncer está correto afirmar, exceto :
Respondida
A biologia molecular vem nos proporcionando um maior entendimento a respeito dos princípios básicos e dos processos em nível celular e tecidual que ocorrem no câncer. Dentre as afirmações abaixo assinale a alternativa incorreta .
A
A alteração dos caminhos que orientam o desenvolvimento normal do processo de proliferação, apoptose, diferenciação, migração e invasão, durante o desenvolvimento pré- e pós-natal, contribuem para o fenótipo do câncer.
B
Várias famílias de fatores de crescimento, fatores angiogênicos, estimulam ou mediam a angiogênese do tumor.
C
Os fatores de crescimento derivados de plaqueta (PDGFs), inicialmente foram implicados como mediadores de angiogênese de tumor, hoje se sabe que são fatores de ação direta no estímulo apenas à angiogênese fisiológica.
D
São fatores angiogênicos, o fator de crescimento do hepatócito, citocinas inflamatórias como as interleucinas (IL)-6 e IL-8, citocinas como fator estimulante de colônia granulocítica, estrógenos e andrógenos.
E
Os fatores angiogênicos estimulam a expressão de um ou mais fatores de crescimento pró-angiogênico primário ou recrutam células para o sítio de angiogênese que amplifica o processo angiogênico.
Respondida
A classificação da OMS para os tumores do tecido hematopoético e linfóide (4ª edição, 2008) representa uma atualização da 3ª edição, 2001. Em relação à leucemia/linfoma linfoblástico B, assinale a alternativa incorreta .
A
A denominação de leucemia/linfoma de precursor B foi substituída por leucemia/linfoma linfoblástico B, havendo a preocupação de se incorporar as alterações genéticas.
B
A presença de massa tumoral acompanhada por 25% ou mais de células nucleoladas na medula óssea (linfoblatos) é definida como leucemia/linfoma linfoblástico B.
C
Várias anormalidades cromossômicas definem características clínicas, imunofenotípicas e prognósticas, sendo agora consideradas como entidades distintas como a LLA/linfoma com t(1;19)(q23;p13.3).
D
Diante de eosinofilia devem ser procurados os rearranjos FGFR1, os quais, se presentes, qualificam o diagnóstico de leucemia/linfoma linfoblástico associado a rearranjo FGFR1.
E
A leucemia/linfoma linfoblástico T apresenta frequentemente rearranjos cromossômicos envolvendo 14q11.2, 7q35, 7p14- 15, que são loci de receptores de célula T alfa, beta e gama, respectivamente.
Respondida
Considerando a classificação da Organização Mundial da Saúde (2008), assinale a alternativa incorreta em relação ao mieloma múltiplo:
A
Na classificação do MM, a diferença entre o MM sintomático e smoldering é definida com a presença ou não de dano tecidual ou em órgão, como hipercalcemia, insuficiência renal, anemia e lesões líticas (CRAB).
B
A classificação reconhece categorias de gamopatias monoclonais, MM sintomático e smoldering , gamopatia monoclonal de significado indeterminado (GMS!) e MM indolente, que identificam os pacientes que não requerem tratamento imediato.
C
Na maioria dos casos de MM o valor encontrado da proteina M é > 30g/L (gramas por litro) de imunoglobulina (Ig) G, ou > 25g/L de IgA ou > 19/24 horas de cadeia leve urinária.
D
A GMSI é definida na presença de proteína M < 30 g/L, de < 10% de plasmócitos na medula óssea e na ausência de dano a órgão de acordo com critério CRAB.
E
O diagnostico de MM smoldering é realizado na ausência de dano a órgão, de acordo com o critério CRAB, e com a presença de proteína M !$ \ge !$ 30g/L ou de > 10% de plasmócitos na medula óssea.
Respondida
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Paciente feminina, 46 anos, com história de tosse seca e dispneia progressiva há dois meses. Evoluiu com edema de face e de membros superiores, que são mais significativos ao acordar. Foi fumante por 20 anos tendo parado de fumar há 8 anos. Ao exame físico apresenta pletora facial, edema do pescoço e da face e circulação colateral na parede torácica anterior.
Considerando as patologias neoplásicas que podem ser a causa da síndrome da veia cava superior (SVCS), assinale a alternativa incorreta .
Respondida
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Paciente feminina, 46 anos, com história de tosse seca e dispneia progressiva há dois meses. Evoluiu com edema de face e de membros superiores, que são mais significativos ao acordar. Foi fumante por 20 anos tendo parado de fumar há 8 anos. Ao exame físico apresenta pletora facial, edema do pescoço e da face e circulação colateral na parede torácica anterior.
Analisando o caso, qual das afirmações abaixo é incorreta :
A
A instalação da sindrome da veia cava superior (SVCS), na maioria dos casos, é insidiosa e pode ser causada por trombose, fibrose, compressão extrinseca, invasão direta da veia ou por uma associação destes fatores.
B
A etiologia da SVCS pode ser benigna ou maligna, sendo as causas benignas responsáveis por cerca de 80% dos casos.
C
Temos como doenças benignas associadas à SVCS as infecciosas com mediastinite fibrosante por tuberculose, actinomicose, aspergilose e blastomicose.
D
Tem apresentado um aumento na frequência a SVCS secundária à trombose de cateter venoso central, tipo porthocath , ou marca-passos.
E
As opções terapêuticas para o tratamento da SVCS incluem o tratamento clínico, tratamento radioterápico e quimioterápico nas neoplasias, o tratamento endovascular (implantação de stents) e tratamento cirúrgico.
Respondida
Quanto aos fatores de risco e sobrevida em pacientes com linfoma podemos afirmar, exceto :
Respondida
Os linfomas são um grupo heterogêneo de doenças malignas do tecido linfoide. Qual das alternativas abaixo é incorreta .
Respondida
Pacientes em uso de quimioterapia, via oral ou endovenosa, apresentam diferentes riscos eméticos. Assinale a afirmativa incorreta .
A
Em quimioterapia endovenosa com baixo risco emético há indicação do uso de metoclopramida, ou dexametasona, ou antagonista da serotonina (5-HT3) como ondansetron.
B
Nos casos de quimioterapia oral com moderado ou alto risco emético deve-se iniciar com antagonistas da serotonina (5- HT3), podendo ser associado à lorazepam e/ou bloqueador H2.
C
Drogas quimioterápicas com alto risco emético tem mais de 90% de frequência de emese, como cisplatina, doxorubicina (dose !$ \ge !$ 60mg/m2 ), ifosfamida (dose !$ \ge !$ 2g/m2 ) e ciclofosfamida (dose >1500mg/m2 ).
D
O tratamento radioterápico em sítio localizado ou irradiação de corpo total (TBI ), associado ou não à quimioterapia tem potencial emetogênico com indicação para o uso de antagonista da serotonina podendo ser associado à dexametasona.
E
Drogas quimioterápicas com moderado risco emético tem menos de 30% de frequência de emese, como nos casos de !$ \alpha !$ interferon (dose > 10 milhões Ul/m2 ), doxorubicina (dose < 60mg/m2 ), citarabina (dose > 200mg/m2 ), ciclofofamida (dose !$ \le !$ 1500mg/m2 ), busulfan e melphalan.