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Deseja-se colocar peças cúbicas de tamanhos distintos em uma caixa com formato também cúbico, de forma a preenchê-la completamente. Há disponíveis: cinco peças com 1cm3; cinco peças com 8 cm3 e cinco peças com 27 cm3 . Sabendo que o volume da caixa é de 81 cm3, a única alternativa abaixo, adequada para o preenchimento da caixa é:
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Um número era chamado de perfeito pelos gregos se a soma dos seus divisores próprios (todos os divisores, exceto o próprio número) resultava no próprio número. Atendendo a essa definição, o único número perfeito abaixo é:
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Pensei em um número. Multipliquei-o por 10, somei o produto obtido com 15 unidades e, a seguir, dividi o resultado por 20, obtendo ao final 1,5. O número em que pensei foi:
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Uma fábrica produziu no ano passado 802 567 2 camisetas. Esse número pode ser escrito por extenso como:
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Na frase "Executaram um inocente" temos o caso de uma forma verbal na terceira pessoa do plural que mostra:
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Em seu todo, pode-se considerar o texto:
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TEXTO – QUEM MATOU JEAN CHARLES?
Paulo Nogueira Batista Jr – Folha de São Paulo, 14-07-2006
Hoje eu pretendia continuar falando sobre a reunião do G8, mas de repente decidi mudar de assunto. Foi quando li a notícia de que a Procuradoria Geral do Reino Unido anunciara a sua conclusão de que “existe evidência insuficiente” para incriminar qualquer dos policiais envolvidos no assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes. A Procuradoria fez questão de deixar claro que o chefe da polícia de Londres, Sir Ian Blair, não será processado individualmente, mas sim a instituição empregadora dos “policiais envolvidos na morte do sr. de Menezes”.
Decisão “inacreditável” e “vergonhosa”, disseram com razão familiares da vítima. Em Londres, um brasileiro, a caminho do trabalho, foi assassinado com sete tiros na cabeça, disparados à queima-roupa. Policiais, treinados em Israel, que estavam trabalhando sob a política de “atirar para matar”, pensaram que se tratava de um terrorista. Executaram um inocente, um brasileiro de origem humilde, que trabalhava para poupar e mandar dinheiro para a família no Brasil. Mas ninguém é responsabilizado. Ficam todos lindamente impunes. Ao final do processo, a Polícia de Londres poderá ser condenada a pagar uma multa.
Até o momento, a reação do governo brasileiro foi fraca. O Itamaraty divulgou uma pequena nota à imprensa, de cinco frases, em que “lamenta” a decisão e informa que “continuará a buscar esclarecimentos adicionais” para chegar a uma avaliação final.
Onde está a indignação, o protesto veemente contra a barbaridade cometida? Sabemos que os nossos diplomatas nem sempre apóiam, como deveriam, os brasileiros que residem no exterior. Muitos deles, os proverbiais “diplomatas de punhos de renda”, consideram esses brasileiros uma “dor de cabeça”.
Será que na sua recente visita oficial a Londres o presidente do Brasil deu suficiente destaque à questão do assassinato de Jean Charles? Ou os nossos diplomatas avaliaram que insistir no tema poderia “macular” a viagem do presidente e aborrecer os seus anfitriões?
A expressão "lindamente impunes" exemplifica um tipo de linguagem figurada denominada:
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TEXTO – QUEM MATOU JEAN CHARLES?
Paulo Nogueira Batista Jr – Folha de São Paulo, 14-07-2006
Hoje eu pretendia continuar falando sobre a reunião do G8, mas de repente decidi mudar de assunto. Foi quando li a notícia de que a Procuradoria Geral do Reino Unido anunciara a sua conclusão de que “existe evidência insuficiente” para incriminar qualquer dos policiais envolvidos no assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes. A Procuradoria fez questão de deixar claro que o chefe da polícia de Londres, Sir Ian Blair, não será processado individualmente, mas sim a instituição empregadora dos “policiais envolvidos na morte do sr. de Menezes”.
Decisão “inacreditável” e “vergonhosa”, disseram com razão familiares da vítima. Em Londres, um brasileiro, a caminho do trabalho, foi assassinado com sete tiros na cabeça, disparados à queima-roupa. Policiais, treinados em Israel, que estavam trabalhando sob a política de “atirar para matar”, pensaram que se tratava de um terrorista. Executaram um inocente, um brasileiro de origem humilde, que trabalhava para poupar e mandar dinheiro para a família no Brasil. Mas ninguém é responsabilizado. Ficam todos lindamente impunes. Ao final do processo, a Polícia de Londres poderá ser condenada a pagar uma multa.
Até o momento, a reação do governo brasileiro foi fraca. O Itamaraty divulgou uma pequena nota à imprensa, de cinco frases, em que “lamenta” a decisão e informa que “continuará a buscar esclarecimentos adicionais” para chegar a uma avaliação final.
Onde está a indignação, o protesto veemente contra a barbaridade cometida? Sabemos que os nossos diplomatas nem sempre apóiam, como deveriam, os brasileiros que residem no exterior. Muitos deles, os proverbiais “diplomatas de punhos de renda”, consideram esses brasileiros uma “dor de cabeça”.
Será que na sua recente visita oficial a Londres o presidente do Brasil deu suficiente destaque à questão do assassinato de Jean Charles? Ou os nossos diplomatas avaliaram que insistir no tema poderia “macular” a viagem do presidente e aborrecer os seus anfitriões?
O segmento do texto que NÃO exemplifica a junção de substantivo + adjetivo é:
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TEXTO – QUEM MATOU JEAN CHARLES?
Paulo Nogueira Batista Jr – Folha de São Paulo, 14-07-2006
Hoje eu pretendia continuar falando sobre a reunião do G8, mas de repente decidi mudar de assunto. Foi quando li a notícia de que a Procuradoria Geral do Reino Unido anunciara a sua conclusão de que “existe evidência insuficiente” para incriminar qualquer dos policiais envolvidos no assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes. A Procuradoria fez questão de deixar claro que o chefe da polícia de Londres, Sir Ian Blair, não será processado individualmente, mas sim a instituição empregadora dos “policiais envolvidos na morte do sr. de Menezes”.
Decisão “inacreditável” e “vergonhosa”, disseram com razão familiares da vítima. Em Londres, um brasileiro, a caminho do trabalho, foi assassinado com sete tiros na cabeça, disparados à queima-roupa. Policiais, treinados em Israel, que estavam trabalhando sob a política de “atirar para matar”, pensaram que se tratava de um terrorista. Executaram um inocente, um brasileiro de origem humilde, que trabalhava para poupar e mandar dinheiro para a família no Brasil. Mas ninguém é responsabilizado. Ficam todos lindamente impunes. Ao final do processo, a Polícia de Londres poderá ser condenada a pagar uma multa.
Até o momento, a reação do governo brasileiro foi fraca. O Itamaraty divulgou uma pequena nota à imprensa, de cinco frases, em que “lamenta” a decisão e informa que “continuará a buscar esclarecimentos adicionais” para chegar a uma avaliação final.
Onde está a indignação, o protesto veemente contra a barbaridade cometida? Sabemos que os nossos diplomatas nem sempre apóiam, como deveriam, os brasileiros que residem no exterior. Muitos deles, os proverbiais “diplomatas de punhos de renda”, consideram esses brasileiros uma “dor de cabeça”.
Será que na sua recente visita oficial a Londres o presidente do Brasil deu suficiente destaque à questão do assassinato de Jean Charles? Ou os nossos diplomatas avaliaram que insistir no tema poderia “macular” a viagem do presidente e aborrecer os seus anfitriões?
A expressão “um brasileiro” mostra um adjetivo substantivado; o mesmo ocorre na expressão:
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TEXTO – QUEM MATOU JEAN CHARLES?
Paulo Nogueira Batista Jr – Folha de São Paulo, 14-07-2006
Hoje eu pretendia continuar falando sobre a reunião do G8, mas de repente decidi mudar de assunto. Foi quando li a notícia de que a Procuradoria Geral do Reino Unido anunciara a sua conclusão de que “existe evidência insuficiente” para incriminar qualquer dos policiais envolvidos no assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes. A Procuradoria fez questão de deixar claro que o chefe da polícia de Londres, Sir Ian Blair, não será processado individualmente, mas sim a instituição empregadora dos “policiais envolvidos na morte do sr. de Menezes”.
Decisão “inacreditável” e “vergonhosa”, disseram com razão familiares da vítima. Em Londres, um brasileiro, a caminho do trabalho, foi assassinado com sete tiros na cabeça, disparados à queima-roupa. Policiais, treinados em Israel, que estavam trabalhando sob a política de “atirar para matar”, pensaram que se tratava de um terrorista. Executaram um inocente, um brasileiro de origem humilde, que trabalhava para poupar e mandar dinheiro para a família no Brasil. Mas ninguém é responsabilizado. Ficam todos lindamente impunes. Ao final do processo, a Polícia de Londres poderá ser condenada a pagar uma multa.
Até o momento, a reação do governo brasileiro foi fraca. O Itamaraty divulgou uma pequena nota à imprensa, de cinco frases, em que “lamenta” a decisão e informa que “continuará a buscar esclarecimentos adicionais” para chegar a uma avaliação final.
Onde está a indignação, o protesto veemente contra a barbaridade cometida? Sabemos que os nossos diplomatas nem sempre apóiam, como deveriam, os brasileiros que residem no exterior. Muitos deles, os proverbiais “diplomatas de punhos de renda”, consideram esses brasileiros uma “dor de cabeça”.
Será que na sua recente visita oficial a Londres o presidente do Brasil deu suficiente destaque à questão do assassinato de Jean Charles? Ou os nossos diplomatas avaliaram que insistir no tema poderia “macular” a viagem do presidente e aborrecer os seus anfitriões?
A alternativa em que o conectivo destacado tem seu valor semântico corretamente indicado é:
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