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A Eletrobrás desenvolveu o Sistema de Informações do Potencial
Hidrelétrico Brasileiro - SIPOT com o objetivo de armazenar
e processar informações sobre estudos e projetos
de usinas hidrelétricas. Um dos produtos gerados pelo SIPOT
é o valor que corresponde ao potencial hidrelétrico brasileiro.
Nesse sentido, analise as afirmações a seguir.
I – Os dados do SIPOT podem substituir os estudos no
estágio de inventário.
II – O SIPOT é permanentemente atualizado com informações
de estudos que são disponibilizados ao público.
III – Os estudos nos estágios de inventário, viabilidade e projeto
básico permitem identificar as restrições econômicas,
ambientais e técnicas existentes, que, muitas vezes,
reduzem o potencial inicialmente estimado pelo
SIPOT.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões):
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O Brasil tem como cultura no setor energético voltar-se quase que exclusivamente para o atendimento da demanda dos principais centros consumidores. No entanto, existem inúmeras comunidades isoladas desassistidas de qualquer tipo de serviço público, que não dispõem de energia elétrica para o atendimento das suas necessidades mais elementares, como, por exemplo, a iluminação. Diante desse quadro, é necessário que haja uma preocupação do governo, no sentido de dirimir tais desigualdades. Nesse contexto, é correto afirmar que:
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No Brasil, que tem dimensões continentais e hidrelétricas como a base da geração, a construção de uma ampla rede de linhas de transmissão foi fundamental, a fim de interligar suas usinas para oferecer maior confiabilidade no fornecimento de energia elétrica aos centros consumidores. Apesar dessa concepção, foi observada a necessidade de outros tipos de geração mais setorizados, de modo a aumentar a confiabilidade do sistema, abrindo espaço para outras formas de geração de energia elétrica, como as fontes alternativas de energia. A respeito dessa temática, é correto afirmar que:
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O Decreto-Lei nº 1.872, de 21/05/81, estabelece que os concessionários de serviços públicos de eletricidade ficam autorizados a adquirir energia excedente de autoprodutores, desde que estes não empreguem combustíveis derivados de petróleo, além de assegurar a formação de consórcios desses autoprodutores com os concessionários. Apesar desses incentivos, a capacidade instalada de geração elétrica de autoprodutores, até o início de 2005, somente teve maior participação nos setores:
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A energia útil é aquela de que o consumidor dispõe depois da última conversão feita nos seus próprios equipamentos. Trata-se da energia final (a energia fornecida aos equipamentos) diminuída das perdas na conversão. A identificação dessa energia útil permite visualizar que formas de energia são utilizadas com maior eficiência. No setor residencial houve um aumento do rendimento por causa da:
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A diversificação da geração de energia elétrica por meio de diversas fontes é muito importante para não tornar o país dependente de um único recurso, o que poderia implicar riscos no fornecimento da energia sem, no entanto, desrespeitar a vocação natural desse país em termos de geração. Nessa perspectiva, no Brasil, as hidrelétricas compõem a base da geração, seguida da geração por meio de usinas:
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Em virtude dos fartos recursos hídricos existentes no Brasil, as hidrelétricas tornaram-se a base da geração elétrica no País. Entretanto, somente com esse tipo de geração não se consegue atingir a otimização para o atendimento da demanda dos diversos centros consumidores. Uma possibilidade para se chegar a essa condição otimizada dos recursos energéticos é a utilização de unidades geradoras com grande mobilidade operacional. São exemplos dessas unidades as:
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Assinale a opção que apresenta, respectivamente, uma linguagem utilizada na modelagem de sistemas computacionais, sendo um de seus diagramas o Diagrama de Casos de Uso, e uma linguagem que utiliza tags para estruturar e organizar dados, sendo muito utilizada para estabelecer um mecanismo flexível de troca de informações entre aplicações distribuídas.
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Books are being scanned to make them searchable
on the Internet. Television broadcasts are being recorded
and archived for online posterity. Radio shows, too, are
getting their digital conversion — to podcasts. With a
few keystrokes, we’ll soon be able to make good use of
much of the world’s knowledge. And we’ll do it from nearly
anywhere — already, newer iPods can carry all your
music, digital photos and TV classics along with more
contemporary prime-time fare.
Will all this instantly accessible information make
us much smarter, or simply more stressed? When can
we stop to think, absorb and evaluate all this data?
“People are already struggling and feeling like they need
to keep up with the variety of information sources they
already have,” said David Greenfield, a psychologist who
wrote Virtual Addiction. “There are upper limits to how
much we can manage.”
It may take better technology to cope with the
problems better technology creates. Of course, if used
properly, the new resources have vast potential to shape
how we live, study and think. Consider books. Nicole
Quaranta, 22, is a typical youth. The New York University
grad student in education does most of her research
online. She’ll check databases for academic journals
and newspaper articles — but rarely books, even though
she admits that an author who spent years on a 300-
page book might have a unique perspective. “The library
is intimidating because I have to go there and everything
is organized by academic area,” Quaranta said. “I don’t
even know where to begin.” Were books as easily
searchable as Web pages, she would reconsider.
Otherwise, they might as well not exist.
With a generation growing up expecting everything
on the Internet, libraries, non-profit organizations and
leading search companies like Yahoo and Microsoft are
committing hundreds of millions of dollars collectively
to scan books and other printed materials so they can
be indexed and retrieved online. […]
Meanwhile, television shows formerly locked up in
network or studio vaults are starting to emerge online.
“Before, once it has been broadcast, it’s gone, and it doesn’t
really contribute to our knowledge space,” said Jakob
Nielsen, a Web design expert with Nielsen Norman Group.
For the past year, Google has been digitally recording
news and other programs from several TV stations in
the San Francisco area. Early next year, America Online
and Warner Bros. will offer free access to dozens of old
television shows, and Apple Computer recently started
selling episodes of shows old and new from ABC and
NBC Universal for .99 each — viewable on computers
and its newer iPods.
In audio, National Public Radio has been producing
free podcasts featuring clips or entire programs. Anyone
with a music player can listen anytime, anywhere.
And then there are materials born digital: Photos
from digital cameras can now be easily shared, even
among strangers, at sites like Yahoo’s Flickr.
Steve Jones, a professor of communications at the
University of Illinois at Chicago, says centralization and
easy access could make people smarter: Instead of
wasting time finding information, they can focus more
on assessing its worth. But there’s the danger, he says,
that people will simply take information for granted:
Assuming that whatever pops up first is the best. Worse,
people may simply tune out.
The key may lie in technologies that push to the
top items you seek. Search analyst Danny Sullivan
describes such a tool as “some sort of metal detector
or magnet to pull all the good stuff out of the haystack.”
Virtual communities may contribute to that end. […]
“Social networks, search engines and things yet
invented are critical as we bring millions of movies, books
and musical recordings online,” said Brewster Kahle, a
search pioneer who created the Internet Archive, a non-
profit preservation group.
Even more important will be good research skills
— infoliteracy, if you will. That means knowing where
and how to look, and evaluating what you get back. […]
By Anick Jesdanun, Associated Press. Dec. 25, 20
There are several ways to avoid the stress caused by instantly accessible information online (lines 58-78), EXCEPT to:
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