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RN de 36 semanas de idade gestacional nasceu por parto cesáreo de urgência devido a sofrimento fetal agudo. Sua mãe apresentou febre 24 h antes do parto e rotura prolongada de membranas (22h) sem uso de antibióticos profiláticos. Nas primeiras 12 horas de vida, o recém-nascido desenvolveu taquipneia (FR: 64 irpm), gemência, e retração subcostal.
Ao exame RN apresentava-se hipoativo e com perfusão periférica prolongada. Foi iniciada oxigenoterapia e realizada coleta de exames laboratoriais, incluindo hemocultura, hemograma e PCR.
Os resultados laboratoriais mostraram:
• Hemograma: leucocitose (26.000/mm3), relação I/T aumentada (> 0,3).
• PCR: 14 mg/L (valores elevados).
• Hemocultura: aguardando resultado.
Diante do quadro, a equipe médica iniciou antibioticoterapia empírica.
Com base nesse caso, a melhor conduta a ser seguida é:
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Um recém-nascido de 7 dias, prematuro extremo com 1.200 g e idade gestacional de 31 semanas, encontra-se estável hemodinamicamente, sem sangramentos evidentes. Sua contagem de plaquetas é de 35.000/mcL.
Considerando as recomendações específicas para neonatos quanto à transfusão de concentrado de plaquetas, a conduta mais apropriada é:
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As recomendações para a amamentação em mães com tuberculose pulmonar dependem da época do diagnóstico da doença e da fase do tratamento.
Baseando-se nisso, assinale a alternativa correta.
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Gestante tratou sífilis com penicilina benzatina 7.200.000 UI iniciando seu tratamento 40 dias antes do parto. Seu VDRL à entrada no Centro-Obstétrico foi de 1/16. RN apresentando exame físico normal, VDRL = 1/8.
Qual a melhor conduta frente ao RN?
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A asfixia perinatal é uma doença grave, que acomete entre 1 e 6 bebês a cada mil nascidos vivos em países desenvolvidos, representando a terceira causa mais comum de morte neonatal no mundo, estimada em 23%. O acometimento é multissistêmico e se destaca pelo comprometimento neurológico denominado encefalopatia hipóxico-isquêmica.
O comprometimento neurológico clinicamente manifesta- se por convulsões neonatais. Qual o tratamento de primeira escolha para as convulsões?
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São considerados risco infeccioso materno para sepse neonatal precoce por estreptococos do grupo B:
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A conjuntivite neonatal ou oftalmia neonatal é definida como uma conjuntivite purulenta do recém-nascido (RN), nas primeiras quatro semanas de vida (28 dias), usualmente adquirida durante o seu nascimento, a partir do contato com secreções genitais maternas contaminadas.
Com base nesse contexto, o Departamento Científico de Neonatologia da SBP enfatiza a necessidade do método de Credé (DOC CIENTÍFICO SBP, 2020) para profilaxia da conjuntivite neonatal, utilizando colírio de
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Recém-nascido de termo, adequado para idade gestacional, peso do nascimento 3.350 g, desenvolve icterícia com 15 horas de vida. Exames colhidos mostram BI de 14,8 mg/dL. Apesar da fototerapia (luz LED), com 36 horas de vida, evoluiu para níveis de bilirrubina indicativos de exsanguineotransfusão, a qual foi realizada sem intercorrências. Os exames prévios à EXT revelaram tipagem materna O Rh negativo e do RN B positivo, com Coombs indireto negativo e coombs direto positivo, eluato anti-B = 1/16, reticulócitos de 9% e microesferócitos no sangue periférico.
É correto afirmar com certeza que a causa dessa icterícia neonatal é
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RN com 18 horas de vida, sexo feminino, apresenta icterícia Zona III de Kramer. Mãe secundigesta.
Pré-natal parto normal sem intercorrências. Mãe O+, Coombs indireto negativo, VDRL negativo e HIV negativo. RN pesou ao nascimento: 3.000 g, tipagem sanguínea O positivo, coombs direto positivo.
Diante do quadro clínico e laboratorial, os seguintes exames tornam-se necessários para o diagnóstico e conduta:
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Considerando o Teste do Coraçãozinho atualizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria em 2022, assinale a alternativa correta.
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