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Foram encontradas 120 questões.

1600200 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Com relação às atribuições do enfermeiro na unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), jugue os itens a seguir.

É importante que o enfermeiro saiba ler os traçados do eletrocardiograma para conseguir detectar, por exemplo, um infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST.

 

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1600199 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
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# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
.
# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Essa paciente está em estado grave e precisa de um balanço hídrico rigoroso.

 

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1600198 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
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# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
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# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nos exames laboratoriais, essa paciente apresentou ureia de 211 mg/dL e sódio de 153,0 mEq/L, o que significa que necessita imediatamente de terapia renal substitutiva (TRS), pois trará grandes e imediatas vantagens.

 

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1600197 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
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# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
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# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Ao realizar a avaliação da paciente, o enfermeiro deve observar as características definidoras e os fatores relacionados à patologia que levarão à elaboração do diagnóstico de enfermagem e do plano de cuidados.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1600196 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
.
# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
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# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

No caso dessa paciente, há necessidade de intubação orotraqueal, pois, aparentemente, está em Glasgow 5.

 

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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.

A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.

Quanto ao roteiro dos itens de verificação descritos pelo PNASS, o bloco I – gestão organizacional – inclui os seguintes itens: gestão de contratos, planejamento e organização, gestão da informação, gestão das pessoas e modelo organizacional.

 

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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.

A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.

É um dos objetivos específicos do PNASS incentivar a cultura avaliativa em estabelecimentos de saúde do SUS.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

No trabalho em equipe, a flexibilidade da divisão do trabalho não convive com as especificidades de cada área profissional.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

Considerando a articulação das ações de trabalho em equipe, define-se equipe integração aquela em que ocorre a justaposição das ações e o agrupamento dos agentes.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

Como sujeitos do processo de trabalho, os profissionais exercem autonomia técnica. Esta é concebida como a esfera de liberdade de julgamento e de tomada de decisão frente às necessidades de saúde dos usuários.

 

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