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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
No caso de crianças em fase escolar, a equipe multiprofissional deve acompanhar o fonoaudiólogo da atenção básica para que ele averigue os possíveis sinais de alteração da linguagem oral.
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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
Faz parte do protocolo de avaliação global de crianças menores de 6 anos de idade a verificação dos testes da “linguinha”, do “olhinho”, do “coraçãozinho” e da “orelhinha”, na carteira da criança.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
As perdas auditivas retrococleares não são detectáveis pelo teste de otoemissões acústicas, mas essas são menos prevalentes entre os bebês sem indicadores de risco.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
A triagem auditiva deve ser universal, ou seja, realizada em bebês com e sem risco para a perda auditiva, e o potencial evocado auditivo é o exame preconizado para esse procedimento.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
A triagem auditiva neonatal deve ser efetuada até o terceiro mês de vida dos neonatos, ou até o sexto mês de vida dos lactentes (idade corrigida), considerando os prematuros e aqueles com longos períodos de internação.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
A sífilis congênita pode ocasionar sequelas neurológicas, deformidades ósseas e dentárias, bem como perda visual; portanto, não implica fator de risco para perda auditiva.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
O RN identificado como portador de infecção congênita pelo CMV precisa ser avaliado clinicamente e com exames complementares, a fim de determinar o grau do comprometimento do sistema nervoso central e auditivo.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
O protocolo de exames preconizados para bebês com indicadores de risco são otoemissões acústicas e potencial evocado da audição (BERA) ao nascimento, e, com resultados satisfatórios, deve-se manter o monitoramento da função auditiva com audiometria de reforço visual.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
Quanto à prevenção da perda auditiva na doença congênita causada por vírus, é importante ressaltar as medidas para diminuir a morbidade em longo prazo, especialmente no que se refere à surdez condutiva.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
A identificação e o acompanhamento especializado do recém-nascido (RN) portador de deficiência auditiva podem propiciar intervenção precoce, evitando sequelas maiores.
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