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- Psicologia da SaúdeCuidados Paliativos na Psicologia
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Uma paciente de 67 anos de idade, casada, com quatro filhos, todos adultos, ensino médio completo, trabalhava como servidora pública, aposentada. Fazia check-up rotineiramente e, assim, descobriu que tinha problema na válvula mitral do coração. No primeiro momento, a médica manejou o problema com medicação. A paciente tinha pavor só de pensar em realizar qualquer procedimento cirúrgico; porém, após dois anos, por causa da descompensação, da perda de peso nos últimos seis meses e do índice de massa corporal menor que 22, evoluiu com necessidade cirúrgica. Após o procedimento, a paciente evoluiu com estado grave e necessidade contínua de balão intraórtico e vasodilatadores, que mantinham o coração da paciente funcionando. Após algumas tentativas malsucedidas de retirar as drogas e o dispositivo, foi cogitada a possibilidade de a paciente fazer um transplante. A equipe multidisciplinar foi acionada para iniciar avaliação para o procedimento; quando a psicologia foi conversar com a paciente, esta se mostrava vigil, consciente e orientada auto e alopsiquicamente, sob domínio das próprias faculdades mentais, triste com a evolução do caso, sem apetite e sem motivação para a realização do transplante, pois acreditava não resistir a um procedimento de maior complexidade – com uso de válvula – pela respectiva idade. Desejava ir para casa. O esposo de 78 anos de idade sempre estava ao lado dela e também se mostrava contrário ao transplante, porém todos os filhos do casal mostravam-se favoráveis à intervenção.
No que se refere a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente é uma candidata aos cuidados paliativos, que são compreendidos como uma assistência oferecida por uma equipe multidisciplinar, a fim de promover qualidade de vida a ela e aos familiares dela, pois ela apresenta uma doença que ameaça a respectiva vida.
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Uma paciente de 67 anos de idade, casada, com quatro filhos, todos adultos, ensino médio completo, trabalhava como servidora pública, aposentada. Fazia check-up rotineiramente e, assim, descobriu que tinha problema na válvula mitral do coração. No primeiro momento, a médica manejou o problema com medicação. A paciente tinha pavor só de pensar em realizar qualquer procedimento cirúrgico; porém, após dois anos, por causa da descompensação, da perda de peso nos últimos seis meses e do índice de massa corporal menor que 22, evoluiu com necessidade cirúrgica. Após o procedimento, a paciente evoluiu com estado grave e necessidade contínua de balão intraórtico e vasodilatadores, que mantinham o coração da paciente funcionando. Após algumas tentativas malsucedidas de retirar as drogas e o dispositivo, foi cogitada a possibilidade de a paciente fazer um transplante. A equipe multidisciplinar foi acionada para iniciar avaliação para o procedimento; quando a psicologia foi conversar com a paciente, esta se mostrava vigil, consciente e orientada auto e alopsiquicamente, sob domínio das próprias faculdades mentais, triste com a evolução do caso, sem apetite e sem motivação para a realização do transplante, pois acreditava não resistir a um procedimento de maior complexidade – com uso de válvula – pela respectiva idade. Desejava ir para casa. O esposo de 78 anos de idade sempre estava ao lado dela e também se mostrava contrário ao transplante, porém todos os filhos do casal mostravam-se favoráveis à intervenção.
No que se refere a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Tendo por base a Política Nacional no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), no caso de essa paciente não concordar em realizar o transplante, é obrigação do médico listá-la para transplante, pois a situação é de risco iminente de vida, e a não listagem seria entendida como negligência.
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Uma paciente de 52 anos de idade, casada, com dois filhos, realizou procedimento cirúrgico de gastroenterite e está com boa recuperação. Na enfermaria, a paciente encontra-se hipoativa, monossilábica, agressiva, recusa-se a comer, refere estar sendo perseguida por todos, que há pessoas na unidade de terapia intensiva (UTI) que querem matá-la, precisando ser contida, tranquiliza-se apenas quando em presença de familiares. Não está conseguindo dormir. Anteriormente, não apresentava histórico de transtorno mental. A equipe da UTI solicita parecer da psicologia.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O miniexame do estado mental (MEEM), validado no Brasil, é utilizado para avaliar as funções cognitivas, tais como orientação espacial e temporal, memória imediata e evocação, cálculo, linguagem, nomeação, repetição, compreensão, escrita e cópia do desenho. Esse instrumento é de uso privativo do psicólogo.
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Uma paciente de 52 anos de idade, casada, com dois filhos, realizou procedimento cirúrgico de gastroenterite e está com boa recuperação. Na enfermaria, a paciente encontra-se hipoativa, monossilábica, agressiva, recusa-se a comer, refere estar sendo perseguida por todos, que há pessoas na unidade de terapia intensiva (UTI) que querem matá-la, precisando ser contida, tranquiliza-se apenas quando em presença de familiares. Não está conseguindo dormir. Anteriormente, não apresentava histórico de transtorno mental. A equipe da UTI solicita parecer da psicologia.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Alguns recursos utilizados pelo psicólogo no contexto hospitalar para auxiliar a paciente são estimular a presença de um familiar para ajudar a melhorar a comunicação e o sentimento de segurança e estimular o uso de relógios, calendários e fotos. Um leito com janela pode contribuir para a organização do ciclo sonovigília. A independência da paciente deve ser estimulada assim que possível, incentivando-a a sair do leito.
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Uma paciente de 52 anos de idade, casada, com dois filhos, realizou procedimento cirúrgico de gastroenterite e está com boa recuperação. Na enfermaria, a paciente encontra-se hipoativa, monossilábica, agressiva, recusa-se a comer, refere estar sendo perseguida por todos, que há pessoas na unidade de terapia intensiva (UTI) que querem matá-la, precisando ser contida, tranquiliza-se apenas quando em presença de familiares. Não está conseguindo dormir. Anteriormente, não apresentava histórico de transtorno mental. A equipe da UTI solicita parecer da psicologia.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O quadro dessa paciente trata-se de um caso de delírio, que é caracterizado por uma falsa crença de realidade, isso explicaria as ideias persecutórias relacionadas à equipe.
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- Psicologia ClínicaPsicopatologiaTranstornos do Humor
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaTranstornos Neurocognitivos
Uma mulher de 78 anos de idade, viúva há dois anos, três filhos, possui ensino fundamental incompleto, reside com a filha e trabalhava como professora. A paciente vai à consulta trazida pela filha, a respectiva cuidadora principal. A família refere que a mãe parece apática, triste e mais sonolenta nos últimos meses. Expressa que tem observado rotineiramente que a mãe deixou de participar das tarefas diárias, não quer sair, evidenciando recorrentemente um discurso repetitivo e arrastado. Mais recentemente, apresenta lapsos de memória episódicos e lentidão psicomotora. Por vezes, pega ônibus errado e não sabe onde está, se esquece de trocos e nomes de conhecidos. Comparece para avaliação com a equipe multidisciplinar.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A hipótese para o diagnóstico pode ser um quadro depressivo com declínio cognitivo associado ou processo demencial inicial com sintomas depressivos.
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Uma mulher de 78 anos de idade, viúva há dois anos, três filhos, possui ensino fundamental incompleto, reside com a filha e trabalhava como professora. A paciente vai à consulta trazida pela filha, a respectiva cuidadora principal. A família refere que a mãe parece apática, triste e mais sonolenta nos últimos meses. Expressa que tem observado rotineiramente que a mãe deixou de participar das tarefas diárias, não quer sair, evidenciando recorrentemente um discurso repetitivo e arrastado. Mais recentemente, apresenta lapsos de memória episódicos e lentidão psicomotora. Por vezes, pega ônibus errado e não sabe onde está, se esquece de trocos e nomes de conhecidos. Comparece para avaliação com a equipe multidisciplinar.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Ao se tratar de um idoso, o psicólogo deve realizar uma avaliação com base no diagnóstico diferencial, levando em conta sintomas/queixas que podem ser comuns a vários problemas de saúde mental, podendo ter origem biológica e psicológica. É importante que hipóteses desse profissional incluam uma boa anamnese, compreensão da história de vida do paciente, incluindo histórico de transtornos mentais e outros adoecimentos, bem como incluir informações obtidas com a equipe de saúde e com familiares e acompanhantes.
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Uma mulher de 78 anos de idade, viúva há dois anos, três filhos, possui ensino fundamental incompleto, reside com a filha e trabalhava como professora. A paciente vai à consulta trazida pela filha, a respectiva cuidadora principal. A família refere que a mãe parece apática, triste e mais sonolenta nos últimos meses. Expressa que tem observado rotineiramente que a mãe deixou de participar das tarefas diárias, não quer sair, evidenciando recorrentemente um discurso repetitivo e arrastado. Mais recentemente, apresenta lapsos de memória episódicos e lentidão psicomotora. Por vezes, pega ônibus errado e não sabe onde está, se esquece de trocos e nomes de conhecidos. Comparece para avaliação com a equipe multidisciplinar.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Há dois conceitos que os profissionais de saúde precisam identificar ao lidar com o idoso. São eles: independência, que se refere à pessoa ter capacidade individual de decidir por si mesma, segundo as respectiva preferências e crenças; e a dependência, que significa não ser capaz de decidir e realizar as atividades sem a ajuda de outras pessoas.
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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
Uma mulher de 78 anos de idade, viúva há dois anos, três filhos, possui ensino fundamental incompleto, reside com a filha e trabalhava como professora. A paciente vai à consulta trazida pela filha, a respectiva cuidadora principal. A família refere que a mãe parece apática, triste e mais sonolenta nos últimos meses. Expressa que tem observado rotineiramente que a mãe deixou de participar das tarefas diárias, não quer sair, evidenciando recorrentemente um discurso repetitivo e arrastado. Mais recentemente, apresenta lapsos de memória episódicos e lentidão psicomotora. Por vezes, pega ônibus errado e não sabe onde está, se esquece de trocos e nomes de conhecidos. Comparece para avaliação com a equipe multidisciplinar.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para avaliação da funcionalidade, utiliza-se o questionário funcional de Pfeffer (1982) e a escala Glasgow.
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Uma mulher de 78 anos de idade, viúva há dois anos, três filhos, possui ensino fundamental incompleto, reside com a filha e trabalhava como professora. A paciente vai à consulta trazida pela filha, a respectiva cuidadora principal. A família refere que a mãe parece apática, triste e mais sonolenta nos últimos meses. Expressa que tem observado rotineiramente que a mãe deixou de participar das tarefas diárias, não quer sair, evidenciando recorrentemente um discurso repetitivo e arrastado. Mais recentemente, apresenta lapsos de memória episódicos e lentidão psicomotora. Por vezes, pega ônibus errado e não sabe onde está, se esquece de trocos e nomes de conhecidos. Comparece para avaliação com a equipe multidisciplinar.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A saúde do idoso está relacionada com a respectiva funcionalidade global, definida como a capacidade de gerir e cuidar de si mesmo. Pode ser avaliada por meio das atividades de vida diária (AVD), banhar-se, vestir-se, higiene, alimentação e tomada de remédios.
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