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A pancreatite aguda foi definida, no Simpósio de Atlanta, em 1992, como um processo inflamatório agudo do pâncreas, com envolvimento variável de outros tecidos regionais ou de sistemas orgânicos remotos. A respeito dessa patologia e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Todos os pacientes com ecografia de abdome sem colelitíase, sem histórico de abuso de álcool, com triglicerídeos séricos abaixo de 1.000 mg/dL, devem ser submetidos a colangiorressonância ou ecoendoscopia para descartar coledocolitíase como etiologia da pancreatite aguda.
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A pancreatite aguda foi definida, no Simpósio de Atlanta, em 1992, como um processo inflamatório agudo do pâncreas, com envolvimento variável de outros tecidos regionais ou de sistemas orgânicos remotos. A respeito dessa patologia e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Tomografia computadorizada ou ressonância magnética devem ser solicitadas em caso de dúvida diagnóstica ou na ausência de melhora clínica após 48 a 72 horas da admissão hospitalar.
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A pancreatite aguda foi definida, no Simpósio de Atlanta, em 1992, como um processo inflamatório agudo do pâncreas, com envolvimento variável de outros tecidos regionais ou de sistemas orgânicos remotos. A respeito dessa patologia e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Dor abdominal característica e aumento de enzimas hepáticas mais que três vezes o limite superior da normalidade confirmam o diagnóstico de pancreatite aguda.
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Quanto ao esôfago de Barrett, uma das possíveis complicações da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), julgue os itens a seguir.
Pacientes com esôfago de Barrett devem fazer endoscopia a cada seis meses para rastreio de câncer de esôfago.
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Quanto ao esôfago de Barrett, uma das possíveis complicações da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), julgue os itens a seguir.
Definido histologicamente como metaplasia intestinal, o esôfago de Barrett apresenta-se macroscopicamente como uma área de mucosa espessada e esbranquiçada.
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Quanto ao esôfago de Barrett, uma das possíveis complicações da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), julgue os itens a seguir.
Acomete principalmente o esôfago proximal.
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Certo paciente de 18 anos de idade procura gastroenterologista após a realização de endoscopia digestiva alta, sem pedido médico, em razão de queixas de queimação retroesternal e regurgitação, que se iniciaram há cerca de dois meses. As queixas são geralmente pós-prandiais, principalmente após ingesta de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas. Nega náuseas, vômitos, disfagia, perda ponderal ou quaisquer outros sintomas. O laudo do exame descreve presença de erosões em esôfago distal, algumas maiores que 5 mm, confluentes, acometendo cerca de 65% da circunferência do órgão.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pela classificação de Los Angeles, o paciente apresenta uma esofagite erosiva grau C.
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Certo paciente de 18 anos de idade procura gastroenterologista após a realização de endoscopia digestiva alta, sem pedido médico, em razão de queixas de queimação retroesternal e regurgitação, que se iniciaram há cerca de dois meses. As queixas são geralmente pós-prandiais, principalmente após ingesta de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas. Nega náuseas, vômitos, disfagia, perda ponderal ou quaisquer outros sintomas. O laudo do exame descreve presença de erosões em esôfago distal, algumas maiores que 5 mm, confluentes, acometendo cerca de 65% da circunferência do órgão.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
No manejo da DRGE refratária, o primeiro passo é associar um antagonista do receptor H2 ao inibidor da bomba de próton.
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Certo paciente de 18 anos de idade procura gastroenterologista após a realização de endoscopia digestiva alta, sem pedido médico, em razão de queixas de queimação retroesternal e regurgitação, que se iniciaram há cerca de dois meses. As queixas são geralmente pós-prandiais, principalmente após ingesta de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas. Nega náuseas, vômitos, disfagia, perda ponderal ou quaisquer outros sintomas. O laudo do exame descreve presença de erosões em esôfago distal, algumas maiores que 5 mm, confluentes, acometendo cerca de 65% da circunferência do órgão.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O exame de manometria esofágica sempre deve ser realizado antes do tratamento cirúrgico da DRGE.
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Certo paciente de 18 anos de idade procura gastroenterologista após a realização de endoscopia digestiva alta, sem pedido médico, em razão de queixas de queimação retroesternal e regurgitação, que se iniciaram há cerca de dois meses. As queixas são geralmente pós-prandiais, principalmente após ingesta de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas. Nega náuseas, vômitos, disfagia, perda ponderal ou quaisquer outros sintomas. O laudo do exame descreve presença de erosões em esôfago distal, algumas maiores que 5 mm, confluentes, acometendo cerca de 65% da circunferência do órgão.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento cirúrgico geralmente não é indicado aos pacientes não responsivos à terapia com inibidores da bomba de prótons.
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