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Foram encontradas 50 questões.

4087468 Ano: 2026
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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De acordo com a ANVISA-RDC n.º 63, de 2011, o serviço de saúde deve garantir a qualidade da água necessária ao funcionamento de suas unidades, e por isso, deve garantir a limpeza dos reservatórios de água a cada:

 

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4087041 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Biomédica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Com base nos conceitos de Manutenção aplicados à Engenharia Clínica, devido à variedade de equipamentos utilizados em EAS, recomenda-se a utilização de códigos para a definição desses itens. Nesse caso, o código DI é a indicação de:

 

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4087034 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Com base na ANVISA-RDC n.º 50, de 2002, o escopo do projeto físico de estabelecimentos de saúde inclui, dentre outros, o projeto de instalações elétricas. No âmbito dessa disciplina de projeto, está a previsão e projeto do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA), que é orientado pela ABNT, por meio da norma:

 

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4087033 Ano: 2026
Disciplina: Arquivologia
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Segundo a ANVISA-RDC n.º 509, de 2021, a documentação referente ao gerenciamento das tecnologias em saúde deve ser arquivada em conformidade com o estabelecido pela Lei n.º 8.159, de janeiro de 1991 ou por um prazo mínimo de:

 

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4087032 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Biomédica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Com base no histórico da Engenharia Clínica no Brasil, o avanço das ações e políticas de formação de engenheiros clínicos iniciou-se com a realização de oficinas de treinamentos desses profissionais realizados em Whashington, D.C. Esses trabalhos com engenheiros brasileiros foram iniciados no ano de:

 

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4087029 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Biomédica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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De acordo com o histórico da Engenharia Clínica, as ações de integração da engenharia e engenharia de manutenção no ambiente hospitalar se intensificaram com a ascensão da tecnologia nos hospitais, como por exemplo, com o uso de equipamentos de ultra-som, tomografia, dentre outros, fato esse que ocorreu nas décadas de:

 

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TEXTO

ARQUEOLOGIA NA AMAZÔNIA GANHA FORÇA COM TECNOLOGIA E VERBAS

Por muito tempo, acreditou-se que a Amazônia não oferecia condições para o desenvolvimento de sociedades mais complexas. O calor, a umidade e a vegetação densa seriam obstáculos intransponíveis, diziam naturalistas europeus do século 19. Eles estavam errados – mas teria sido difícil acertarem com a tecnologia da época.

Civilizações antigas como os incas, os maias e os astecas usavam pedras para construir vias, casas e templos, alguns dos quais seguem de pé até hoje. Já os povos originários da Amazônia alteravam seu ambiente com movimentações de terra e o uso de madeira e palha, que se decompõem com o tempo. Por isso, era mais fácil para um desbravador antigo nas Américas encontrar um templo maia ou uma estrada inca do que vestígios de uma vila pré-colombiana no meio da Amazônia.

Isso vem mudando nos últimos anos, com uma mãozinha da tecnologia: o uso do LiDAR, um radar de pulsos de laser que consegue escanear com detalhes o solo abaixo da copa das árvores. A imagem criada pode revelar estruturas construídas pelo homem na floresta, como valas, estradas e vestígios de casas. No Brasil, o uso do LiDAR é bem recente – começou em 2024, no projeto Amazônia Revelada, que tem como meta escanear cada vez mais áreas da floresta em busca de sítios arqueológicos.

Antes, em 2015 uma pesquisa do tipo no Equador encontrou um conjunto de antigas cidades na floresta que abrigaram milhares de pessoas há cerca de 2.500 anos. Em 2019, um grupo de arqueólogos bolivianos e alemães também fez isso na Amazônia boliviana. Além do avanço tecnológico, há mais arqueólogos interessados em trabalhar na Amazônia e verbas disponíveis, como mostra a iniciativa Amazônia +10, uma aliança de fundações estaduais de fomento que apoia projetos de pesquisa de várias disciplinas na região da floresta.

Em 2022, na primeira chamada para pedidos de financiamento, os projetos de arqueologia representaram 0,65% do total de submissões e nenhum foi contemplado com verbas. Na segunda chamada, em 2024, projetos de arqueologia representaram 4,19% das submissões e receberam 18,95% da verba disponível, ou R$ 14,4 milhões.

Arqueólogos também relatam maior interesse dos povos indígenas em autorizar pesquisas em suas terras, motivados pela percepção de que o conhecimento documentado sobre seus ancestrais fortalece a defesa de seus territórios e modos de vida – sob a lei brasileira, sítios arqueológicos são protegidos como patrimônio cultural.

O projeto Amazônia Revelada escaneou na sua primeira fase com o LiDAR 1,6 mil km² de floresta, área equivalente à da cidade de São Paulo, e localizou diversos sítios arqueológicos, incluindo um conjunto no sul do Amazonas. Esses sítios são caracterizados por geoglifos, formados por valas ou montículos de grandes dimensões, e outros indícios confirmados no local, como a presença de terra preta, um solo rico em nutrientes criado por indígenas que viveram na floresta há milhares de anos.

Os voos da segunda fase do projeto, que cobrirá uma extensão muito maior, começam em abril de 2026. À frente da iniciativa está Eduardo Góes Neves, professor e diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Ele considera que o impacto do LiDAR na arqueologia é comparável ao da datação por carbono-14, desenvolvida na década de 1940. “Ele permite que enxerguemos sítios arqueológicos abaixo da copa das árvores. E por meio das imagens conseguimos ter acesso a locais muito difíceis de se chegar”, diz.

Neves avalia que o uso da tecnologia na Amazônia brasileira chegou mais tarde que na Bolívia ou no Equador devido, entre outros motivos, à imensidão da floresta no território do país “A logística é mais difícil, em Quito ou Santa Cruz de La Sierra você pega um aviãozinho e em meia hora está na Amazônia. No Brasil, a escala é muito maior”, diz. Ele enfatiza que o maior interesse por arqueologia na Amazônia também está associado à consolidação de programas de pós-graduação nos últimos 25 anos – “que geraram doutores que hoje são professores e estão orientando mais gente fazendo pesquisa”.

Secretário-executivo da iniciativa Amazônia+10, Rafael Andery considera que o LiDAR “mudou o jogo” das pesquisas arqueológicas na Amazônia, já que a logística para fazer trabalhos de campo nos confins da floresta é complexa. “É muito caro custear uma pesquisa, especialmente se ela for feita longe dos grandes centros, das vias de transporte, das hidrovias. E muitas das descobertas que temos visto na Amazônia em termos de arqueologia são justamente em territórios menos acessíveis”, afirma.

Entre os projetos de arqueologia apoiados pela Amazônia+10, estão um para mapear a herança biocultural e desenvolver esforços de etnoconservação na região entre os rios Xingu e Tapajós, e outro para criar um inventário dos sítios arqueológicos de Roraima – estado muito pouco estudado “onde tudo quase é novidade”, diz Andery.

Na Amazônia boliviana, um projeto pioneiro conduzido por pesquisadores do Instituto Alemão de Arqueologia, da Universidade de Bonn e da Universidade de Exeter com o uso de LiDAR encontrou resquícios de centenas de povoados ocupados entre os séculos 6 e 15, que compunham uma estrutura urbana de baixa densidade populacional criada pelo povo casarabe, similar à dos maias.

Outro projeto da Universidade de Bonn, que teve a cooperação de três universidades brasileiras (UFAM, UFOPA e UFSC), estudou o modo de vida e os elementos arqueológicos de quatro povos amazônicos: os tacana, tsimane e mosetén na Bolívia e os waiwai no Brasil.

Carla Jaimes Betancourt, coordenadora do projeto e professora do departamento de Antropologia das Américas da Universidade de Bonn, considera que estudar vestígios de povoados antigos é especialmente relevante para a garantia de direitos dos indígenas contemporâneos.

Os quatro povos estudados na sua pesquisa foram consultados previamente e participaram como protagonistas do debate e conceituação de seus territórios e heranças culturais. No projeto Amazônia Revelada, de Eduardo Neves, os povos indígenas também foram consultados se autorizavam o sobrevoo e escaneamento de seus territórios.

Betancourt considera que esses três fatores estão por trás do interesse crescente por arqueologia na região da floresta: resistência dos povos indígenas a ameaças à Amazônia, formação recente de muitos arqueólogos dedicados ao tema e a tecnologia do LiDAR. Os achados recentes na Amazônia “têm a ver com a ideia de que o passado não está desconectado do presente, no qual os povos amazônicos lutam por seus territórios, ligados à sua história”, diz. “A arqueologia tem um papel importante para demonstrar que não são territórios vazios, que têm um passado muito profundo, um legado dos povos indígenas.”

Disponível em: < https://www.dw.com/pt-br/arqueologia-na-amazônia-ganha-força-com-tecnologia-e-mais-verbas/a-76280184 >. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.

No trecho “era mais fácil para um desbravador antigo nas Américas encontrar um templo maia”, a oração destacada exerce a função sintática de:

 

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4086483 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Federal
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Acerca do Código de Ética profissional do Engenheiro, o trecho: “A profissão realiza-se pelo cumprimento responsável e competente dos compromissos profissionais, munindo-se de técnicas adequadas, assegurando os resultados propostos e a qualidade satisfatória nos serviços e produtos e observando a segurança nos seus procedimentos” refere-se ao princípio ético do(a):

 

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4086482 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Biomédica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Conforme a ética no desenvolvimento das suas ações e conduta, o Engenheiro Clínico se compromete a zelar pelo ambiente de trabalho e relações interpessoais. Nesse contexto, a Resolução n.° 1002, de novembro de 2002, que regula o código de ética do Engenheiro, entrou em vigor a partir de:

 

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4086481 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Biomédica
Banca: CONSULPAM
Orgão: GHC
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Considerando a qualidade em laboratórios médicos, como procedimento para aceitação de um equipamento sujeito a calibração, recomenda-se que, na ausência de especificações sobre como avaliar a conformidade com o critério de aceitação estabelecidas por documentos normativos, seja usada a soma do módulo do erro com a incerteza associada ao equipamento. Acerca do tem, esse valor resultante deve ser:

 

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