Foram encontradas 40 questões.
De acordo com as diretrizes da SBP para o manejo da Otite Média Aguda (OMA), em qual das situações abaixo a conduta de observação vigilante (watchful waiting) por 48 a 72 horas, com analgesia adequada, é uma opção terapêutica considerada apropriada antes da introdução de antibioticoterapia?
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Um pré-escolar de 4 anos, previamente hígido, é levado à consulta com quadro de Infecção de Via Aérea Superior (IVAS) há 3 dias, caracterizado por coriza hialina, espirros e tosse seca e irritativa, que piora à noite e interfere no sono da criança e dos pais. Não há febre, dispneia ou outros sinais de alarme. Os pais solicitam “um remédio bom para cortar a tosse”. Com base nas evidências científicas atuais e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), qual é a conduta mais segura e eficaz para o manejo da tosse nesse caso?
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Paciente do sexo feminino, 42 anos, obesa, em uso recente de anticoncepcional oral, apresenta início súbito de dispneia intensa, dor torácica à direita e palpitação. Na chegada ao pronto-socorro, apresenta dessaturação (SpO2 88%), pressão arterial 110/70 mmHg e frequência cardíaca de 110 bpm. A angiotomografia revela tromboembolismo em artéria pulmonar lobar direita, sem sinais de sobrecarga ventricular direita no ecocardiograma. Considerando o quadro clínico, qual é a conduta terapêutica mais adequada?
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Paciente do sexo masculino, 17 anos, previamente hígido, iniciou há 2 semanas com febre, dor torácica pleurítica e dispneia leve. RX de tórax mostra leve derrame pleural à direita. Realizada punção por ultrassonografia, com análise do líquido pleural mostrando exsudato, predomínio de linfócitos (72%) e dosagem de adenosina deaminase (ADA) = 65 U/L. Baciloscopia e cultura de escarro negativas. Qual é a melhor conduta inicial?
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Paciente do sexo feminino, 55 anos, com história de transplante de medula óssea recente, em uso de imunossupressores, iniciou com quadro de febre, tosse e dispneia, sem melhora com uso de antibióticos, realizou TC de tórax que evidenciou opacidades nodulares com sinal do halo. Galactomanana sérica positiva. Considerando o diagnóstico mais provável, qual seria o tratamento de escolha?
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Paciente do sexo feminino, 65 anos, com queixa de tosse produtiva crônica há cerca de 6 meses, perda de peso e fraqueza associadas, tem TC de tórax mostrando bronquiectasias difusas. Realizou broncoscopia com lavado broncoalveolar com cultura positiva para complexo Mycobacterium avium (MAC). Qual esquema terapêutico é o mais indicado para esse caso?
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Paciente do sexo masculino, 71 anos, agricultor, nega tabagismo, tem queixa de dispneia progressiva e tosse seca há mais de 1 ano, sem outras queixas. Ao exame físico, tem ausculta pulmonar com crepitantes em base bilateralmente, eupneico em repouso, saturando 92% em ar ambiente. Realizou TC de tórax que evidenciou sinais de doença intersticial fibrosante avançada, com padrão de pneumonia intersticial usual. Espirometria com distúrbio restritivo moderado, difusão de CO com redução grave. Realizou broncoscopia com LBA com 32% de linfócitos. Qual é diagnóstico mais provável?
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Paciente do sexo feminino, 63 anos, ex-tabagista, realizou TC de tórax que evidenciou nódulo pulmonar de 3,1 cm no lobo superior esquerdo, PET-TC com captação no linfonodo subcarinal (SUV 5,2) e broncoscopia negativa. Qual deve ser o próximo passo na abordagem do caso?
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Homem de 60 anos, tabagista de 40 anos-maço, apresenta achado incidental em TC do tórax com nódulo pulmonar parcialmente sólido de 7 mm (com componente sólido de 5 mm) em lobo superior direito. Qual deve ser o próximo passo?
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Sobre as atualizações do GINA 2025 para o manejo da asma, assinale a alternativa correta.
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