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Em relação à quantificação dos fluxos sistêmico e pulmonar, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A magnitude de um shunt intracardíaco ESQ-DIR pode ser calculada diretamente pela diferença entre o fluxo pulmonar (Qp) e sistêmico o (Qs), ou indiretamente, pela relação Qp/Qs.
( ) Para o cálculo do débito cardíaco, o plano paraesternal longitudinal deve ser preferencialmente utilizado para medida da área da via de saída do ventrículo esquerdo.
( ) A velocidade do fluxo não varia durante o período de ejeção.
( ) Um hiperfluxo pulmonar de grau importante é caracterizado como Qp/Qs ≥2,0.
( ) Através da janela paraesternal, calcula-se o índice de distensibilidade da VCI e de colapsabilidade da VCS antes e após a expansão volêmica.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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São critérios para interrupção do exame de esforço, EXCETO:
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Em relação aos transdutores de ecocardiografia, é INCORRETO afirmar que:
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Em relação ao tamponamento cardíaco, é INCORRETO afirmar que:
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Em relação às microbolhas, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) São menores que um capilar e contêm um gás de alto peso molecular em seu interior, encarcerado por uma cápsula lipídica, proteica ou polimérica.
( ) Têm baixa toxicidade, estabilidade e durabilidade durante o exame.
( ) Atualmente os agentes de segunda geração são formulados com gases de alto peso molecular encapsulados com albumina, polímeros químicos ou fosfolipídios.
( ) A frequência de ressonância é uma propriedade intrínseca de uma microbolha e não depende de seu raio.
( ) O blooming (artefato) pode ser eliminado por meio de aumento do ganho e da velocidade de sua infusão.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Estão entre as principais indicações para ecocardiografia com contraste com microbolhas:
I. Pesquisa de shunt atrial (forame oval patente e comunicação interatrial) e pulmonar.
II. Otimização do sinal Doppler em cavidades direitas.
III. Avaliação precisa da fração de ejeção e pesquisa de trombos intracavitários.
IV. Avaliação não invasiva na isquemia miocárdica (anormalidades de perfusão e reserva de fluxo).
Quais estão corretas?
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Em relação às valvopatias tricúspides e pulmonares, assinale a alternativa INCORRETA.
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Deve-se considerar na avaliação das cardiopatias congênitas, EXCETO:
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Em relação à insuficiência da valva aórtica, analise as assertivas a seguir:
I. Os planos paraesternal longitudinal e transverso são úteis e podem permitir a identificação da origem exata do jato regurgitante, assim como avaliar sua largura e área seccional transversa.
II. Doenças da raiz da aorta não determinam insuficiência da valva aórtica.
III. A ausência de fluxo reverso na aorta abdominal caracteriza insuficiência aórtica importante.
IV. A estimativa da gravidade da insuficiência valvar aórtica pela aferição do volume e da fração regurgitantes não é realizada pela relação entre o fluxo sistólico através da valva aórtica e o fluxo diastólico medido na valva mitral.
Quais estão corretas?
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Em relação à insuficiência mitral, analise as assertivas abaixo:
I. Vegetações ou perfurações por endocardite são classificadas como insuficiência mitral secundária.
II. A dilatação global do VE é classificada como insuficiência mitral primária.
III. As dimensões do átrio e ventrículo esquerdos, a fração de ejeção e a pressão sistólica na artéria pulmonar são parâmetros importantes para a conduta e a avaliação prognóstica de pacientes com insuficiência mitral.
IV. As medidas do volume regurgitante e da fração regurgitante não têm importância na quantificação de lesões valvares.
Quais estão corretas?
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