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Homem, 67 anos, procura atendimento após segundo episódio de perda de força em membro superior e inferior direito com recuperação total. Nega alteração em expressão de face, fala e sensibilidade. No exame físico, apresenta-se hipertenso, sem detecção de hipotensão postural, ritmo cardíaco irregular, força preservada em membros superiores e inferiores. Qual hipótese diagnóstica mais provável a ser considerada nesse caso?
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Mulher, 24 anos, procura atendimento com seu médico na Unidade de Saúde da Família (USF) devido a irregularidade menstrual, com períodos de amenorreia de até 4 meses. Observou aumento progressivo nos últimos 4 anos de pelos em face, perimamilar e infraumbilical. A acne anteriormente era observada somente em face e agora também em dorso. Menarca com 12 anos. Não mantém relações sexuais. Nega ingesta de medicações e hormônios. O exame ginecológico não apresenta aumento de clitóris. Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
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Homem, 62 anos, hipertenso e dislipidêmico desde 55 anos, etilista desde os 50 anos. Iniciou ingesta alcóolica após demissão de seu trabalho. No último ano, está ingerindo 1 garrafa de cachaça a cada 2 dias, segundo o relato da esposa. É trazido à consulta devido quadro de dor abdominal, sensação de estufamento abdominal, náuseas e vômitos, dor em membros inferiores. Acompanhante relata hábito intestinal regular. A revisão rápida de exames solicitados em consulta anterior revela hipertrigliceridemia com valores de triglicerídeos de 958 mg/dL. Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
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Mulher, 51 anos, procura atendimento com seu médico de família com queixas de aumento de diurese à noite e emagrecimento de 8 Kg nos últimos dois meses. Identificou-se hábito de tomar chimarrão ao entardecer. Durante o transcorrer do ano não conseguiu manter atividade física regular e controle dietético. Relata ansiedade por suspeitar que tenha desenvolvido diabetes. Foram solicitados exames. Paciente retorna à consulta portando glicemia de jejum=148 mg/dL; TSH US=0,22 mU/L (0,4-4,5); T4 livre=2,5 ng/dl (0,7-1,8); EQU e urocultura sem particularidades. Quais hipóteses diagnósticas e condutas são mais apropriadas entre as alternativas a seguir?
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Criança com 1 ano, frequentadora de creche, está com recusa alimentar, choro mais intenso que o habitual e febre há 48 horas. Ao exame físico, tem coriza hialina e abaulamento e hiperemia da membrana timpânica esquerda. Há 45 dias havia recebido amoxicilina por um episódio suspeito de otite média e faringoamigdalite. A conduta inicial mais adequada para este caso é:
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Criança de 5 anos estava com dificuldade em ser despertada e, quando acordou, apresentou dor periumbilical intensa e vômitos. Havia usado aspirina e paracetamol, sem melhoras. Segundo o pai, a criança não tinha antecedentes mórbidos, mas havia perdido 3 kg no último mês. Na admissão no pronto-socorro, estava afebril, taquipneica e desidratada grave. Seus exames complementares iniciais mostraram radiografia de abdome agudo normal, hemoglobina de 13g/dl, leucócitos de 21.300/mm3 e plaquetas de 201.000/mm3 , provas de função renal normais e acidose metabólica na gasometria arterial. O mais provável diagnóstico para este caso clínico é:
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Criança de 7 anos, após episódio de gastroenterite e febrícula, iniciou com quadro de cansaço e diminuição de força nas pernas com manifestações ascendentes, contínuas, simétricas e progressivas. Tem apresentado perda do controle esfincteriano, hiporreflexia tendinosa profunda e hipertensão arterial. A mais provável hipótese diagnóstica é:
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Criança de 10 anos apresentou febre, coriza hialina, cefaleia e dor de garganta. Três dias após, iniciou com tosse improdutiva e rouquidão leve. Após 1 semana, estava afebril e sem coriza, mas, com piora da tosse. No pronto-socorro, fez radiografia de tórax, em que foi observado padrão intersticial, especialmente peri-hilar e em lobos inferiores, sem condensações ou atelectasias. O mais provável agente etiológico desta infecção respiratória é:
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Uma criança de 5 anos é atendida no ambulatório por gengivorragia após escovação de dentes, episódios que se repetiam há 3 dias. Havia apresentado tosse, coriza hialina, diarreia e febrícula na semana passada. Ao exame físico, a criança está em bom estado geral, observando-se a presença de petéquias em pescoço e pálpebras e hematomas em ambos os membros inferiores. Seus principais exames complementares mostram ecografia abdominal normal, hemoglobina de 11g/dl, leucócitos de 8.300/mm3 sem formas jovens e plaquetas de 21.000/mm3 . A hipótese diagnóstica mais provável é:
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Uma criança de 1 ano é atendida na unidade de saúde por diarreia e vômitos iniciados há 24 horas. Após a avaliação inicial, optou-se por deixá-la em sala de observação e iniciar com soro de reidratação por via oral. Após 4 horas, a paciente estava afebril e com boa perfusão periférica, mas suas evacuações eram mais frequentes, com fezes mais volumosas e aquosas, sem sangramentos. Sua diurese era de 3 ml/Kg/hora. Neste momento, a conduta mais adequada é:
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