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Os principais jornais brasileiros deram pouca atenção à 18.ª Conferência do Clima, que se realizou em Doha, no Catar. Os três maiores diários de circulação nacional mandaram repórteres para cobrir os debates e as deliberações, mas o noticiário obteve pouco destaque. Além disso, os editores voltaram ao antigo vício de isolar o material sobre a questão ambiental bem longe do noticiário sobre economia e política, que são as matrizes por onde devem passar as decisões governamentais e empresariais que podem ajudar a minimizar o efeito das mudanças climáticas.

Para buscar uma visão mais próxima da complexidade do grande desafio contemporâneo, os leitores precisariam acompanhar os relatos das redes de ativistas, que cobrem o evento com grande riqueza de detalhes. Mas, devido a certas especificidades típicas do próprio tema, que inclui o uso de expressões e siglas ainda pouco conhecidas, também a leitura desse material mais detalhado não é capaz, por si só, de revelar a abrangência do problema ambiental.

Assim, entre a abordagem genérica da chamada grande imprensa e as questões específicas analisadas por ativistas e especialistas nos meios digitais, o cidadão comum que não acompanha atentamente a evolução das conferências sobre o clima nem tem conhecimento dos acordos prévios e posteriores a esses eventos segue no escuro. No máximo, acaba declarando seu apoio a medidas de defesa do meio ambiente porque isso lhe parece politicamente correto.

Luciano Martins Costa. Ainda um assunto marginal. Internet: <www.observatoriodaimprensa.com.br> (com adaptações).

Com referência às ideias e à tipologia do texto acima apresentado, julgue o item.

De acordo com o texto, o cidadão comum não é capaz de acompanhar o que se discute nas conferências que tratam de questões climáticas.

 

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Denomina-se política ambiental o conjunto de decisões e ações estratégicas que visam promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. A política ambiental, portanto, tem relação direta com todas as demais políticas que promovam o uso dos recursos. Por isso, embora a responsabilidade pelo seu estabelecimento seja dos órgãos ambientais, todas as demais áreas de governo têm um papel a cumprir na execução das políticas ambientais.

No Brasil, as primeiras iniciativas governamentais para instituir mecanismos para a gestão ambiental datam do início do século XIX, com a criação do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e do Serviço Florestal, que funcionou de 1921 a 1959, sucedido pelo Departamento de Recursos Naturais Renováveis e, em 1967, pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Em 1973, foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA). Mas foi a Lei da Política Nacional de Meio Ambiente, de 1981, que estabeleceu a estrutura formal do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), integrado por órgãos federais, estaduais e municipais e por entidades ambientalistas, setores empresariais (indústria, comércio e agricultura), populações tradicionais e indígenas e comunidade científica.

Em 1985, foi criado o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e, em 1989, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), originado da fusão da SEMA com a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e com o IBDF. Em 1999, a questão ambiental passou a ser tratada no âmbito de uma secretaria especial da Presidência da República, e, em 1992, ano da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, foi finalmente criado o Ministério do Meio Ambiente.

Adriana Ramos. Política ambiental. In: Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: ISA, 2008 (com adaptações).

Julgue o item, relativo à tipologia e às ideias do texto acima, bem como às estruturas nele empregadas.

Haveria prejuízo para o sentido original do texto caso o trecho “têm um papel a cumprir” fosse substituído por são obrigadas a cumprir um papel.

 

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Denomina-se política ambiental o conjunto de decisões e ações estratégicas que visam promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. A política ambiental, portanto, tem relação direta com todas as demais políticas que promovam o uso dos recursos. Por isso, embora a responsabilidade pelo seu estabelecimento seja dos órgãos ambientais, todas as demais áreas de governo têm um papel a cumprir na execução das políticas ambientais.

No Brasil, as primeiras iniciativas governamentais para instituir mecanismos para a gestão ambiental datam do início do século XIX, com a criação do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e do Serviço Florestal, que funcionou de 1921 a 1959, sucedido pelo Departamento de Recursos Naturais Renováveis e, em 1967, pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Em 1973, foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA). Mas foi a Lei da Política Nacional de Meio Ambiente, de 1981, que estabeleceu a estrutura formal do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), integrado por órgãos federais, estaduais e municipais e por entidades ambientalistas, setores empresariais (indústria, comércio e agricultura), populações tradicionais e indígenas e comunidade científica.

Em 1985, foi criado o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e, em 1989, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), originado da fusão da SEMA com a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e com o IBDF. Em 1999, a questão ambiental passou a ser tratada no âmbito de uma secretaria especial da Presidência da República, e, em 1992, ano da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, foi finalmente criado o Ministério do Meio Ambiente.

Adriana Ramos. Política ambiental. In: Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: ISA, 2008 (com adaptações).

Julgue o item, relativo à tipologia e às ideias do texto acima, bem como às estruturas nele empregadas.

A oração “que estabeleceu a estrutura formal do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA)” classifica-se como adjetiva explicativa, o que justifica o fato de estar empregada entre vírgulas.

 

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2436107 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Humans have a long-standing relationship with water. Throughout history, watercourses have provided drinking water, transportation, energy, and a means to dispose of waste, and thus it is not a great surprise that nearly all major cities are built on river corridors, lakes, or oceans. The small streams within settlements have served as important sources of water and a source of aquatic plants and animals. Urban watercourses, however, quickly become highly polluted through human activity. They have been used for sewage disposal and the disposal of harmful industrial waste, and many urban streams and rivers have been covered over and diverted into sewers. The idea of reclaiming urban streams emerged in force during the 1970s and is well summarized in the landmark paper by Nelson Nunnally, “Stream Renovation: an Alternative to Channelization”. Nunnally saw streams as open hydraulic systems and treated them as potential assets to neighbourhoods rather than as problems to be managed or paved over. Although follow-up studies are incomplete and site specific, once stream daylighting is completed, stream neighbours tend to agree that daylighting creates an asset. A study of Strawberry Creek and Baxter Creek in California, two early examples of daylighting, showed increased land values and general good opinion of the creeks. Related research supports such a conclusion in that proximity to green areas and waterways are perceived as beneficial.
Environments: A journal of interdisciplinary studies.

According to the text above, judge the following item.

According to the text, the process of stream channelization invariably increases land values.
 

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2435094 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
The British non-governmental organization, Environmental Investigation Agency (EIA), has published a detailed study which reveals just how China’s appetite for wood has grown in the past decades as a result of consumption by the new middle classes, as well as an export-driven wood industry facing growing demand from major foreign furniture and construction companies.

China has become the leading importer, consumer and exporter of the world's timber. Its own forests provide less than 40% of its needs. According to the report, "in response to severe flooding in 1998, China adopted a Natural Forest Conservation Programme […] and embarked on a massive programme of reforestation […] The government spent $31bn on tree planting between 1999 and 2009."

But the gap between domestic supply and demand has continued to grow. According to the EIA, last year one-third of all the timber sold worldwide was bought by China, with little regard to its origin. Unlike the US, the EU and Australia, which, under pressure from public opinion, have adopted legislation banning illegal timber imports, China has made no such move.
The Guardian, 11/12/2012.

Judge the item according to the text above.

The Chinese government is concerned about the origin of the timber it imports.
 

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Denomina-se política ambiental o conjunto de decisões e ações estratégicas que visam promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. A política ambiental, portanto, tem relação direta com todas as demais políticas que promovam o uso dos recursos. Por isso, embora a responsabilidade pelo seu estabelecimento seja dos órgãos ambientais, todas as demais áreas de governo têm um papel a cumprir na execução das políticas ambientais.

No Brasil, as primeiras iniciativas governamentais para instituir mecanismos para a gestão ambiental datam do início do século XIX, com a criação do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e do Serviço Florestal, que funcionou de 1921 a 1959, sucedido pelo Departamento de Recursos Naturais Renováveis e, em 1967, pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Em 1973, foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA). Mas foi a Lei da Política Nacional de Meio Ambiente, de 1981, que estabeleceu a estrutura formal do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), integrado por órgãos federais, estaduais e municipais e por entidades ambientalistas, setores empresariais (indústria, comércio e agricultura), populações tradicionais e indígenas e comunidade científica.

Em 1985, foi criado o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e, em 1989, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), originado da fusão da SEMA com a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e com o IBDF. Em 1999, a questão ambiental passou a ser tratada no âmbito de uma secretaria especial da Presidência da República, e, em 1992, ano da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, foi finalmente criado o Ministério do Meio Ambiente.

Adriana Ramos. Política ambiental. In: Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: ISA, 2008 (com adaptações).

Julgue o item, relativo à tipologia e às ideias do texto acima, bem como às estruturas nele empregadas.

A expressão “política ambiental” exerce a função de sujeito da oração em que se insere.

 

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2433479 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
The British non-governmental organization, Environmental Investigation Agency (EIA), has published a detailed study which reveals just how China’s appetite for wood has grown in the past decades as a result of consumption by the new middle classes, as well as an export-driven wood industry facing growing demand from major foreign furniture and construction companies.

China has become the leading importer, consumer and exporter of the world's timber. Its own forests provide less than 40% of its needs. According to the report, "in response to severe flooding in 1998, China adopted a Natural Forest Conservation Programme […] and embarked on a massive programme of reforestation […] The government spent $31bn on tree planting between 1999 and 2009."

But the gap between domestic supply and demand has continued to grow. According to the EIA, last year one-third of all the timber sold worldwide was bought by China, with little regard to its origin. Unlike the US, the EU and Australia, which, under pressure from public opinion, have adopted legislation banning illegal timber imports, China has made no such move.
The Guardian, 11/12/2012.

Judge the item according to the text above.

China is an important exporter of wooden goods.
 

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2431861 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Humans have a long-standing relationship with water. Throughout history, watercourses have provided drinking water, transportation, energy, and a means to dispose of waste, and thus it is not a great surprise that nearly all major cities are built on river corridors, lakes, or oceans. The small streams within settlements have served as important sources of water and a source of aquatic plants and animals. Urban watercourses, however, quickly become highly polluted through human activity. They have been used for sewage disposal and the disposal of harmful industrial waste, and many urban streams and rivers have been covered over and diverted into sewers. The idea of reclaiming urban streams emerged in force during the 1970s and is well summarized in the landmark paper by Nelson Nunnally, “Stream Renovation: an Alternative to Channelization”. Nunnally saw streams as open hydraulic systems and treated them as potential assets to neighbourhoods rather than as problems to be managed or paved over. Although follow-up studies are incomplete and site specific, once stream daylighting is completed, stream neighbours tend to agree that daylighting creates an asset. A study of Strawberry Creek and Baxter Creek in California, two early examples of daylighting, showed increased land values and general good opinion of the creeks. Related research supports such a conclusion in that proximity to green areas and waterways are perceived as beneficial.
Environments: A journal of interdisciplinary studies.

According to the text above, judge the following item.

The expressions “reclaiming urban streams” and ‘Stream Renovation’ refer to the same type of processes.
 

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O IBAMA multou e interditou uma fábrica de solventes que, apesar de já ter sido advertida, insistia em dispensar resíduos tóxicos em um rio próximo a suas instalações. Contra esse ato a empresa impetrou mandado de segurança, alegando que a autoridade administrativa não dispunha de poderes para impedir o funcionamento da fábrica, por ser esta detentora de alvará de funcionamento, devendo a interdição ter sido requerida ao Poder Judiciário.

Em face dessa situação hipotética, julgue o item seguinte.

Estando o alvará concedido à fábrica eivado de nulidades, poderá o órgão ambiental que o concedeu revogá-lo.

 

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Denomina-se política ambiental o conjunto de decisões e ações estratégicas que visam promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. A política ambiental, portanto, tem relação direta com todas as demais políticas que promovam o uso dos recursos. Por isso, embora a responsabilidade pelo seu estabelecimento seja dos órgãos ambientais, todas as demais áreas de governo têm um papel a cumprir na execução das políticas ambientais.

No Brasil, as primeiras iniciativas governamentais para instituir mecanismos para a gestão ambiental datam do início do século XIX, com a criação do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e do Serviço Florestal, que funcionou de 1921 a 1959, sucedido pelo Departamento de Recursos Naturais Renováveis e, em 1967, pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Em 1973, foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA). Mas foi a Lei da Política Nacional de Meio Ambiente, de 1981, que estabeleceu a estrutura formal do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), integrado por órgãos federais, estaduais e municipais e por entidades ambientalistas, setores empresariais (indústria, comércio e agricultura), populações tradicionais e indígenas e comunidade científica.

Em 1985, foi criado o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e, em 1989, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), originado da fusão da SEMA com a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e com o IBDF. Em 1999, a questão ambiental passou a ser tratada no âmbito de uma secretaria especial da Presidência da República, e, em 1992, ano da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, foi finalmente criado o Ministério do Meio Ambiente.

Adriana Ramos. Política ambiental. In: Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: ISA, 2008 (com adaptações).

Julgue o item, relativo à tipologia e às ideias do texto acima, bem como às estruturas nele empregadas.

Depreende-se da leitura do texto que a criação do Ministério do Meio Ambiente deveu-se à conferência realizada no Rio de Janeiro, em 1992, conhecida como Eco-92.

 

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