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Após gozar de anos de prestígio no mercado, uma multinacional fabricante de tintas automotivas se viu em situações bastante complexas. Tudo começou após a impressa noticiar um vazamento de solvente químico de uma de suas unidades produtivas. Além dos danos ambientais, milhares de pessoas que moravam ou trabalhavam na região circunvizinha à fábrica sofreram intoxicação e precisaram de atendimento médico, em função da inalação de vapores de gases tóxicos lançados na atmosfera.
Grupos de ativistas ambientais e representantes da comunidade local iniciaram uma onda de protestos e de movimentos contrários à atuação da empresa e à permanência da mesma na região afetada. O mais completo curso de ação que a empresa deveria adotar na gestão dessa crise que enfrentava seria
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No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.
Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democráticoliberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.
Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugarescomuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.
Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.
Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.
(SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).
“[...] diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil.” (2º parágrafo)
As palavras que, respectivamente, seguem as mesmas regras de acentuação dos vocábulos em destaque são as seguintes:
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No processo de gestão de marcas junto a diferentes stakeholders, cabe ao profissional de RP pensar a gestão do relacionamento com diferentes públicos, considerando elementos como identidade, imagem e reputação. O que é correto afirmar sobre esses elementos?
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No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.
Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democráticoliberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.
Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugarescomuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.
Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.
Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.
(SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).
“ Assim, as expressões 'igualdade de oportunidades educacionais' e 'educação como direito de todos' tornaram-se lugares-comuns” (3º parágrafo)
O elemento coesivo em destaque instaura, em relação ao parágrafo anterior do texto , um efeito de sentido de e poderia ser substituída por , sem prejuízo à significação do período.
Marque a alternativa cujos termos preenchem, corretamente, as lacunas da assertiva.
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Uma relação correta entre as ações de Relações Públicas e o processo de construção da credibilidade e da reputação de uma marca está presente na(s)
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O jornal e suas metamorfoses
Um senhor pega um bonde após comprar um jornal e pô-lo debaixo do braço. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço.
Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona no banco da praça.
Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal quando um rapaz o descobre, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas.
Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal quando uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de acelga, que é para o que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.
(CORTÁZAR, Julio. Histórias de cronópios e de famas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. Adaptado).
Conforme a visão que se constrói nesse conto, para que o monte de folhas impressas converta-se no jornal, é preciso que ocorra
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Apesar dos esforços do Governo na tentativa de combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o que se tem observado é certa dificuldade no combate efetivo do avanço das doenças causadas pelo mosquito. Qual é a explicação, do ponto de vista da comunicação, para este fato?
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Considerando as técnicas de comunicação dirigida escrita, os respectivos veículos e suas aplicações, é correto afirmar que
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“Este modelo teórico da comunicação coloca em extrema vantagem a fonte emissora, relegando o receptor a uma condição de integral passividade. (...) Por sua simplória concepção, esse modelo de entendimento considerava a mídia uma “seringa”, injetando informações, inoculando ideias, minando resistências e submentendo vontades à vontade” (POLISTCHUK; TRINTA 2003, p.84).
Qual modelo de comunicação foi corretamente descrito neste trecho?
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Em função da redução no desempenho de vendas, um grande fabricante de autopeças se viu obrigado a encerrar o terceiro turno de trabalho, gerando demissões de um número significativo de trabalhadores.
Além da decisão difícil, a empresa precisou enfrentar a pressão do sindicato da categoria e gerenciar as inúmeras manifestações dos trabalhadores, divididos em dois grupos: os demitidos, que protestavam pela extinção dos postos de trabalhos, e os que ainda permaneciam trabalhando, que manifestavam exigindo garantias à empresa. Uma onda de protestos invadiu a instituição por vários dias, paralisando a produção e atrasando as entregas de pedidos aos clientes.
Considerando o cenário acima, pode-se afirmar que
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