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- Engenharia de SoftwareEngenharia de Requisitos
- Engenharia de SoftwareModelos de DesenvolvimentoÁgeis
- Engenharia de SoftwarePrototipagem e MVP
No contexto dos padrões de desenvolvimento de sistemas automatizados, “uma abordagem alternativa para a definição dos requisitos de um sistema é obter um conjunto inicial de necessidades e implementá-las rapidamente, com a intenção declarada de expandi-las e refiná-las iterativamente, à proporção do aumento do conhecimento mútuo do sistema por parte do cliente e do desenvolvedor”. Esta abordagem possibilita que se possa lidar melhor com a incerteza, a ambigüidade e a inconstância dos projetos do mundo real. Essa abordagem é conhecida como
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Em um sistema de software, a fase de manutenção é provavelmente a mais demorada e, em teoria, pode durar para sempre. Com relação aos tipos de manutenção, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) CORRETIVA – as atividades de manutenção podem começar imediatamente a seguir à colocação do sistema em produção, quando os usuários começarem a solicitar mudanças quanto à forma como algumas funcionalidades foram implementadas.
( ) PREVENTIVA – trata-se de um tipo de manutenção que tem por objetivo evitar problemas futuros ou melhorar o atual estado das coisas, principalmente a confiabilidade e robustez, podendo ser realizada para oferecer uma melhor estrutura de suporte para futuras alterações do software.
( ) EVOLUTIVA – é realizada devido a alterações no ambiente em que o negócio da empresa está inserido, como por exemplo, alterações no cálculo dos impostos (IRRP, ICMS, INSS, ...)
As afirmativas são, respectivamente
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- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade de Domínio
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade de Entidade
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
As restrições de integridade são um dos objetivos primordiais de um SGBD e, nesse contexto, existem três tipos de integridade, descritos a seguir.
I. Cada linha de uma tabela deve poder ser identificada univocamente, significando que cada tabela deverá possuir uma chave primária na sua definição. A existência deve chave primária garante que o atributo ou os atributos selecionados não podem ser nulos, nem podem aparecer repetidos. Funciona ao nível da linha e da tabela do BD.
II. É a forma mais elementar de restrição de integridade. O valor do campo deve obedecer ao tipo de dados e às restrições de valores admitidos para essa coluna. Funciona ao nível da coluna do BD.
III. Tem por objetivo manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas. A relação é feita entre a chave primária de uma tabela e a chave estrangeira de outra tabela. O valor dos campos que constituem a chave estrangeira de uma tabela deve estar também presente na chave primária da tabela que referenciam, ou quando muito, podem ter o valor NULL. Funciona ao nível da tabela do BD.
As descrições em I, II e III referem-se a tipos conhecidos, respectivamente, como integridade
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O objetivo de um SGBD é garantir um ambiente apropriado para acessar e armazenar informações no BD de forma confiável e eficiente, fornecendo aos usuários uma visão abstrata daquilo que gerencia, ao ocultar detalhes como a localização dos dados e o formato interno dos arquivos onde os dados são armazenados. É atribuição de um SGBD gerenciar o acesso de múltiplos usuários aos seus dados, mantendo a consistência da informação a que cada usuário tem acesso. Essa atribuição corresponde a ao de gerenciamento
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A arquitetura ANSI/SPARC tem por objetivo permitir que um mesmo SGBD possa ser utilizado por vários tipos de usuários, respeitando as particularidades e necessidades de cada um. Esta arquitetura permite três tipos de independência, descritas a seguir.
I. As alterações no nível interno não repercutem no nível conceitual.
II. As alterações no esquema conceitual não tem, necessariamente, de alterar o esquema externo.
III. As alterações que envolvam a estrutura dos dados ou a sua implementação física, não obrigam a alterações no nível da aplicação.
As descrições em I, II e III referem-se a tipos de independência, respectivamente,
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- Banco de Dados RelacionalNormalização1FN: Primeira Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização2FN: Segunda Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização3FN: Terceira Forma Normal
A normalização de dados é o processo que permite a simplificação da estrutura de um banco de dados, de modo que ela se apresente em um estado timo, sem duplicação de informação. Com relação à normalização, analise as afirmativas a seguir:
I. Diz-se que uma relação está na 1FN quando não contém atributos multivalorados e não contém grupos repetitivos. O objetivo é eliminar a repetição de grupos de informação.
II. Diz-se que uma relação está na 2FN quando está na 1FN e todos os atributos não chave dependem funcionalmente da totalidade da chave. Na 2FN são eliminadas todas as dependências parciais de atributos não chave para com a chave primária.
III. Diz-se que uma relação está na 3FN quando está na 1FN e não obrigatoriamente na 2FN e todos os atributos não chave dependem funcionalmente uns dos outros. Na 3FN se uma relação obedecer a esta forma então todos os atributos são funcionalmente independentes da chave.
Assinale
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- Banco de Dados RelacionalCardinalidade de Relacionamentos
- Modelagem de DadosDiagrama Entidade-Relacionamento (DER)
Com relação ao Modelo Entidade-Relacionamento (MER), utilizado na modelagem de bancos de dados relacionais, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) de acordo com a notação de Chen, um relacionamento corresponde a uma ligação lógica entre entidades e representado por um retângulo.
( ) as entidades são representadas por triângulos, dentro dos quais deve ser colocado o nome da entidade.
( ) cardinalidade é a relação entre o número de ocorrências de uma entidade, com as respectivas ocorrências na outra entidade com que tem o relacionamento.
As afirmativas são, respectivamente:
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Modelagem de banco de dados é o processo de levantamento, análise, categorização e exploração de todos os dados e tipos de informações que irão sustentar uma aplicação. É uma etapa primordial no trabalho do desenvolvimento de sistemas, porque todo software é criado com determinados objetivos, para atender às necessidades dos usuários dentro deste cenário. A utilização do Modelo Entidades-Relacionamentos (MER) serve para o analista representar, graficamente, a forma como as entidades identificadas durante o processo de análise fazem parte do sistema de informações e como se relacionam. Nesse contexto, observe a figura abaixo, que representa um MER.

Esse MER mostra um relacionamento do seguinte tipo:
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Na modelagem de BD são usados modelos lógicos de representação dos dados. Dois tipos desses modelos são descritos a seguir.
I. É um modelo que não evoluiu a partir das técnicas de processamento de arquivos e sim da teoria dos conjuntos, tendo como estrutura de dados a relação, definida como uma tabela constituída por linhas e colunas, na qual as colunas ou os campos representam ao atributos e as linhas os registros ou instância da relação.
II. É um dos primeiros modelos de BD com um SGBD associado e resulta da evolução dos sistemas de gerência de arquivos. É um modelo de representação lógica da estrutura de um BD, no qual os diagramas são compostos por caixas que correspondem a registros e linhas a links. Um BD deste tipo consiste de uma coleção de registros interligados hierárquicos entre si por meio de links, sendo os registros organizados como coleções de árvores
Os modelos descritos em I e II são denominados, respectivamente, como
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- Conceitos e FundamentosConceitos Fundamentais de Banco de Dados
- Arquitetura de de Banco de DadosArquitetura ANSI/SPARCIndependência de Dados (Lógica e Física)
No contexto dos sistemas de bancos de dados, duas vantagens são caracterizadas a seguir.
I. Possibilita a eliminação de dados privativos de cada sistema. Os dados comuns a mais de um sistema são compartilhados, sendo mantida uma única informação a ser consultada e compartilhada por vários sistemas.
II. Possibilita o armazenamento da informação em um único local com acesso descentralizado, evitando ter um mesmo campo com valores distintos em sistemas diferentes.
As vantagens caracterizadas em I e II estão associadas, respectivamente, aos conceitos de
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