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789957 Ano: 2015
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Na morte, o sangue, pela gravidade, deposita-se nas partes de declive, e daí surgem as manchas de hipóstase em média duas a três horas depois da morte, fixando-se definitivamente em torno das 12 horas post-mortem. Esta transformação cadavérica denomina-se:
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
O recurso linguístico predominante na progressão temática do texto é:
 

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770013 Ano: 2015
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
O conjunto de medidas propostas para inibir o crescimento de micro-organismos ou para removê-los de um determinado ambiente, podendo ou não destruí-los, denomina-se
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Releia o texto 1 e leia texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Enunciado 769614-1
Disponível em: <https://redacaoressucat.files.wordpress.com/2010/02/texto_informal_ formal.jpg>. Acesso em: 7 abr. 2015.
O texto 2 possui o mesmo eixo temático do texto 1, no entanto, da abordagem ao tema, no texto 2, infere-se que o
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Releia o texto 1 e leia texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Enunciado 769256-1
Disponível em: <https://redacaoressucat.files.wordpress.com/2010/02/texto_informal_ formal.jpg>. Acesso em: 7 abr. 2015.
As frases “– Você vai pra praia no final de semana?”, do texto 1, e “N pds vir hj +cdo p casa?”, do texto 2, diferenciam-se, respectivamente, pela
 

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769047 Ano: 2015
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Após fixar o cadáver no laboratório de anatomia, e antes de imergi-lo na cuba com solução de formol, quais são os procedimentos realizados?
 

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767248 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
No laboratório, quando se trabalha com sustâncias químicas de média ou alta toxicidade, é obrigatório o uso de
 

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No LibreOffice, um estilo é um conjunto de formatos que podem ser aplicados ao mesmo tempo para alterar a aparência de elementos selecionados. Qual dos seguintes estilos pode ser aplicado ao componente Writer do LibreOffice?
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Nos trechos:
“Sem contar o 'então'” e em:
“– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...”,
o termo “então” é usado, respectivamente, como
 

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Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Releia o texto 1 e leia texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Enunciado 765575-1
Disponível em: <https://redacaoressucat.files.wordpress.com/2010/02/texto_informal_ formal.jpg>. Acesso em: 7 abr. 2015.
No trecho, “onde se discute o presente e o futuro da língua portuguesa”, o “se” é empregado para
 

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