Foram encontradas 50 questões.
Um computador ou sistema computacional é dito seguro se este atende a três requisitos básicos relacionados aos recursos que o compõem: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Dos exemplos abaixo, quais violam o requisito de integridade:
I. Alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e altera informações da sua declaração de Imposto de Renda, momentos antes de você enviá-la a Receita Federal.
II. Alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e lê todas as informações contidas na sua declaração de Imposto de Renda.
III. O seu provedor sofre uma grande sobrecarga de dados ou um ataque de negação de serviço e por este motivo você fica impossibilitado de enviar sua declaração de Imposto de Renda à Receita Federal.
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Em relação aos tipos de firewalls existentes, analise as seguintes afirmativas:
I. Um roteador de filtragem de pacotes aplica um conjunto de regras a cada pacote IP que é recebido ou enviado e então toma a decisão de encaminhar ou descartar o pacote.
II. Um servidor proxy atua como um retransmissor de tráfego em nível de aplicação e permite o registro e auditoria de todo o tráfego que chega ao nível da aplicação.
III. O serviço SOCKS (versão 5) é uma implementação de gateway em nível de circuito projetado para oferecer uma estrutura para aplicações cliente-servidor nos domínios TCP e UDP, com o objetivo de utilizar os serviços de um firewall de rede com segurança.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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Considerando as sanções administrativas estabelecidas na Lei 8666/1993, o atraso injustificado na execução do contrato sujeitará o contratado à multa de mora, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato. Sendo assim, considere as afirmativas:
I - A multa a que alude o enunciado desta questão não impede que a Administração rescinda unilateralmente o contrato e aplique as outras sanções previstas na Lei 8666/1993.
II - A multa, aplicada após regular processo administrativo, será descontada da garantia do respectivo contratado.
III - Se a multa for de valor superior ao valor da garantia prestada, além da perda desta, responderá o contratado pela sua diferença, a qual será descontada dos pagamentos eventualmente devidos pela Administração ou ainda, quando for o caso, cobrada judicialmente.
Estão corretas:
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Quadros para a questão


As afirmações abaixo são referentes aos códigos fontes PHP apresentados
I. No arquivo calcula_quadrado_php, se todas as variáveis $_POST fossem substituídas por $_REQUEST, a invocação da URL http://localhost/calcula_quadrado.php?N=7&calcula=Calcula apresentará no formulário o valor de N = 7 e o quadrado do número = 49
II. No arquivo calcula_quadrado_form.php, a troca da instrução action='".$_SERVER["PHP_SELF"]."' na definição do form por action='calcula_quadrado.php' não afetará em nada a execução
III. No arquivo calcula_quadrado_form.php a remoção da cláusula readonly no input da variável quadrado não afeta em nada na execução do programa, apenas desabilita o campo no formulário para edição.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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398538
Ano: 2011
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Os parâmetros utilizados para medir o desempenho de uma memória são:
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Em relação ao padrão IEEE 802.1Q, analise as seguintes afirmativas:
I. Um quadro 802.1Q pode ter no máximo 1.526 bytes, sendo que, destes, 8 bytes são manipulados pelo padrão.
II. Um quadro 802.1Q sempre terá no campo ID de protocolo de VLAN o valor, representado em hexadecimal, 0x8100.
III. O campo Identificador de VLAN identifica qual das 8.192 VLANs possíveis aquele quadro pertence.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Tecnologia
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior.
Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se (I) rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usá-lo (II) pela primeira vez, cheguei em casa e bati nela. Sabendo que ela (III) agüentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
Luis Fernando Veríssimo- Texto adaptado. In http://pensador.uol.com.br/cronicas_de_luiz_fernando_verissimo/3/ acessado em 28/12/2010
Considere as seguintes afirmações sobre as relações entre partes do texto.
I. O pronome “se” refere-se a “a gente”
II. O pronome “lo” refere-se ao “computador”
III. O pronome “ela” refere-se à “máquina de escrever”
Quais estão corretas?
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385847
Ano: 2011
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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As interfaces Firewire, SCSI, SATA e USB, utilizam, respectivamente, transmissão:
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A questão refere-se ao texto a seguir:
Muito além do bê-a-bá
Apesar de muita teoria, ninguém aprende na escola a cozinhar, consertar a casa ou salvar vidas. Por que não nos ensinam a ser adultos?
Você já parou para pensar quanto tempo da sua vida passou na escola? Uma conta rápida, sem equações muito elaboradas, mostra que foram pelo menos anos e mais de mil horas dentro de salas de aula. É tempo para chuchu. E a sensação que fica é a de que muito se ouviu, estudou e escreveu, mas boa parte disso foi pelo ralo depois do vestibular. Para piorar, descobrimos que não sabemos aquilo que efetivamente nos faz falta na vida adulta – desde como costurar a bainha de uma calça até como trocar a resistência de um chuveiro sem levar choque. Que a escola não existe – ou pelo menos não deveria existir – apenas para nos preparar para o vestibular, disso a gente sabe (até porque o vestibular é uma etapa um tanto fugaz da vida). Mas então o que a escola deveria nos ensinar?
Muitos pedagogos acreditam que o objetivo primeiro da educação é nos ensinar a dominar o espaço em que vivemos. "Precisamos aprender tudo aquilo que for útil e nos der felicidade. É como levar uma caixa em cada mão: a das ferramentas, que vão nos ajudar a desembaraçar todos os nossos problemas, e a dos brinquedos, que nos darão prazer. Nós não plantamos só o que precisamos comer. Plantamos também violetas, que são lindas e não servem para nada", diz o sociólogo suíço Philippe Perrenoud, da Universidade de Genebra. Se tiver algum uso – não importa se prático ou poético – até o assunto mais chato vai permanecer grudado na sua cabeça. "A nossa memória é como um escorredor de macarrão: a água escapa e só fica o que interessa, o que a gente vai comer", diz o educador, psicanalista e cronista Rubem Alves.
O problema é que as escolas têm muitos alunos, cada um com um interesse diferente. Você pode achar que a trigonometria nunca lhe serviu para nada, mas o seu colega que virou engenheiro usa essas lições até hoje. "A escola precisa atender a todos. Não tem jeito, é preciso manter matérias que, futuramente, serão desprezadas por alguns", afirma Silvia Amaral de Mello Pinto, coordenadora do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento de São Paulo, um centro de estudos em psicopedagogia. Então sempre haverá alguém descontente com a escola? No ensino tradicional, sim. Mas não deveria ser assim. Para Perrenoud, o principal problema é que a escola se preocupa muito mais em ensinar teorias do que habilidades práticas e, com isso, os alunos não são treinados para utilizar os conhecimentos em situações concretas. Quase ninguém se lembra da teoria da pirâmide alimentar enquanto está enchendo o prato no bandejão ou das aulas de botânica quando está caminhando em uma floresta. Teoria e prática não deveriam se excluir – e reconhecer isso ajudaria bastante na sala de aula. Afinal, aprender fazendo as coisas, em vez de ficar ouvindo e copiando fórmulas, pode ser mais eficaz mesmo que depois não se use nada disso.
A questão não é o que ensinar e sim de que forma ensinar – e o que não faltam são novas propostas educativas. Perrenoud defende que o aluno estude menos tópicos em cada disciplina e se aprofunde mais em cada um. "Isso daria mais chance para que as pessoas colocassem os conhecimentos em prática", diz. Mas existem propostas ainda mais ousadas. "O ideal seria que cada escola tivesse o currículo suficientemente flexível para desenvolvê-lo a partir das necessidades e perfil cultural de seus alunos", diz Silvia Gasparian Colello, professora de psicologia da educação da USP. Um exemplo é a Escola da Ponte, em Portugal. Localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, ela deixa as crianças definir suas áreas de interesse e desenvolver projetos de pesquisa. Não há salas de aula e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções para o que precisam. Segundo Silvia, este é o principal objetivo de uma escola: formar pessoas que saibam buscar o conhecimento que lhes interesse.
E você, já parou para pensar o que gostaria de ter aprendido na escola?.
Mariana Sgarioni In http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_418 495.shtml
Considerando-se o contexto da afirmação de Silvia Amaral de Mello Pinto, pode-se inferir que
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Das afirmações relacionadas ao Java:
I. Parênteses vazios que se seguem a um nome de uma declaração de método indicam que o método não requer nenhum parâmetro para realizar sua tarefa
II. Uma declaração import é requerida quando uma classe em um pacote utilizar outra no mesmo pacote
III. A palavra reservada new serve para instanciar um objeto
IV. As variáveis ou métodos declarados com o modificador private só são acessíveis a métodos da classe em que são declarados.
Está correto o que se afirma APENAS em
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